Decorreu em Cascais o I Bootcamp de Empreendedorismo Social, que formou 32 estudantes universitários, de diferentes áreas de formação e diversas idades, com espírito empreendedor, para desenvolverem novos projectos inovadores e sustentáveis, com impacto social.
O programa intensivo teve lugar no Guincho, em Cascais, no fim-de-semana de 10 a 12 de Junho e o seu principal objectivo foi dar aos futuros empreendedores ferramentas e modelos para a criação de um negócio social, consciencializando-os para os grandes desafios e oportunidades do empreendedor social e da sociedade portuguesa.
Após uma partilha de ideias e motivações que os levam a querer lidar com os problemas negligenciados e predominantes na sociedade, os 32 participantes formaram 8 equipas para trabalhar em soluções viáveis e inovadoras para resolver um desses problemas que mais os preocupam.
Tendo sido desenvolvido pela primeira vez pela Escola de Negócios INSEAD (top 5 no mundo), agora com o apoio da Câmara Municipal de Cascais e da Fundação EDP, esta formação visou potenciar soluções que resolvem pela raiz problemas sociais e ambientais de forma inovadora, partilhada e sustentável.
Ao longo do I Bootccamp, os participantes tiveram oportunidade de contactar com iniciativas de empreendedorismo social que são já práticas de sucesso: Vitamimos - Centro de educação alimentar infantil – que forneceu algumas das refeições, a Escola de Judo de Nuno Delgado e a Escolinha de Rugby da Galiza com sessões de energia e fortalecimento de equipas nas manhãs. Em conjunto com outros pequenos workshops de yoga do riso e de personalização de t-shirts, foram essenciais para tornar o programa equilibrado em muito do trabalho analítico, desenvolvimento pessoal e superação de limites.
No final, as iniciativas foram apresentadas a um painel de investidores sociais composto pela Câmara Municipal de Cascais, Fundação EDP e RedWorks. Este painel, depois de escutar as apresentações finais de 1 minuto cada e respostas às suas perguntas, escolheu os três melhores projectos que vão receber capacitação e apoio à implementação durante três meses pelo IES.
Equipa Vencedora: Medicci
Com base numa plataforma online e encontros presenciais, pretendem promover a criação de projectos de empreendedorismo juntando universitários de diferentes áreas de saber em equipas multidisciplinares.
Equipa Finalista: Geração única
Este projecto é uma réplica do projecto Aconchego, já com sucesso comprovado no Porto, que melhora a qualidade de vida de pessoas idosas, ao mesmo tempo, que integra jovens que vêm estudar do interior do país a um baixo custo.
Equipa Finalista: Sinergias
O objectivo é criar uma plataforma de partilha dos muitos recursos sub-aproveitados e conhecimento entre organizações da sociedade civil, permitindo assim a sua maximização e eficiência. Este processo vai ainda fomentar a cultura de partilha no sector social.
O segundo Bootcamp já tem data marcada para 16 a 18 de Setembro de 2011, e destina-se a pessoas de qualquer idade e sector, com vontade de se tornarem Empreendedores Sociais.
O outro programa dentro da parceria IES-INSEAD é o ISEP Portugal e tem como objectivo fortalecer a confiança, competências e efeito de rede de projectos sociais já implementados, abordando temas como sustentabilidade, crescimento e liderança. Destina-se a empreendedores e gestores de iniciativas com missão social de qualquer sector. Vai realizar-se de 17 a 21 de Outubro em Cascais.
domingo, 26 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Muitos angolanos têm negócio próprio
Pelo menos dois milhões e 300 mil cidadãos angolanos, com idades compreendidas entre 18 e 64 anos, possuem um negócio novo, mas a maioria está voltada para o comércio, revela um relatório baseado num estudo sobre empreendedorismo, denominado “Global Entrepreneurship Monitor (GEM) Angola”, apresentado ontem em Luanda.
Segundo o relatório, que se refere a 2010, a Taxa de Actividade Empreendedora (TEA) em Angola é elevada, porque há muita gente envolvida em negócios, mas muitos desses são de “necessidade”.
