Terá lugar no dia 4 de Maio, pelas 18h30, na EGP-UPBS ( Pólo dos Salazares) a Apresentação do livro “Empreendedorismo: do Conceito à Aplicação, da Ideia ao Negócio, da Tecnologia ao Valor” por Pedro Saraiva, Professor Catedrático da Universidade de Coimbra.
A obra resulta da experiência acumulada de duas décadas do autor, centrada no empreendedorismo, enquanto professor, investigador, vice-reitor da Universidade de Coimbra, mas sobretudo também como dinamizador da criação de múltiplas novas realidades organizacionais.
Os conteúdos da obra serão comentados por um painel de convidados, composto pelo seguinte conjunto de oradores:
Prof. José Sarsfield Cabral, Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia
Doutor Luís Reis, Chief Corporate Centre Officer da Sonae e docente da EGP-UPBS
Dr. Manuel Carvalho, Jornal “Público”
Prof. Nuno de Sousa Pereira, Presidente da Direcção da EGP-UPBS
Entrada livre sujeita a confirmação com Cristina Magalhães: cmagalhaes@egp-upbs.up.pt
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
A motivação dos empreendedores, nem todos eles querem ser bilionários - veja quais são os perfis dos empreendedores brasileiros
Recentemente, a revista Forbes publicou a lista dos homens mais ricos do mundo. Uma olhada rápida e podemos perceber que a maioria dos bilionários são empreendedores. Entre os 30 brasileiros, metade deles são donos dos seus próprios negócios. A característica dessa lista nos leva facilmente a generalizar a conclusão de que as pessoas escolhem o empreendedorismo como uma forma de ficar rico.
Estudos acadêmicos de todo o mundo mostram que essa ideia é equivocada e que, na verdade, os verdadeiros empreendedores estão em busca de outras realizações. O que percebemos é que os empreendedores brasileiros podem ser classificados em quatro tipos na sua relação com o dinheiro:
1) O empreendedor por necessidade, aquele que precisa do dinheiro para sobreviver, não encontra outra forma de remuneração por dificuldades para se inserir no mercado de trabalho e acaba adotando o caminho do empreendedorismo como forma de se sustentar. Geralmente, esses empreendedores não desejariam ter um negócio próprio se pudessem escolher. Sua taxa de mortalidade é alta, pois ou o empreendedor abandona seu negócio na primeira oportunidade de emprego que aparece ou acaba quebrando mesmo por falta de competência, de estrutura ou porque a oportunidade não era sustentável ao longo do tempo.
Existe uma dualidade na percepção de valor do dinheiro para esses empreendedores. Ou eles se classificam como os artistas que veem em sua atividade uma necessidade para sobreviver, mas dão importância a coisas mais “nobres” na vida, enquanto existem outros que gostariam de ganhar mais dinheiro e conseguir respirar um pouco, mas não conseguem por pura falta de competência. Estes precisam se contentar em conseguir terminar mais um dia sem passar fome. Nessa categoria se encaixam os empreendedores autônomos, artistas e alguns profissionais liberais, microempreendedores e empreendedores informais.
2) O empreendedor pós-sobrevivência. Trata-se daquele que começou como empreendedor por necessidade e consegue superar o sufoco dos primeiros anos, quando a instabilidade é alta, e a fragilidade, também. Normalmente às duras penas, esses empreendedores conseguem estabilizar seus negócios e atingir um nível de volume de negócios que lhes garante um ganho mínimo sem sobressaltos. Esses empreendedores têm medo de que seu negócio saia do controle. São traumatizados pelos primeiros anos de vida do empreendimento, passaram por muitas dificuldades e respiram com alívio a estabilidade adquirida.
Apesar de os empreendedores normalmente serem conhecidos pela predisposição para assumir riscos, esse tipo de empreendedor não tem a mesma propensão. Para ele, perder o negócio é um risco proporcionalmente muito grande e, por isso, ele se contenta em ter uma empresa pequena, mas que ele consiga controlar e manter. Para eles, o negócio é um meio de vida e não vemos neles muitos arroubos de crescimento. Os pequenos negócios de sobrevivência, como mercadinhos de bairro, postos de gasolina, lojas de varejo, salões de cabeleireiro e outros, se encaixam nesta categoria.
