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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Empreendedorismo - Por onde começar?

Empreender é ter uma ideia inovadora e conseguir colocá-la em prática com a visão em seu público potencial. Estamos em um país empreendedor em que milhares de negócios nascem a todo instante. Mas, quase a metade deles não sobrevive nos três primeiros anos. Quais são os seus principais erros? Como fazer a diferença?

Empreendedor é aquele que cria uma solução, um jeito novo ou deteta uma demanda que ainda não foi suprida em determinada área de produto ou serviço. A motivação empreendedora pode nascer de duas esferas: necessidade ou oportunidade. Nasce de uma necessidade quando, por exemplo, a pessoa não encontra espaço no mercado de trabalho e busca outras opções para obter renda, geralmente, sem o amparo de pesquisas e planejamento. Já o empreendedor por oportunidade, deteta uma alternativa de lucro a partir de seus conhecimentos e habilidades, além de encontrar um público potencialmente interessante para consumir os seus serviços.

Segundo o IBGE, 48,2% das empresas não sobrevivem após os três primeiros anos de existência (2010). Esta aí a necessidade de realizar um planejamento eficaz, para que seu negócio já inicie com o diferencial de conhecer o mercado, as oportunidades e ameaças que poderá encontrar.

Para iniciar o seu projeto, responda quatro perguntas:
1.  O que quero fazer?2.  Quando fazer?3.  Por que fazer?4.  Como fazer?

Esse é o inicio do seu planejamento. Pois, tão importante quanto ter uma ideia inovadora é cuidar dela e estruturá-la, para que ela “nasça” em momento oportuno.
Coloque no papel - Faça pesquisas!
1.  Foco no diferencialQuais são os meus diferenciais?
A partir da sua motivação para empreender, você já deverá saber quais são os seus diferenciais. Por que alguém compraria o seu produto e não o do concorrente? É o atendimento? Uma peça nova? Um jeito inovador? Criatividade, responsabilidade, paixão pelo que faz...
O mais importante desse diferencial é que o seu cliente deverá ter plena consciência dele, do mesmo modo em que todos aqueles que direta ou indiretamente trabalharem com você.

2. Calcular o investimentoDe onde esse dinheiro vai sair? Em quanto tempo pretendo ter o retorno?
Elabore o planejamento financeiro (gastos com máquinas, móveis, utensílios, equipamentos de informática, projetos, água, luz, transporte...). Calcule também, uma margem de erro, pois deve ter consciência de que poderá enfrentar algumas dificuldades, como: queda nas vendas, inadimplência de clientes, aumento das despesas variáveis, aumento de custos de materiais e desperdícios operacionais.

3. Plano de NegóciosConsiste basicamente em colocar no papel todas as suas ideias, projeções e dados sobre o negócio. Esse é o principal erro das empresas que não sobrevivem por muito tempo: a falta do plano de negócios!
Assim também acontece em tudo na vida: a compra de uma casa, o planejamento financeiro da família, cronograma de estudos para passar no vestibular, e afins. Então, o quanto antes você aprender que o planejamento é a primeira etapa de qualquer ação, você passará a obter melhores resultados em todas as esferas da vida. Vale a pena tentar.
Conhecer a área de atuação é tão fundamental quanto ter vontade de entrar nela. Tenha formação ou um bom nível de conhecimento para atuar.Se vai entrar no ramo de padarias, por exemplo, mas não tem contato com nenhum outro, não saberá as reais dificuldades e oportunidades encontradas. Pesquisar os concorrentes potenciais é um modo de descobrir seus pontos fracos e ter uma noção real de como ele sobrevive, além de identificar em que poderá ser melhorar. Isso é empreender. Inovar com consciência!

domingo, 9 de setembro de 2012

Empreender é fazer acontecer


Como profissional da área contábil, convivo diariamente com pessoas dispostas a empreender algum novo negócio, mas que muitas vezes ainda não estão devidamente preparadas para esse desafio. Para falar a verdade, acredito que poucas pessoas podem dizer que estão preparadas para empreender, mas o importante é estar com a mente aberta para aprender a lidar com as dificuldades que vão aparecer. E são muitas.