De acordo com as análises do estudo, muitos negócios têm vida efémera, pois desaparecem devido à ausência de resultados positivos e também por falta de financiamento. O relatório menciona que a TEA registada no ano passado, em Angola, foi de 31,9 por cento, o que significa que aproximadamente 32 angolanos em cada 100 são novos empreendedores. Esta cifra é a quinta mais elevada entre os 59 países e territórios estudados pelo Projecto GEM em 2010.
O relatório refere ainda que o resultado obtido por Angola, sendo alto, pode ser enquadrado mais convenientemente no contexto específico de economias orientadas por factores de produção. Por outro lado, realça que o valor médio da TEA nestas economias é de 22,7 por cento, o que coloca Angola consideravelmente acima da média dos países em desenvolvimento.
Comparativamente ao valor médio da TEA nas economias orientadas para a eficiência e para a inovação, a diferença é, respectivamente, de 11,7 por cento e 5,6 por cento, o que deixa transparecer ainda mais a magnitude do valor registado em Angola.
O GEM estima que o aumento na actividade empreendedora tenha relação com os constrangimentos económicos e financeiros que afectaram o país em 2009 e 2010, influenciados pela descida do preço do petróleo e pela crise internacional.
“Esta conjuntura limitou a disponibilidade de investimentos do Governo e das empresas privadas, tendo contribuído para a diminuição da criação de emprego dependente. Assim, uma parte considerável da população activa viu-se na obrigação de procurar as fontes alternativas de rendimento, optando pela criação do seu negócio”, cita o relatório do GEM.
A elaboração e apresentação do relatório coube à Universidade Católica de Angola, Banco de Fomento Angola (BFA) e Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI).
O projecto GEM resulta de uma iniciativa conjunta do Babson College (EUA) e da London Business School (Reino Unido), e a primeira edição deste estudo ocorreu em 1999, tendo contado com a participação de 10 países.
Em 2005, as duas entidades transferiram o capital intelectual do GEM para a Global Entrepreneurship Research Association (GERA), uma organização sem fins lucrativos gerida por representantes nacionais, das duas instituições fundadoras e de instituições patrocinadoras da iniciativa.
Em 2010, o GEM contou com a participação de 59 países, incluindo Angola, pela segunda vez.
Segundo o relatório, que se refere a 2010, a Taxa de Actividade Empreendedora (TEA) em Angola é elevada, porque há muita gente envolvida em negócios, mas muitos desses são de “necessidade”.
De acordo com as análises do estudo, muitos negócios têm vida efémera, pois desaparecem devido à ausência de resultados positivos e também por falta de financiamento. O relatório menciona que a TEA registada no ano passado, em Angola, foi de 31,9 por cento, o que significa que aproximadamente 32 angolanos em cada 100 são novos empreendedores. Esta cifra é a quinta mais elevada entre os 59 países e territórios estudados pelo Projecto GEM em 2010.
O relatório refere ainda que o resultado obtido por Angola, sendo alto, pode ser enquadrado mais convenientemente no contexto específico de economias orientadas por factores de produção. Por outro lado, realça que o valor médio da TEA nestas economias é de 22,7 por cento, o que coloca Angola consideravelmente acima da média dos países em desenvolvimento.
Comparativamente ao valor médio da TEA nas economias orientadas para a eficiência e para a inovação, a diferença é, respectivamente, de 11,7 por cento e 5,6 por cento, o que deixa transparecer ainda mais a magnitude do valor registado em Angola.
O GEM estima que o aumento na actividade empreendedora tenha relação com os constrangimentos económicos e financeiros que afectaram o país em 2009 e 2010, influenciados pela descida do preço do petróleo e pela crise internacional.
“Esta conjuntura limitou a disponibilidade de investimentos do Governo e das empresas privadas, tendo contribuído para a diminuição da criação de emprego dependente. Assim, uma parte considerável da população activa viu-se na obrigação de procurar as fontes alternativas de rendimento, optando pela criação do seu negócio”, cita o relatório do GEM.
A elaboração e apresentação do relatório coube à Universidade Católica de Angola, Banco de Fomento Angola (BFA) e Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI).
O projecto GEM resulta de uma iniciativa conjunta do Babson College (EUA) e da London Business School (Reino Unido), e a primeira edição deste estudo ocorreu em 1999, tendo contado com a participação de 10 países.