3) O empreendedor por oportunidade é aquele que, embora bem empregado e com ótimas perspectivas de carreira no emprego tradicional, identifica uma oportunidade e cultiva há tempos o sonho de empreender e ser o dono do próprio nariz. Eles normalmente se prepararam bem antes de se lançarem como empreendedores. Adquirem formação específica, ficam sempre de olho nas janelas de oportunidade, se mantêm sempre informados, acumulam capital e, quando chega o momento, largam o emprego para perseguir seus sonhos. A taxa de mortalidade desses empreendimentos é baixa porque os riscos proporcionais são bem menores do que os empreendedores por necessidade. A relação com o dinheiro que eles constroem varia em função de outros elementos que lhes dão satisfação, como equilíbrio de vida, hobbies e passatempos, família, viagens, prazer do trabalho, experimentação de coisas diferentes, vida social, entre outros. Para esses empreendedores, o dinheiro é bem-vindo sempre e cada vez mais, porém sua importância cai na medida em que ele atinge uma remuneração que lhe dá um bom padrão de vida, a ponto de ele poder se concentrar em outras coisas que lhe dão satisfação.
O sucesso, para esses empreendedores, não é exclusivamente o financeiro, e sim o equilíbrio propiciado por outras conquistas, nas quais o dinheiro é apenas um desses componentes. Esses empreendedores querem que seus empreendimentos cresçam, mas não muito. Não se veem como donos de empresas gigantescas, das quais acabarão se tornando escravos. Ao contrário, preferem se manter como médias empresas em um crescimento orgânico, mas excelentes em seus campos de atuação. Por isso mesmo, esses empreendedores não se dão muito bem com investidores de risco, pois invariavelmente seus objetivos entram em conflito. Enquanto o investidor quer ganhar muito dinheiro e rápido, o empreendedor troca facilmente seus objetivos de maior ganho por uma causa social ou um bem maior que o seu negócio pode gerar. Para eles, empreender é um estilo de vida, e não uma forma de enriquecer. Entram nessa categoria empresas de tecnologia, serviços baseados em capital intelectual, negócios com médio a alto grau de inovação e nichos de mercado de alto padrão.
4) Empreendedores de alto crescimento. Esses são os que querem sair na lista da Forbes. Para esses empreendedores, não há limite para crescer. Querem crescer muito e rápido. Representam o objeto de desejo de grandes investidores, pois compartilham os mesmos objetivos e reconhecem os demonstrativos de resultados como o principal, senão o único, parâmetro de desempenho. Esses empreendedores abrem mão de muita coisa para se dedicarem aos seus negócios. Procuram estar sempre bem relacionados com pessoas de poder, valorizam o prestígio e são vaidosos. Para eles, não há outro objetivo em ter um negócio senão a de proporcionar a liberdade de comprar tudo que de bom e de melhor o dinheiro possa obter e acreditam fielmente que o dinheiro pode tudo em uma sociedade capitalista.
Há quem questione esses empreendedores e seus valores e princípios, mas há uma grande quantidade de pessoas que se espelha em seus exemplos e cultivam os mesmos valores e objetivos. A mídia especializada trata de reforçar a mitificação destes empreendedores, dando ênfase e importância às suas histórias de vida e realizações, levando a uma questionável concepção do que é ter sucesso na vida. Nessa categoria está qualquer tipo de negócio, desde que seja grande ou esteja na rota do alto crescimento.
* Marcos Hashimoto é professor de empreendedorismo do Insper, consultor e palestrante
Estudos acadêmicos de todo o mundo mostram que essa ideia é equivocada e que, na verdade, os verdadeiros empreendedores estão em busca de outras realizações. O que percebemos é que os empreendedores brasileiros podem ser classificados em quatro tipos na sua relação com o dinheiro:
1) O empreendedor por necessidade, aquele que precisa do dinheiro para sobreviver, não encontra outra forma de remuneração por dificuldades para se inserir no mercado de trabalho e acaba adotando o caminho do empreendedorismo como forma de se sustentar. Geralmente, esses empreendedores não desejariam ter um negócio próprio se pudessem escolher. Sua taxa de mortalidade é alta, pois ou o empreendedor abandona seu negócio na primeira oportunidade de emprego que aparece ou acaba quebrando mesmo por falta de competência, de estrutura ou porque a oportunidade não era sustentável ao longo do tempo.