Se você tem intenção de abrir uma empresa, além de definir a área de atuação, plano de negócios, você deve procurar saber, o mais rápido possível, quais áreas de conhecimento precisará melhorar para conduzir o seu negócio. Se você não puder aprender e essa atividade for essencial, busque essa pessoa no mercado, seja um funcionário ou até mesmo um sócio.

Para exercer bem o meu trabalho estou sempre em busca de conhecimento e informações que possam auxiliar no meu dia a dia, e isso inclui não só a parte técnica que é a atualização da legislação tributária, mas também a atualização sobre economia, política, etc. Também gosto de estar informado sobre as novas tecnologias, empreendedorismo e negócios em geral.

Por outro lado, é na convivência diária com os clientes que consigo enriquecer o meu conhecimento, pois uma coisa é você ler sobre determinado assunto e outra é vivenciar e praticar o conhecimento adquirido, tendo em vista que a formação acadêmica nos fornece as ferramentas necessárias para o bom desempenho de nossas funções, mas isso somente é posto a prova quando temos um caso real para solucionar.

Isso vale para qualquer atividade, ou seja, o empresário deve estar em constante atualização, conhecer seus concorrentes e estar antenado com as novidades do setor.
É ilusão acreditar que depois de algum tempo (3, 4 ou 5 anos) a empresa estará imune a uma possível falência. Muito pelo contrário, a possibilidade de entrar na chamada zona de conforto é ainda maior para as empresas que estão há mais tempo no mercado do que para as novas, pois estas têm ainda que conquistar seu mercado, obrigando-se a apresentar um produto ou serviço melhor do que a concorrência.

A dura realidade nos mostra que nem todos os empreendimentos, por melhor que tenham sido planejados, conseguirão sobreviver ou crescer num patamar almejado por seus idealizadores, mas uma coisa é certa, a maioria das empresas de sucesso possui empreendedores que souberam juntar todos os ingredientes necessários e adicioná-los na hora e na medida certa, e tiveram que "colocar a mão na massa" para chegar ao resultado esperado.

Portanto, se você tem interesse em empreender, não fique reclamando dos problemas (que certamente vão aparecer), mas sim, busque as melhores soluções. Não espere que outras pessoas façam aquilo que é de sua responsabilidade. Arregace as mangas e faça o que tem de ser feito!

sábado, 15 de outubro de 2011

Brincando de Empreendedorismo

Empreender para quem tem o espirito de criança faz toda a diferença quando resolvemos por em prática nossa ideia que está guardada na gaveta.

Quando digitamos no google a palavra empreendedorismo, podem-se observar vários links com adjetivos para esse como; inovador, confiante, persistente, ousado, entre outros. Esse é o conjunto que faz uma pessoa ser empreendedora, segundo a literatura.

A partir das qualidades citadas acima, podemos afirmar que as crianças até 5 anos são as pessoas mais empreendedoras de que temos conhecimento. Mas por que os adultos deixam de ser se um dia foram crianças? Essa é uma questão simples de responder; pelo fato da mera adaptação ou acomodação que inibe nosso lado empreendedor.

Nós quando crianças, não havia tempo ruim para brincar, sempre estávamos buscando novas formas de se divertir; persistência é algo nato dos menores, e sem falar na criatividade (Segundo pesquisa americana, 98% das crianças até 5 anos são criativas, já os adultos mal se chega aos 2%). Se tivéssemos investidores para nossas ideias, muitas crianças teriam suas fábricas de bumerangue, de carretilhas alucinantes, até as bonecas de espiga de milho.

Assim como perdemos a capacidade de nadar por falta de prática, não é diferente com o nosso espírito empreendedor. Isso acontece pela franqueza que desenvolvemos pelo medo de errar, dessa forma nosso consciente trabalha mais racionalmente do que emocionalmente. Já a criança até leva umas palmadas, mas não perde o desejo de tentar.

Empreender é criar algo diferente, algo que lhe proporcione prazer, que faça se sentir o dono do mundo; produz riqueza, não só financeira, mas tantas outras como resolver um problema do seu bairro de insegurança, assim vai gerar a riqueza da segurança ou paz.