Em 2005, as duas entidades transferiram o capital intelectual do GEM para a Global Entrepreneurship Research Association (GERA), uma organização sem fins lucrativos gerida por representantes nacionais, das duas instituições fundadoras e de instituições patrocinadoras da iniciativa.
Em 2010, o GEM contou com a participação de 59 países, incluindo Angola, pela segunda vez.
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in jornal de Angola
Afinal de contas: o que é um Intra-empreendedor?
O intra-empreendedor é aquele que está em constante observação em seu local de trabalho e nunca está satisfeito porque sempre acha que é possível encontrar uma maneira melhor de fazer as coisas acontecerem.
O intra-empreendedor é aquele que está em constante observação em seu local de trabalho e nunca está satisfeito porque sempre acha que é possível encontrar uma maneira melhor de fazer as coisas acontecerem. É através dele que as melhorias ocorrem, os custos baixam e a qualidade melhora. O desafio está em fazer aumentar o número de colaboradores com este tipo de preocupação.
Podemos dizer que este colaborador que sempre está buscando alternativas de melhorias é de fato um empreendedor. De acordo com SCHUMPETER* - "O empreendedor é a pessoa que destrói a ordem econômica existente graças à introdução no mercado de novos produtos/serviços, pela criação de novas formas de gestão ou pela exploração de novos recursos materiais e tecnologias."
Para que esta cultura intra - empreendedora exista se faz necessário levar em
consideração algumas variáveis fundamentais a começar pelo ambiente de trabalho do colaborador. Então, se uma empresa gosta de levar os negócios com "mão de ferro", dificilmente alcançará tal objetivo, pois se os colaboradores sentem-se pressionados e/ou inibidos por causa desta cultura inflexível, todos os esforços vão por água abaixo.
O intra-empreendedorismo em uma empresa permite que surjam várias inovações de produtos/serviços capazes de manter sua competitividade no mercado. Esta cultura deve estar enraizada nos corações da alta gerencia como também nos de seus colaboradores uma vez que só é possível cultivar uma cultura intra- empreendedora quando todos possuem seus objetivos pessoais e profissionais
alinhados com a estratégia do negócio. Espera-se que a força de trabalho exercida na linha de produção não seja apenas a de executar, mas sim de também visualizar melhorias e implantar de forma consciente e eficiente suas idéias.
*Joseph Alois Schumpeter - foi um dos mais importantes economistas da primeira metade do século XX.
O intra-empreendedor é aquele que está em constante observação em seu local de trabalho e nunca está satisfeito porque sempre acha que é possível encontrar uma maneira melhor de fazer as coisas acontecerem. É através dele que as melhorias ocorrem, os custos baixam e a qualidade melhora. O desafio está em fazer aumentar o número de colaboradores com este tipo de preocupação.
Podemos dizer que este colaborador que sempre está buscando alternativas de melhorias é de fato um empreendedor. De acordo com SCHUMPETER* - "O empreendedor é a pessoa que destrói a ordem econômica existente graças à introdução no mercado de novos produtos/serviços, pela criação de novas formas de gestão ou pela exploração de novos recursos materiais e tecnologias."
Para que esta cultura intra - empreendedora exista se faz necessário levar em
consideração algumas variáveis fundamentais a começar pelo ambiente de trabalho do colaborador. Então, se uma empresa gosta de levar os negócios com "mão de ferro", dificilmente alcançará tal objetivo, pois se os colaboradores sentem-se pressionados e/ou inibidos por causa desta cultura inflexível, todos os esforços vão por água abaixo.
O intra-empreendedorismo em uma empresa permite que surjam várias inovações de produtos/serviços capazes de manter sua competitividade no mercado. Esta cultura deve estar enraizada nos corações da alta gerencia como também nos de seus colaboradores uma vez que só é possível cultivar uma cultura intra- empreendedora quando todos possuem seus objetivos pessoais e profissionais
alinhados com a estratégia do negócio. Espera-se que a força de trabalho exercida na linha de produção não seja apenas a de executar, mas sim de também visualizar melhorias e implantar de forma consciente e eficiente suas idéias.