Existe uma dualidade na percepção de valor do dinheiro para esses empreendedores. Ou eles se classificam como os artistas que veem em sua atividade uma necessidade para sobreviver, mas dão importância a coisas mais “nobres” na vida, enquanto existem outros que gostariam de ganhar mais dinheiro e conseguir respirar um pouco, mas não conseguem por pura falta de competência. Estes precisam se contentar em conseguir terminar mais um dia sem passar fome. Nessa categoria se encaixam os empreendedores autônomos, artistas e alguns profissionais liberais, microempreendedores e empreendedores informais.
2) O empreendedor pós-sobrevivência. Trata-se daquele que começou como empreendedor por necessidade e consegue superar o sufoco dos primeiros anos, quando a instabilidade é alta, e a fragilidade, também. Normalmente às duras penas, esses empreendedores conseguem estabilizar seus negócios e atingir um nível de volume de negócios que lhes garante um ganho mínimo sem sobressaltos. Esses empreendedores têm medo de que seu negócio saia do controle. São traumatizados pelos primeiros anos de vida do empreendimento, passaram por muitas dificuldades e respiram com alívio a estabilidade adquirida.
Apesar de os empreendedores normalmente serem conhecidos pela predisposição para assumir riscos, esse tipo de empreendedor não tem a mesma propensão. Para ele, perder o negócio é um risco proporcionalmente muito grande e, por isso, ele se contenta em ter uma empresa pequena, mas que ele consiga controlar e manter. Para eles, o negócio é um meio de vida e não vemos neles muitos arroubos de crescimento. Os pequenos negócios de sobrevivência, como mercadinhos de bairro, postos de gasolina, lojas de varejo, salões de cabeleireiro e outros, se encaixam nesta categoria.
3) O empreendedor por oportunidade é aquele que, embora bem empregado e com ótimas perspectivas de carreira no emprego tradicional, identifica uma oportunidade e cultiva há tempos o sonho de empreender e ser o dono do próprio nariz. Eles normalmente se prepararam bem antes de se lançarem como empreendedores. Adquirem formação específica, ficam sempre de olho nas janelas de oportunidade, se mantêm sempre informados, acumulam capital e, quando chega o momento, largam o emprego para perseguir seus sonhos. A taxa de mortalidade desses empreendimentos é baixa porque os riscos proporcionais são bem menores do que os empreendedores por necessidade. A relação com o dinheiro que eles constroem varia em função de outros elementos que lhes dão satisfação, como equilíbrio de vida, hobbies e passatempos, família, viagens, prazer do trabalho, experimentação de coisas diferentes, vida social, entre outros. Para esses empreendedores, o dinheiro é bem-vindo sempre e cada vez mais, porém sua importância cai na medida em que ele atinge uma remuneração que lhe dá um bom padrão de vida, a ponto de ele poder se concentrar em outras coisas que lhe dão satisfação.
O sucesso, para esses empreendedores, não é exclusivamente o financeiro, e sim o equilíbrio propiciado por outras conquistas, nas quais o dinheiro é apenas um desses componentes. Esses empreendedores querem que seus empreendimentos cresçam, mas não muito. Não se veem como donos de empresas gigantescas, das quais acabarão se tornando escravos. Ao contrário, preferem se manter como médias empresas em um crescimento orgânico, mas excelentes em seus campos de atuação. Por isso mesmo, esses empreendedores não se dão muito bem com investidores de risco, pois invariavelmente seus objetivos entram em conflito. Enquanto o investidor quer ganhar muito dinheiro e rápido, o empreendedor troca facilmente seus objetivos de maior ganho por uma causa social ou um bem maior que o seu negócio pode gerar. Para eles, empreender é um estilo de vida, e não uma forma de enriquecer. Entram nessa categoria empresas de tecnologia, serviços baseados em capital intelectual, negócios com médio a alto grau de inovação e nichos de mercado de alto padrão.
4) Empreendedores de alto crescimento. Esses são os que querem sair na lista da Forbes. Para esses empreendedores, não há limite para crescer. Querem crescer muito e rápido. Representam o objeto de desejo de grandes investidores, pois compartilham os mesmos objetivos e reconhecem os demonstrativos de resultados como o principal, senão o único, parâmetro de desempenho. Esses empreendedores abrem mão de muita coisa para se dedicarem aos seus negócios. Procuram estar sempre bem relacionados com pessoas de poder, valorizam o prestígio e são vaidosos. Para eles, não há outro objetivo em ter um negócio senão a de proporcionar a liberdade de comprar tudo que de bom e de melhor o dinheiro possa obter e acreditam fielmente que o dinheiro pode tudo em uma sociedade capitalista.