As próximas décadas serão os apogeus da liderança feminina, do consumismo jovem, da globalização e do mundo virtual. Liderança feminina no sentido de que para se ter sucesso daqui para frente, você precisará influenciar as pessoas a acreditar na sua ideia, como se essa ideia tivesse nascido delas e não de você; trazendo isso para Hollywood, o Filme A Origem expressa isso muito bem na ficção cientifica. O público que irá consumir horrores durante os próximos 20 anos será os de 15 a 35 anos, devido viverem 8 horas no mundo real e as outras 8 horas do dia no virtual, além do crescimento exponencial da globalização e da internet.

Dessa forma, acredite mais na sua capacidade de empreender, pois você já sabe que um dia eras empreendedor de mão cheia; além disso, aproveite para arriscar agora que és jovem, terás tempo de se recuperar caso der errado, haja vista que o dinheiro sempre vai e vem, já a oportunidade é como a palavra proferida, ela só vai.

Um Feliz dia das crianças empreendedoras para todos nós...

Daniel Loch

domingo, 9 de outubro de 2011

7 dicas para quem quer se tornar um bom empreendedor

Um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem com objetivo o sucesso

Cada vez mais pessoas estão concretizando o sonho do próprio negócio. Em 2010, foram constituídas 1.370.464 empresas, o que revela um crescimento de 101% em relação a 2009, segundo dados do Departamento Nacional de Registros do Comércio (DNRC) da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)

No entanto, apesar desse crescimento no número de negócios próprios, nem todas as pessoas sabem o que é preciso para se tornarem boas empreendedoras e, assim, se manterem no mercado. Não adianta, por exemplo, a vontade de trabalhar sem que se saiba usar a criatividade, ou disciplina na execução de tarefas sem um bom diálogo com os funcionários.

Para o empresário Rogimar Rios, "um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem com objetivo o sucesso".

Além disso, o empresário dá outras dicas para quem quer se tornar um bom empreendedor. Confira:

1. Saiba lidar com personalidades desafiadoras. Ouça-as com o coração e com os olhos, não somente com os ouvidos.

2. Tenha determinação e disciplina. Anote idéias e faça seu planejamento com dia, hora e local em que tudo deverá acontecer.

3. Seja inteligente, saiba usar o seu pensamento a seu favor. Seus pensamentos determinam a sua freqüência e seus sentimentos lhe dizem imediatamente em que freqüência você está. Quando se sente mal, você está na freqüência que atrai coisas ruins, prejudicando o alcance de suas metas.

4. Tenha meta e siga um método. Quando uma pessoa tem os dois, ela rompe barreiras.

5. Tenha fé, mas não deixe de agir para modificar a realidade. Vá do pensamento à ação.

6. Empreendedor deve encontrar, avaliar e desenvolver a oportunidade de criar algo novo.

7. Tire proveito do fracasso. Saiba usar a experiência sem sucesso em aprendizado.

sábado, 8 de outubro de 2011

Saiba como ter espírito empreendedor e transformar seu sonho em realidade

Competência? Paixão? Criatividade? Sorte?

"Por que eu não pensei nisso antes?". É bem provável que você já tenha repetido essa frase algumas vezes ao deparar-se com invenções bem criativas e interessantes, várias delas tão simples que até nos deixam com raiva por não termos bolado primeiro. Imagine o dinheiro que você poderia ter ganhado se tivesse inventado o simples e revolucionário canudo ou, quem sabe, o clipe para papel e, até mesmo, o macarrão de piscina? Quando falamos de empreender, muitas coisas são levadas em consideração, como a busca por informações sobre o negócio e a avaliação de sua serventia. Mas, com certeza, uma pitada de criatividade pode ajudar bastante.

A jovem Natália Monteiro foi uma dessas pessoas que teve uma ideia interessante e bastante útil. Antenada em internet, ela construiu o Zuggi, primeiro buscador brasileiro voltado para crianças. O seu diferencial está na barra de conteúdos impróprios para o público infantil por meio de um filtro de sites e palavras. "Minha ideia sempre foi fazer algo para crianças, mas, inicialmente não sabia exatamente o quê. Quando começamos a fazer pesquisas de mercado, resolvemos focar no mundo digital, pois percebemos a enorme diferença que existia entre o mercado brasileiro e o de outros países. Decidimos iniciar com um buscador, pois acredito que, em um mundo cheio de informações, precisamos dar direcionamento para as crianças em um ambiente seguro e divertido", explica.