*Joseph Alois Schumpeter - foi um dos mais importantes economistas da primeira metade do século XX.
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in administradores.com.br,
por Por Sérgio Ditkun
Universidade e Associação Comercial premeiam empreendedorismo e inovação portuense
A Universidade do Porto e a Associação Comercial do Porto estão a premiar projectos na universidade em dois concursos distintos que pretendem distinguir a start-up ou a spin-off da U.Porto com mais potencial internacional e o melhor projecto de investigação desenvolvido em cooperação com empresas portuguesas.
Com candidaturas abertas até 29 de Julho, o "ACP- Technology Export" e o "ACP – Applied Research", dois prémios distintos mas que visam recompensar o empreendedorismo, a inovação e a ligação à indústria na Universidade do Porto.
O "ACP – Technology Export" pretende premiar a start-up ou a spin-off ligada à U.Porto com maior potencial para entrar no mercado internacional, enquanto o "ACP – Applied Research" vai atribuir o prémio a um investigador ou centro de investigação da U.Porto que esteja a desenvolver um projecto em parceria com o tecido empresarial português.
Estes dois concursos surgem no âmbito de uma parceria, entre a ACP e a U.Porto, que, para além destes prémios, criou também condições especiais de adesão à Associação Comercial do Porto, aos mais de dois mil docentes e investigadores da U.Porto bem como aos responsáveis por novas empresas de base tecnológica criadas no UPTEC, refere uma nota da universidade.
Com candidaturas abertas até 29 de Julho, o "ACP- Technology Export" e o "ACP – Applied Research", dois prémios distintos mas que visam recompensar o empreendedorismo, a inovação e a ligação à indústria na Universidade do Porto.
O "ACP – Technology Export" pretende premiar a start-up ou a spin-off ligada à U.Porto com maior potencial para entrar no mercado internacional, enquanto o "ACP – Applied Research" vai atribuir o prémio a um investigador ou centro de investigação da U.Porto que esteja a desenvolver um projecto em parceria com o tecido empresarial português.
Estes dois concursos surgem no âmbito de uma parceria, entre a ACP e a U.Porto, que, para além destes prémios, criou também condições especiais de adesão à Associação Comercial do Porto, aos mais de dois mil docentes e investigadores da U.Porto bem como aos responsáveis por novas empresas de base tecnológica criadas no UPTEC, refere uma nota da universidade.
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in Actualidadas
domingo, 5 de junho de 2011
‘Noites do Conhecimento’: Segredo do sucesso é acreditar
“O grande valor do empreendedorismo está em provar que, quando se tem um sonho com verdadeira relevância, tudo é possível e a maior parte das vezes o segredo do sucesso está apenas no acreditar que a sua concretização é possível”. Esta foi uma das mensagens deixadas por Elisabete Sampaio de Sá, investigadora da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, em mais uma sessão das ‘Noites do Conhecimento’ promovidas pela Associação Comercial de Braga (ACB).
Convidada a falar sobre o tema ‘Empreendedorismo e inovação: condições para criar ou relançar o seu negócio’, Elisabete Sá realçou que “não há receitas para o sucesso de uma start up ou para o relançamento de um negócio por via da inovação”, mas “existem algumas condições que devem ser ponderadas antes de um processo deste tipo”.
A primeira dessas condições é a paixão, “aquela força que permite enfrentar as muitas dificuldades que estão inerentes ao processo empreendedor”, referiu, lembrando que “empreender envolve assumir riscos e aceitar a possibilidade de insucesso como um sub-produto da acção empreendedora”.
Realçou também que “um projecto empreendedor só terá suc esso se for capaz de propor valor relevante aos clientes”, daí a importância de estudar e conhecer o cliente .
Elisabete Sá destacou que “cada novo negócio ou novo produto precisa de uma estrutura ‘cola’ que junta todas as peças necessárias para que uma ideia se transforme numa oportunidade. A primeira e mais importante de todas as peças do puzzle é o cliente”.