Há quem questione esses empreendedores e seus valores e princípios, mas há uma grande quantidade de pessoas que se espelha em seus exemplos e cultivam os mesmos valores e objetivos. A mídia especializada trata de reforçar a mitificação destes empreendedores, dando ênfase e importância às suas histórias de vida e realizações, levando a uma questionável concepção do que é ter sucesso na vida. Nessa categoria está qualquer tipo de negócio, desde que seja grande ou esteja na rota do alto crescimento.
* Marcos Hashimoto é professor de empreendedorismo do Insper, consultor e palestrante
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Por Marcos Hashimoto
Encontro Nacional de Incubadoras
Fernando Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Montalegre, participa no próximo dia 27, no auditório municipal de Boticas, no "Encontro Nacional de Incubadoras - Apoio às Empresas" cujo público alvo são empresas, start-ups, potenciais empresários e incubadoras. Uma presença marcada pela assinatura de um protocolo tendo em vista a constituição de um centro de incubação no concelho, projeto integrado que deverá compor a futura Rede de Incubação do Barroso.
A Câmara Municipal de Montalegre, representada pelo presidente Fernando Rodrigues, marca lugar no próximo dia 27, no auditório municipal de Boticas, no "Encontro Nacional de Incubadoras", evento que pretende reunir as principais incubadoras nacionais que atuam na promoção e dinamização do empreendedorismo em Portugal.
Com os principais centros de incubação de empresas do país reunidos, a iniciativa «afirma-se como um evento catalisador de novas ideias e sinergias em torno deste apoio à iniciativa empresarial».
Do programa constam conferências, workshops, business drinks e almoços de negócio complementado pelo lançamento de novos projetos de incubação no interior do país.
PRÉMIO MULHER EMPRESÁRIA
Salientar que a Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) promove, até dia 26, o "Prémio da Mulher Empresária", galardão de empreendedorismo feminino que inclui duas categorias de competição com um prémio, em cada uma, no valor de 5.000 euros : "Start - Criação de Empresas" e "Grow - Expansão e Reafirmação de Empresas".
“Start - Criação de Empresas” - dedicada ao reconhecimento da inovação associada empresas constituídas há menos de um ano ou de planos de negócio em vias de implementação.
“Grow - Expansão e Reafirmação de Empresas” - visa reconhecer o percurso e vocação empreendedora de empresárias responsáveis por negócios já amadurecidos, mas ainda com potencial de crescimento.
INTERIOR EMPRESARIAL
Realizado no auditório municipal de Boticas, este "Encontro Nacional de Incubadoras" pretende dar a «conhecer e divulgar apoios ao empreendedorismo, refletir oportunidades e fechar novos negócios e parcerias». Os trabalhos têm início com o painel "Oportunidades e Estratégias do Alto Tâmega", o qual culmina com a assinatura de protocolos de colaboração entre a ANJE e as autarquias de Montalegre, Ribeira de Pena e de Boticas, tendo em vista a constituição de um centro de incubação em cada um dos referidos municípios, um projeto integrado que deverá compor a Rede de Incubação do Barroso.
A Câmara Municipal de Montalegre, representada pelo presidente Fernando Rodrigues, marca lugar no próximo dia 27, no auditório municipal de Boticas, no "Encontro Nacional de Incubadoras", evento que pretende reunir as principais incubadoras nacionais que atuam na promoção e dinamização do empreendedorismo em Portugal.
Com os principais centros de incubação de empresas do país reunidos, a iniciativa «afirma-se como um evento catalisador de novas ideias e sinergias em torno deste apoio à iniciativa empresarial».
Do programa constam conferências, workshops, business drinks e almoços de negócio complementado pelo lançamento de novos projetos de incubação no interior do país.
PRÉMIO MULHER EMPRESÁRIA
Salientar que a Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) promove, até dia 26, o "Prémio da Mulher Empresária", galardão de empreendedorismo feminino que inclui duas categorias de competição com um prémio, em cada uma, no valor de 5.000 euros : "Start - Criação de Empresas" e "Grow - Expansão e Reafirmação de Empresas".