A iniciativa de Natália, inclusive, foi uma das quatro empresas brasileiras escolhidas pelo StartUp Chile 2011, um programa de incentivo ao desenvolvimento tecnológico que tem por objetivo atrair projetos pioneiros para aquele país. "A experiência está sendo incrível, estou aprendendo muito, recebendo feedbacks sobre meu projeto de participantes de todas as partes do mundo, com visões e experências diferenciadas. Estamos dando continuidade ao desenvolvimento da nossa ferramenta e também iniciando a internacionalização do Zuggi", conta Natália, que já embarcou para a cidade de Santiago. Todos os selecionados receberão um investimento financeiro de 40 mil dólares para desenvolver seus negócios no Chile por seis meses.

Outro empresário que, por meio de um trabalho proativo e visionário, conseguiu um rápido crescimento em seu negócio, foi Jean Graciola. Junto com seu pai, Francisco Graciola, ele gerencia a Construtora FG Empreendimentos, que atua no mercado imobiliário de luxo em Balneário Camboriú-SC e que, em apenas sete anos, cresceu mais de 3.000%. A dupla administra também uma holding com cerca de 10 empresas na localidade, que abrange os setores de hotelaria, indústria alimentícia, construção e serviços.

Para Jean, um das razões da vitória desse modelo de gestão é a postura de enfrentar os obstáculos de frente e a preocupação em motivar os próprios funcionários. "Sem dúvida, são as pessoas que fazem o negócio. Por entender isso, oferecemos uma série de benefícios, como distribuição de lucros focados em metas, cursos e programas de capacitação e aprendizado. Teve auxiliar de limpeza que chegou ao cargo de gerência em nossos empreendimentos", conta Jean.

Planejar é potencializar

Identificar se uma oportunidade realmente é boa não é tarefa das mais fáceis. Existem diversos fatores envolvidos como conhecimento sobre o assunto, seu mercado, os diferenciais competitivos e a equipe certa para atuar. Afinal, a informação é a alma do negócio e ter um planejamento prévio e contínuo pode auxiliar bastante.

"Se a complexidade do negócio e o volume de investimentos são baixos, planejar numa folha de papel, arregaçar as mangas e trabalhar é o que vale. Caso o negócio tenha alta complexidade e demande investimento elevado, então, o melhor é um plano do negócio bem detalhado e estruturado", ensina o empresário Pedro Mello, autor do livro "Guia de Sobrevivência do Empreendedor" e escolhido, em 2001, pelo Fórum Econômico Mundial como um dos Global Leaders for Tomorrow, fórum constituído por 100 empreendedores para discutir sobre esse tema no mundo.

Pedro revela que a informação é a matéria-prima de qualquer projeto. Ela pode ser obtida por meio de competidores, associações e, principalmente, perguntando para amigos, professores ou profissionais do setor que você pretende atuar. "As pessoas não têm a menor ideia do quanto deixam de obter informação grátis apenas por terem vergonha de pedir", conta.

Uma pesquisa realizada pela Havard Bussiness School reforça a ideia e a importância do planejamento. O estudo concluiu que a elaboração de um plano de negócios aumenta em 60% a probabilidade de sucesso ao empreender. Mas, lógico, só isso não basta. Afinal, o plano de negócios faz parte do primeiro passo: descobrir se vale a pena abrir, manter ou ampliar uma empresa.

"Parafraseando Thomas Edison, empreender é 10% inspiração e 90% transpiração. É não ficar esperando os outros fazerem, é ir lá e realizar", afirma Maria Juliana Giraldo, gerente de cultura empreendedora da Endeavor, organização internacional sem fins lucrativos que apoia empreendedores de alto impacto. Para Maria, o dinheiro não pode ser a maior motivação. "No começo, com certeza o empreendedor vai ganhar menos e trabalhar bastante, às vezes, bem mais do que se fosse um empregado em uma empresa. Dependendo do negócio, ele vai ter de batalhar muitos anos até começar a dar certo. A motivação deve ser sempre, portanto, a paixão por seu negócio, a vontade de mudar alguma coisa e crescer. O dinheiro é consequência", afirma.