“A avaliação que o cliente irá fazer da oferta do empreendedor vai depender também das referências de que dispõe para comprar aquilo que recebe e os custos em que incorre. Essas alternativas são os produtos e serviços concorrentes dos quais o empreendedor deve estar ciente e dos quais se terá que distinguir para merecer a preferência do cliente”, acrescentou.
A “coopetição” é também importante no empreendedorismo. este termo significa “cooperar com os concorrentes, mas também com todos os players do sector, tirando partido das complementaridades e das parcerias ganha-ganha que podem ser exploradas”.
Outro dos principais capitais do empreendedor é o networking, que Elisabete Sá classifica como “a sua maior alavanca”.
A próxima ‘Noite do Conhecimento’ é a 16 de Junho.
Convidada a falar sobre o tema ‘Empreendedorismo e inovação: condições para criar ou relançar o seu negócio’, Elisabete Sá realçou que “não há receitas para o sucesso de uma start up ou para o relançamento de um negócio por via da inovação”, mas “existem algumas condições que devem ser ponderadas antes de um processo deste tipo”.
A primeira dessas condições é a paixão, “aquela força que permite enfrentar as muitas dificuldades que estão inerentes ao processo empreendedor”, referiu, lembrando que “empreender envolve assumir riscos e aceitar a possibilidade de insucesso como um sub-produto da acção empreendedora”.
Realçou também que “um projecto empreendedor só terá suc esso se for capaz de propor valor relevante aos clientes”, daí a importância de estudar e conhecer o cliente .
Elisabete Sá destacou que “cada novo negócio ou novo produto precisa de uma estrutura ‘cola’ que junta todas as peças necessárias para que uma ideia se transforme numa oportunidade. A primeira e mais importante de todas as peças do puzzle é o cliente”.
“A avaliação que o cliente irá fazer da oferta do empreendedor vai depender também das referências de que dispõe para comprar aquilo que recebe e os custos em que incorre. Essas alternativas são os produtos e serviços concorrentes dos quais o empreendedor deve estar ciente e dos quais se terá que distinguir para merecer a preferência do cliente”, acrescentou.
A “coopetição” é também importante no empreendedorismo. este termo significa “cooperar com os concorrentes, mas também com todos os players do sector, tirando partido das complementaridades e das parcerias ganha-ganha que podem ser exploradas”.
Outro dos principais capitais do empreendedor é o networking, que Elisabete Sá classifica como “a sua maior alavanca”.
A próxima ‘Noite do Conhecimento’ é a 16 de Junho.
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in correio do minho
Vice-ministro da Juventude Angolano fala em crescimento do empreendedorismo
Luanda - O vice-ministro angolano da Juventude e Desportos, Yaba Pedro Alberto, considerou em Luanda que é crescente o empreendedorismo e a criação dos jovens angolanos. O vice-ministro Yaba Alberto lembrou os triunfos em alguns concursos internacionais por parte de jovens angolanos.
Yaba Alberto falava à Angop a propósito da realização da II Mostra de Jovens Criadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), a realizar-se de 9 a 12 de Junho na capital angolana, sob égide do Ministério da Juventude e Desportos (Minjud) em parceria com a Feira Internacional de Luanda (FIL).
O Estado angolano está comprometido a apoiar a juventude angolana nos diversos domínios da vida social e caso equivalente, segundo Yaba Alberto, revê-se no programa habitacional em que o Minjund procura obter junto do Executivo uma percentagem de residências destinadas aos mesmos.
"Há jovens angolanos que já ganharam prémio na Alemanha por fazer o invento de algo útil para a tecnologia e ciência", disse reflectindo sobre o modo actual do empreendedorismo juvenil angolano, acrescentado ainda que o Executivo deve dar o apoio necessário para que os criadores continuem na mesma senda.
Ainda de acordo com o vice-ministro, o Minjund vai continuar a promover a construção de novos bairros da juventude, com 100 casas em cada província e com outra qualidade, por forma a minimizar os problemas desse estrato social. O governante disse ainda que vai continuar a apostar no estímulo empreendedor através do crédito-jovens.
Yaba Alberto falava à Angop a propósito da realização da II Mostra de Jovens Criadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), a realizar-se de 9 a 12 de Junho na capital angolana, sob égide do Ministério da Juventude e Desportos (Minjud) em parceria com a Feira Internacional de Luanda (FIL).