“Start - Criação de Empresas” - dedicada ao reconhecimento da inovação associada empresas constituídas há menos de um ano ou de planos de negócio em vias de implementação.
“Grow - Expansão e Reafirmação de Empresas” - visa reconhecer o percurso e vocação empreendedora de empresárias responsáveis por negócios já amadurecidos, mas ainda com potencial de crescimento.
INTERIOR EMPRESARIAL
Realizado no auditório municipal de Boticas, este "Encontro Nacional de Incubadoras" pretende dar a «conhecer e divulgar apoios ao empreendedorismo, refletir oportunidades e fechar novos negócios e parcerias». Os trabalhos têm início com o painel "Oportunidades e Estratégias do Alto Tâmega", o qual culmina com a assinatura de protocolos de colaboração entre a ANJE e as autarquias de Montalegre, Ribeira de Pena e de Boticas, tendo em vista a constituição de um centro de incubação em cada um dos referidos municípios, um projeto integrado que deverá compor a Rede de Incubação do Barroso.
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Paredes: Feira de emprego regressa ao Pavilhão Rota dos Móveis
Depois do sucesso da primeira edição, está de regresso ao Pavilhão Rota dos Móveis, em Lordelo, Paredes, a segunda edição da inVista – Feira de Emprego,Formação e Empreendedorismo, iniciativa do Projecto Paredes m.e.i.a.s. com o apoio da Câmara Municipal de Paredes, Junta de Freguesia de Lordelo e Instituto da Segurança Social.
Agendada para os dias 5, 6 e 7 de Maio, a InVista 2011 prepara-se para dar um salto assinalável nesta edição, passando a ocupar a totalidade do Pavilhão Rota dos Móveis, por força do crescente número de entidades que manifestaram já o desejo de se associarem a esta iniciativa.
De acordo com a Organização, existem já cerca de 40 entidades que confirmaram a sua presença neste evento que se tornou já uma referência na Região do Vale do Sousa e que pretende ser uma janela aberta para o futuro de jovens e adultos à procura de emprego ou de se lançarem pela primeira vez no mercado de trabalho.
Assim, além da presença de várias escolas públicas e profissionais da Região do Vale do Sousa, a InVista 2011 viu também a sua influência alargada a diversos Centros de Formação do Distrito do Porto e nada menos do que cinco Universidades.
Agendada para os dias 5, 6 e 7 de Maio, a InVista 2011 prepara-se para dar um salto assinalável nesta edição, passando a ocupar a totalidade do Pavilhão Rota dos Móveis, por força do crescente número de entidades que manifestaram já o desejo de se associarem a esta iniciativa.
De acordo com a Organização, existem já cerca de 40 entidades que confirmaram a sua presença neste evento que se tornou já uma referência na Região do Vale do Sousa e que pretende ser uma janela aberta para o futuro de jovens e adultos à procura de emprego ou de se lançarem pela primeira vez no mercado de trabalho.
Assim, além da presença de várias escolas públicas e profissionais da Região do Vale do Sousa, a InVista 2011 viu também a sua influência alargada a diversos Centros de Formação do Distrito do Porto e nada menos do que cinco Universidades.
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Lagoa: Sessão de esclarecimento para imigrantes sobre empreendedorismo
A câmara de Lagoa vai promover, dia 28 de abril, a partir das 9:00 horas, no salão nobre dos paços do concelho, uma sessão de esclarecimento para imigrantes, integrada num projecto de promoção do empreendedorismo.
Trata-se de uma iniciativa que resulta de uma parceria entre a autarquia, o Centro de Emprego e Formação Profissional de Portimão e a Rede GIP Imigrante, integrada no projeto «Promoção do Empreendedorismo Imigrante (PEI 2011)», dirigida aos cidadãos imigrantes que pretendam “melhorar a sua condição de vida através do desenvolvimento de uma atitude empreendedora”.
O PEI 2011, patrocinado pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultura (ACIDI) e Presidência de Conselho de Ministros, pretende promover o empreendedorismo junto das comunidades imigrantes que, no caso do município de Lagoa, reforça a edilidade, “são bastante activas e numerosas”.