Além disso, o comportamento ao empreender requer uma determinada postura mental. "O empreendedor é aquela pessoa que pergunta mais do que responde. Ele sempre se questiona em suas experiências cotidianas – e não apenas em seu negócio – sobre o que poderia ser melhorado, aproveitado e transformado", afirma Leandro Vieira, pesquisador na área e idealizador do Portal Administradores.

Combustível verde

Um empresário que arregaçou as mangas e acreditou no planejamento foi o administrador Alessandro Araújo Gomes. Antes mesmo de entrar na faculdade, ele alimentava o sonho de se envolver em um projeto sustentável. "A ideia de montar um negócio surgiu há muito tempo, numa aula de ecologia, em 1989. Depois de formado em Administração, com bastante vontade, comecei a procurar algo que juntasse preservação ambiental e geração de energia, e acabei encontrando o programa nacional do biodiesel, em 2006", conta.

Em 2008, Alessandro escreveu um plano de negócios e buscou financiamento junto a amigos e parentes para montar uma usina de produção de biodiesel. Com o projeto em mãos, a Prefeitura Municipal de Cruzeiro, em São Paulo, cedeu uma área no Distrito Industrial I, dando, assim, início às atividades. Lá é reciclado o óleo de fritura usado em restaurantes, cozinhas industriais, lanchonetes e condomínios para fabricação do combustível, bem como o óleo para indústrias de sabão, ração e resinas.

Com uma produção mensal de 10 mil litros, o empresário sabe que ainda há um grande caminho a percorrer. "Para os próximos anos, esperamos um crescimento significativo na coleta de óleo de fritura usado e gorduras residuais em função do aumento da consciência da população. Estamos ajudando a plantar um futuro melhor. Sabemos que o trabalho é difícil e demorado, mas os frutos serão bons para todos", salienta.

Aprendendo desde cedo

Se alguns, assim como Alessandro, já pensam em um amanhã mais sustentável, tem muita gente também pensando na formação dos futuros empreendedores brasileiros. Na Paraíba, o colégio QI – Questão de Inteligência, teve uma iniciativa pioneira no estado há cinco anos e que vem dando muito certo com seus alunos. Foram inseridas aulas sobre empreendedorismo na grade curricular da escola, desde o 1° ano do Ensino Fundamental até a última série antes do vestibular.

"Na primeira parte, especificamente com as crianças mais novas, nós trabalhamos a importância da construção dos sonhos, brincando com assuntos relacionados à economia e ao planejamento, pois é uma forma lúdica de mostrar conceitos sobre empreendedorismo", conta Paulo Tarso, diretor do colégio. Posteriormente, continua o professor, "do 6° ao 9° ano do Fundamental, explicamos sobre algumas das características do empreendedor. E, no Ensino Médio, o foco é o empreendedorismo nas empresas, abordando temas como marketing e plano de negócios".

Além das aulas, o colégio organiza anualmente a feira Jovens Empreendedores. Nela, os alunos se dividem em equipes, montam um plano de negócios, correm atrás de patrocínios e apresentam seus trabalhos – tudo com a orientação dos professores. "Esse é um evento que estimula o espírito empreendedor no aluno, agrega toda família e demais interessados. Cerca de seis a oito mil pessoas passam todos os anos para prestigiar e conhecer a feira", comemora Paulo.

A aula de empreendedorismo também foi adotada em todas as escolas públicas da rede municipal na cidade de Pomerode, em Santa Catarina. A iniciativa está em seu segundo ano consecutivo e é aplicada nas turmas da 8ª série do Ensino Fundamental. Dóris Mathias, diretora da Escola Professor Vidal Ferreira, localizada no município, conta que os alunos fazem leitura e pesquisa sobre empreendedorismo, têm contato com empresários locais e também aprendem, na prática, como tudo funciona. "Além de todos os conceitos passados, os alunos montam seus próprios negócios e até ganham dinheiro com isso. Aqui, nós temos uma empresa que trabalha com hortaliça, outra com porta-caneta utilizando sucata e até com apliques em roupa", orgulha-se a diretora.

Para Dóris, o importante ali não é criar empresários, mas pessoas que corram atrás de seus objetivos e de seus sonhos. "Tudo tem a ver com disciplina, organização, responsabilidade e vontade de alcançar metas. É, sem dúvida, uma experiência que vai acrescentar muito na vida desses alunos", finaliza a diretora.