O Estado angolano está comprometido a apoiar a juventude angolana nos diversos domínios da vida social e caso equivalente, segundo Yaba Alberto, revê-se no programa habitacional em que o Minjund procura obter junto do Executivo uma percentagem de residências destinadas aos mesmos.
"Há jovens angolanos que já ganharam prémio na Alemanha por fazer o invento de algo útil para a tecnologia e ciência", disse reflectindo sobre o modo actual do empreendedorismo juvenil angolano, acrescentado ainda que o Executivo deve dar o apoio necessário para que os criadores continuem na mesma senda.
Ainda de acordo com o vice-ministro, o Minjund vai continuar a promover a construção de novos bairros da juventude, com 100 casas em cada província e com outra qualidade, por forma a minimizar os problemas desse estrato social. O governante disse ainda que vai continuar a apostar no estímulo empreendedor através do crédito-jovens.
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in Africa 21 digital
Nersant revela cinco melhores ideias de negócio do EmpreEscola
A Nersant revela, no dia 8 de Junho, no CNEMA, em Santarém, os 5 vencedores do projecto EmpreEscola. Serão premiadas a melhor ideia empresarial (1º, 2º e 3ºclassificado), a ideia mais inovadora e o melhor trabalho de equipa.
As ideias de negócio a concurso, num total de 40, foram apresentadas em sessão de júri no passado dia 27 de Maio, no auditório da NERSANT, em Torres Novas. Ao júri coube a difícil tarefa de pontuar as ideias apresentadas e escolher as equipas premiadas.
Na sessão de dia 27 de Maio, o júri analisou cada um dos projectos, tendo em conta o potencial de mercado (razoabilidade e exequibilidade da empresa), a viabilidade económica da empresa, a inovação, criatividade e originalidade do produto/serviço, o grau de desenvolvimento do plano de empresa/trabalho de campo, a qualidade da apresentação e ainda o trabalho de equipa (envolvimento de elementos com diferentes competências).
O EmpreEscola, projecto da Nersant em prol do empreendedorismo no Ensino Secundário, reuniu, este ano lectivo, um conjunto de 186 alunos, distribuídos por 59 equipas, e 27 professores.
Nessa sessão vai ser realizada ainda a apresentação do EmpCriança, projecto inovador da Nersant que, à semelhança do EmpreEscola, vai permitir aos alunos, neste caso do ensino básico, adquirir conceitos de empreendedorismo, como ideia de negócio, dinheiro, vendas, marketing, público-alvo entre outros.
O EmpCriança está a ser dinamizado em 12 escolhas do distrito, dos concelhos de Alcanena, Chamusca, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, com o envolvimento de 352 crianças e 22 professores.
As ideias de negócio a concurso, num total de 40, foram apresentadas em sessão de júri no passado dia 27 de Maio, no auditório da NERSANT, em Torres Novas. Ao júri coube a difícil tarefa de pontuar as ideias apresentadas e escolher as equipas premiadas.
Na sessão de dia 27 de Maio, o júri analisou cada um dos projectos, tendo em conta o potencial de mercado (razoabilidade e exequibilidade da empresa), a viabilidade económica da empresa, a inovação, criatividade e originalidade do produto/serviço, o grau de desenvolvimento do plano de empresa/trabalho de campo, a qualidade da apresentação e ainda o trabalho de equipa (envolvimento de elementos com diferentes competências).
O EmpreEscola, projecto da Nersant em prol do empreendedorismo no Ensino Secundário, reuniu, este ano lectivo, um conjunto de 186 alunos, distribuídos por 59 equipas, e 27 professores.
Nessa sessão vai ser realizada ainda a apresentação do EmpCriança, projecto inovador da Nersant que, à semelhança do EmpreEscola, vai permitir aos alunos, neste caso do ensino básico, adquirir conceitos de empreendedorismo, como ideia de negócio, dinheiro, vendas, marketing, público-alvo entre outros.
O EmpCriança está a ser dinamizado em 12 escolhas do distrito, dos concelhos de Alcanena, Chamusca, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, com o envolvimento de 352 crianças e 22 professores.
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