Esta sessão de esclarecimento contempla os seguintes apoios: realização de um curso de «Apoio à Criação de Negócios», facilitação de contactos junto de programas de apoio ao empreendedorismo, acompanhamento ao longo do desenvolvimento do negócio e a possibilidade de candidatura a um concurso de ideias de negócio.
A entrada é livre e as sessões contarão com a presença de técnicos de origem moldava, russa, ucraniana, brasileira e cabo-verdiana, aptos a esclarecer os presentes em português ou na sua língua materna ou em ambas.
Para mais informações, os interessados podem contactar a câmara de Lagoa através da linha verde 800272475.
Trata-se de uma iniciativa que resulta de uma parceria entre a autarquia, o Centro de Emprego e Formação Profissional de Portimão e a Rede GIP Imigrante, integrada no projeto «Promoção do Empreendedorismo Imigrante (PEI 2011)», dirigida aos cidadãos imigrantes que pretendam “melhorar a sua condição de vida através do desenvolvimento de uma atitude empreendedora”.
O PEI 2011, patrocinado pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultura (ACIDI) e Presidência de Conselho de Ministros, pretende promover o empreendedorismo junto das comunidades imigrantes que, no caso do município de Lagoa, reforça a edilidade, “são bastante activas e numerosas”.
Esta sessão de esclarecimento contempla os seguintes apoios: realização de um curso de «Apoio à Criação de Negócios», facilitação de contactos junto de programas de apoio ao empreendedorismo, acompanhamento ao longo do desenvolvimento do negócio e a possibilidade de candidatura a um concurso de ideias de negócio.
A entrada é livre e as sessões contarão com a presença de técnicos de origem moldava, russa, ucraniana, brasileira e cabo-verdiana, aptos a esclarecer os presentes em português ou na sua língua materna ou em ambas.
Para mais informações, os interessados podem contactar a câmara de Lagoa através da linha verde 800272475.
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“Aveiro Empreendedor”
O protocolo entre as 18 entidades que se associaram ao projecto pretendem fomentar o investimento e criar mais emprego no município de Aveiro. O presidente do conselho de administração da Martifer, Carlos Martins, foi o orador convidado da cerimónia que decorreu no edifício da antiga Capitania e deixou a perspectiva de que o momento actual, de crise económico-financeira, poderá vir “trazer alguma dose de empreendedorismo às pessoas”.
Para o empresário, não restam dúvidas de que o cenário actual de crescimento do desemprego pode impulsionar os portugueses “a darem o salto”, criando o seu próprio emprego. Na sessão de apresentação pública do “Aveiro Empreendedor”, Carlos Martins acabou também por falar do seu exemplo pessoal e do percurso traçado pela Martifer, lembrando o facto de ter arrancado com a empresa com apenas 26 anos. E deixou alguns conselhos aos futuros e potenciais empreendedores.
“Ser empreendedor é alguém que tem uma ideia e estuda noites a fio sobre essa ideia”, vincou o empresário. “O empreendedor é aquele que toma uma decisão sozinho”, acrescentou Carlos Martins, evidenciando também a necessidade de “o empreendedor ser alguém que sabe dizer não” e “alguém que sabe escolher pessoas e, acima de tudo, escolher líderes”.
Para o empresário, não restam dúvidas de que o cenário actual de crescimento do desemprego pode impulsionar os portugueses “a darem o salto”, criando o seu próprio emprego. Na sessão de apresentação pública do “Aveiro Empreendedor”, Carlos Martins acabou também por falar do seu exemplo pessoal e do percurso traçado pela Martifer, lembrando o facto de ter arrancado com a empresa com apenas 26 anos. E deixou alguns conselhos aos futuros e potenciais empreendedores.
“Ser empreendedor é alguém que tem uma ideia e estuda noites a fio sobre essa ideia”, vincou o empresário. “O empreendedor é aquele que toma uma decisão sozinho”, acrescentou Carlos Martins, evidenciando também a necessidade de “o empreendedor ser alguém que sabe dizer não” e “alguém que sabe escolher pessoas e, acima de tudo, escolher líderes”.
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in www.DiariodeAveiro.pt
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Empreendedorismo: Portugueses que empreendem lá fora
São mais de cinco milhões os portugueses que vivem no estrangeiro. Desde 2008, a Cotec já distinguiu seis com o Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa. Conheça as histórias por detrás do sucesso.