Seja estimulando crianças ou até mesmo "fazendo acontencer" na vida adulta, esse tal de empreendedorismo se mostra como uma importante engrenagem para o desenvolvimento, tornando mais pessoas capazes e determinadas em buscar seus objetivos. E, se depois de ler essa matéria, você ainda não sabe dizer se o empreededorismo é competência, paixão, criatividade ou sorte, tente misturar uma boa medida de todos esses ingredientes. O resultado pode transformar a vida de muitas pessoas – principalmente a sua!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Empreendedor Y

Um tema bastante em voga hoje é a tão badalada geração Y, jovens nascidos do final dos anos 70 para 80. Toda a repercussão causada por este grupo, gira em torno dos seus hábitos, costumes e atitudes que são totalmente diferentes das gerações passadas...

Um tema bastante em voga hoje é a tão badalada geração Y, jovens nascidos do final dos anos 70 para 80.

Toda a repercussão causada por este grupo, gira em torno dos seus hábitos, costumes e atitudes que são totalmente diferentes das gerações passadas.

Hoje uma grande quantidade de pesquisadores estudam a geração Y em diversos campos, um em destaque que vem ganhando bastante ênfase é o campo do empreendedorismo, mais particularmente falando, o empreendedor Y.

Por serem pessoas criativas, inovadoras, dinâmicas e não terem grande apreço por hierarquias, este grupo tem revolucionado o mercado com suas idéias e projetos mudando até mesmo nossos hábitos de consumo.

Perfil do Empreendedor Y

São pessoas mais flexíveis, abertas a mudança de caminho não se prendendo a apenas uma única opção ou saída, são mais voltados para o aprendizado, seja por meio de cursos formais como por meio de simples conversas com clientes. Outra característica importante é que eles não negam a importância de se fazer um planejamento, mas no entanto, dão mais ênfase a ação e a busca por resultados práticos. Aliás acredito que um dos principais entraves para se empreender é justamente o excesso de planejamento e o pouco foco na prática, o empreendedor acaba teorizando demais o seu projeto e esquece de obter uma vivencia real do seu produto com o mercado.

O setor que mais os atrai, é o tecnológico sem dúvida, isso, no entanto não quer dizer que não temos grandes empreendedores jovens em outras áreas.

Empresas jovens comandada por jovens

Projetos que começaram pequenos com apenas uma idéia e muita dedicação, nas mãos destes empreendedores, hoje ganham destaque mundo afora, veja alguns casos:

Empreendemia: Já falei uma vez aqui sobre o empreendemia, mas sou obrigado a falar dele novamente, comandado pelo: Luiz Piovesana, Mauro Shimizu Ribeiro e Millor Machado, a inovação do empreendemia dentro do segmento das redes sociais tem dado o que falar.

Começaram com apenas uma idéia e muita dedicação, o resultado disso é que graças a este projeto, a forma das empresas se relacionarem com seu mercado (seja ele B2B ou B2C) vem ganhando mais agilidade e dinamismo.

Boo-Box: Criado pelo jovem Marco Gomes, a Boo Box, revolucionou a forma de fazer marketing pela internet no pais sendo a pioneira no segmento de publicidade via mídias sociais.

De um começo nada fácil em Gama – DF, para São Paulo, onde em 2007 recebeu um investimento de US$ 300.000 dólares da Monashees Capital, e logo depois um outro aporte da Intel Capital, sendo a única empresa brasileira a receber apoio financeiro deste prestigiado grupo.

Zuggi: Seria um erro não dá crédito ao publico feminino não é mesmo? Até porque as jovens mulheres também tem sua parcela de contribuição na criação de empresas inovadoras.

Natália Andreoli Monteiro com certeza é uma ótima personagem para representar este grupo, cabe a ela os créditos de ter criado o primeiro buscador brasileiro voltado para crianças, o Zuggi.

O grande diferencial do projeto está no bloqueamento de conteúdos inadequados para nossos pequenos internautas.