Inserir o nome e palavra passe, conversar com amigos, sair. Onde quer que esteja, pode utilizar o eBuddy para comunicar nos seus “chats” preferidos. A ideia é de origem lusitana, mas tem sede em Amesterdão, Holanda. Paulo de Carvalho, 32 anos, é a cabeça por trás do conceito. Quatro anos depois de se ter mudado para aquele país lançou a sua própria empresa.
Hoje, a eBuddy tem escritórios em Londres, São Francisco (EUA) e emprega 90 pessoas. Em 2009, venceu a segunda edição do Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa, promovido pela Cotec Portugal – Associação Empresarial para a Inovação, com o Alto Patrocínio do Presidente da República. Não foi o único. Desde 2008, já foram distinguidos seis empreendedores portugueses.
As candidaturas para a quarta edição do galardão estão abertas até 26 de Março. Objectivo: distinguir os portugueses que se destacaram pelo seu papel empreendedor, inovador e responsável fora do país. Para Filipe de Botton, membro da direcção da Cotec e presidente do júri, há duas lições a reter. “Por um lado, o prazer genuíno que têm todos os que participam, por serem reconhecidos e acarinhados por Portugal.” Por outro, a rede de contactos que resulta do encontro entre os participantes e empresários portugueses.
Lançado em Fevereiro de 2008, o galardão visa estimular a cooperação entre Portugal e os países onde estão sediados os cidadãos nacionais. Para se candidatarem, os empreendedores devem residir no estrangeiro há mais de cindo anos. A receita para o sucesso parece simples: os empresários devem ser exemplos de integração nas economias em que operam. “É importante que os empreendedores conheçam bem o produto que querem vender, exportar ou comercializar. Além disso, devem ter uma enorme humildade, resistência e persistência grande, e saber direccionar de forma inovadora o seu produto, seja de que área for”, revela Filipe de Botton.
EUA e Brasil
São mais de cinco milhões os portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro. Na edição de 2010, candidataram-se 81 portugueses provenientes de 26 países e dos mais diversos sectores de actividade. Isidro Fartaria, 55 anos, foi o grande vencedor. Presidente da Titel Holding, um grupo ligado à construção civil, presente em 11 países, incluindo Portugal, está em França desde os sete anos. Nessa mesma edição também foi atribuída uma Menção Honrosa de empreendedorismo social a Acácio Vieira, 36 anos, fundador e director-geral da Healing Wings, uma Organização Não Governamental (ONG) criada em 2000.
Desde 2008, candidataram-se 117 pessoas, provenientes de 30 países. Este ano, Filipe de Botton espera atingir as cem. Se isso acontecer, será “um sucesso”. Os países mais representados têm sido os Estados Unidos da América (EUA), com 27 candidaturas, o Brasil, com 15 e França, com 12. “Acho que é por uma questão cultural: são os países com que os portugueses se identificam mais, que estão mais próximos. O que me surpreende é não estarmos representados nos 192 países onde residem os cinco milhões de portugueses que estão fora de Portugal”, comenta.
A maioria dos candidatos (87%) é do sexo masculino. Os sectores de actividade com maior representação são o empresarial e financeiro (27%), restauração e turismo (17%) e investigação e ciência (16%). Filipe de Botton explica que a maior dificuldade tem sido a escolha do vencedor. “A maioria dos participantes merece ganhar.” O júri classifica as candidaturas em função de cinco eixos de desenvolvimento e nem sempre é fácil encontrar apenas um vencedor. Em 2008, Carlos de Mattos e Fernando Ferreira foram os galardoados, e no ano seguinte foi a vez de Manuel Vieira e Paulo de Carvalho. “Todas as candidaturas se consideram vencedoras só pelo facto de virem a Portugal e serem reconhecidas pelo Estado Português. Isto já lhes dá a noção de que valeu a pena.”
A quem quiser entrar numa aventura “além-fronteiras” pela primeira vez, Filipe de Botton desaconselha o mercado espanhol. “É um mercado extremamente competitivo, muito fechado para as empresas estrangeiras, e que nunca recomendo como primeira experiência de internacionalização”. Para o presidente do júri, as estreias “lá fora” devem ser feitas em mercados mais interessantes, como o inglês. Importante é que estudem todas as vantagens competitivas antes de se aventurarem.
Inserir o nome e palavra passe, conversar com amigos, sair. Onde quer que esteja, pode utilizar o eBuddy para comunicar nos seus “chats” preferidos. A ideia é de origem lusitana, mas tem sede em Amesterdão, Holanda. Paulo de Carvalho, 32 anos, é a cabeça por trás do conceito. Quatro anos depois de se ter mudado para aquele país lançou a sua própria empresa.
Hoje, a eBuddy tem escritórios em Londres, São Francisco (EUA) e emprega 90 pessoas. Em 2009, venceu a segunda edição do Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa, promovido pela Cotec Portugal – Associação Empresarial para a Inovação, com o Alto Patrocínio do Presidente da República. Não foi o único. Desde 2008, já foram distinguidos seis empreendedores portugueses.
As candidaturas para a quarta edição do galardão estão abertas até 26 de Março. Objectivo: distinguir os portugueses que se destacaram pelo seu papel empreendedor, inovador e responsável fora do país. Para Filipe de Botton, membro da direcção da Cotec e presidente do júri, há duas lições a reter. “Por um lado, o prazer genuíno que têm todos os que participam, por serem reconhecidos e acarinhados por Portugal.” Por outro, a rede de contactos que resulta do encontro entre os participantes e empresários portugueses.
Lançado em Fevereiro de 2008, o galardão visa estimular a cooperação entre Portugal e os países onde estão sediados os cidadãos nacionais. Para se candidatarem, os empreendedores devem residir no estrangeiro há mais de cindo anos. A receita para o sucesso parece simples: os empresários devem ser exemplos de integração nas economias em que operam. “É importante que os empreendedores conheçam bem o produto que querem vender, exportar ou comercializar. Além disso, devem ter uma enorme humildade, resistência e persistência grande, e saber direccionar de forma inovadora o seu produto, seja de que área for”, revela Filipe de Botton.
EUA e Brasil
São mais de cinco milhões os portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro. Na edição de 2010, candidataram-se 81 portugueses provenientes de 26 países e dos mais diversos sectores de actividade. Isidro Fartaria, 55 anos, foi o grande vencedor. Presidente da Titel Holding, um grupo ligado à construção civil, presente em 11 países, incluindo Portugal, está em França desde os sete anos. Nessa mesma edição também foi atribuída uma Menção Honrosa de empreendedorismo social a Acácio Vieira, 36 anos, fundador e director-geral da Healing Wings, uma Organização Não Governamental (ONG) criada em 2000.
Desde 2008, candidataram-se 117 pessoas, provenientes de 30 países. Este ano, Filipe de Botton espera atingir as cem. Se isso acontecer, será “um sucesso”. Os países mais representados têm sido os Estados Unidos da América (EUA), com 27 candidaturas, o Brasil, com 15 e França, com 12. “Acho que é por uma questão cultural: são os países com que os portugueses se identificam mais, que estão mais próximos. O que me surpreende é não estarmos representados nos 192 países onde residem os cinco milhões de portugueses que estão fora de Portugal”, comenta.
A maioria dos candidatos (87%) é do sexo masculino. Os sectores de actividade com maior representação são o empresarial e financeiro (27%), restauração e turismo (17%) e investigação e ciência (16%). Filipe de Botton explica que a maior dificuldade tem sido a escolha do vencedor. “A maioria dos participantes merece ganhar.” O júri classifica as candidaturas em função de cinco eixos de desenvolvimento e nem sempre é fácil encontrar apenas um vencedor. Em 2008, Carlos de Mattos e Fernando Ferreira foram os galardoados, e no ano seguinte foi a vez de Manuel Vieira e Paulo de Carvalho. “Todas as candidaturas se consideram vencedoras só pelo facto de virem a Portugal e serem reconhecidas pelo Estado Português. Isto já lhes dá a noção de que valeu a pena.”
A quem quiser entrar numa aventura “além-fronteiras” pela primeira vez, Filipe de Botton desaconselha o mercado espanhol. “É um mercado extremamente competitivo, muito fechado para as empresas estrangeiras, e que nunca recomendo como primeira experiência de internacionalização”. Para o presidente do júri, as estreias “lá fora” devem ser feitas em mercados mais interessantes, como o inglês. Importante é que estudem todas as vantagens competitivas antes de se aventurarem.
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