A empresa foi tão bem aceita que chegou a ser uma das quatro ganhadoras do prêmio StartUp Chile 2011, um programa de incentivo e desenvolvimento tecnológico daquele pais, pegando essa deixa é necessário dizer que o governo brasileiro devia acordar e olhar para os empreendedores que estão perdendo, tenho certeza que além da Natalia há uma grande quantidade de jovens inovadores buscando abrir e desenvolver suas empresas no exterior.

Coincidências...

Escrevendo este artigo acabei identificando uma coisa em comum nas três histórias que caracteriza bem o espírito criativo e inovador da geração Y.

Todos os projetos foram pioneiros em seus respectivos segmentos aqui no país, um sinal de que empreender é arriscar por águas desconhecidas, encontrar oportunidades e principalmente fazer a diferença, como estes e tantos outros jovens estão fazendo...

terça-feira, 14 de junho de 2011

Afinal de contas: o que é um Intra-empreendedor?

O intra-empreendedor é aquele que está em constante observação em seu local de trabalho e nunca está satisfeito porque sempre acha que é possível encontrar uma maneira melhor de fazer as coisas acontecerem.

O intra-empreendedor é aquele que está em constante observação em seu local de trabalho e nunca está satisfeito porque sempre acha que é possível encontrar uma maneira melhor de fazer as coisas acontecerem. É através dele que as melhorias ocorrem, os custos baixam e a qualidade melhora. O desafio está em fazer aumentar o número de colaboradores com este tipo de preocupação.

Podemos dizer que este colaborador que sempre está buscando alternativas de melhorias é de fato um empreendedor. De acordo com SCHUMPETER* - "O empreendedor é a pessoa que destrói a ordem econômica existente graças à introdução no mercado de novos produtos/serviços, pela criação de novas formas de gestão ou pela exploração de novos recursos materiais e tecnologias."

Para que esta cultura intra - empreendedora exista se faz necessário levar em
consideração algumas variáveis fundamentais a começar pelo ambiente de trabalho do colaborador. Então, se uma empresa gosta de levar os negócios com "mão de ferro", dificilmente alcançará tal objetivo, pois se os colaboradores sentem-se pressionados e/ou inibidos por causa desta cultura inflexível, todos os esforços vão por água abaixo.

O intra-empreendedorismo em uma empresa permite que surjam várias inovações de produtos/serviços capazes de manter sua competitividade no mercado. Esta cultura deve estar enraizada nos corações da alta gerencia como também nos de seus colaboradores uma vez que só é possível cultivar uma cultura intra- empreendedora quando todos possuem seus objetivos pessoais e profissionais
alinhados com a estratégia do negócio. Espera-se que a força de trabalho exercida na linha de produção não seja apenas a de executar, mas sim de também visualizar melhorias e implantar de forma consciente e eficiente suas idéias.


*Joseph Alois Schumpeter - foi um dos mais importantes economistas da primeira metade do século XX.

terça-feira, 8 de março de 2011

Deputada quer criar dia nacional do empreendedorismo no Brasil

Projeto de lei complementar que tramita na Câmara dos Deputados quer transformar a data 19 de novembro no Dia Nacional do Empreendedorismo no Brasil. Hoje já existe o dia da micro e pequena empresa, comemorado em 5 de outubro.

O PLP 193/11, que aguarda distribuição para análise pelas comissões da Câmara, é de autoria da deputada Fátima Pelaes (PMDB/AP). O objetivo, explica, é sensibilizar e incentivar iniciativas de apoio ao empreendedorismo e à inovação, ampliando a geração de emprego, além de ampliar o debate sobre o assunto.
A ideia da deputada é promover ampla mobilização em torno do tema, a exemplo do que ocorre na Semana Global do Empreendedorismo, que, afirma, mobiliza em média 2 mil atividades e cerca de 5 milhões de pessoas.
Conforme a deputada, a escolha do dia 19 de novembro se dá porque "já existe um grupo de aproximadamente 120 executivos que se reúnem nessa data para fomentar o empreendedorismo e potencializar rodadas de negócios no Brasil".
Na justificativa do projeto, Fátima Pelaes explica que a criação desse dia, "além de resgatar o papel dos empreendedores no esforço em prol do desenvolvimento da economia brasileira, resulta também em grande estímulo à classe empreendedora, gerando mudanças e valorizando a essência do conhecimento e da experiência".