domingo, 10 de julho de 2011

Networking para empreendedores

We Are Partners é o nome dado a uma iniciativa que decorre no próximo dia 16 de Julho e que tem como objectivo reunir e pôr em contacto empreendedores com interesses semelhantes e competências complementares.

A organização do encontro está a cargo da Beta-i, Associação para a Promoção da Inovação e Empreendedorismo, em parceria com a NetValueVentures (plataforma de investimento e apoio financeiro a startups) e o Billy The Group, uma criadora e aceleradora de startups na área criativa.
O principal objectivo é criar condições para cruzar competências e formar equipas de trabalho, que possam desenvolver projectos empresariais em parceria, explicam os promotores numa nota de imprensa.

"Para criar uma startup de sucesso é preciso uma boa ideia e uma boa equipa. Uma equipa de sócios complementares, que junte sonhadores a "implementadores", thinkers a doers", afirma Pedro Rocha Vieira, residente da Beta-i.

O evento agendado para o próximo dia 16 de Julho no espaço do Billy the Group conta com Pedro Brito da Jason Associates/Talent City como orador principal. O responsável vai partilhar com a audiência a experiência como empreendedor e a visão sobre o talento em projectos de empreendedorismo, como aliás costuma acontecer nas Beta-Talks que a Beta-i promove regularmente desde Fevereiro de 2011.

A grande novidade desta edição dos encontros (que pela primeira vez se realiza em parceria com o Billy the Group) é o facto de pela primeira vez estar prevista a promoção activa do networking entre empreendedores, com o objectivo de ajudar a encontrar características complementares que permitam formar equipas.

Os pais empreendedores contam também com um espaço de babysitting e actividades para crianças.

A participação no evento, que tem início às 19 horas é gratuita mas exige registo, que pode ser feito online.

Jovens aprendem a ser cientistas e empreendedores

Criado pela Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica com o objectivo de inserir alunos do ensino secundário no ambiente real de investigação, o programa «Ocupação Científica de Jovens nas Férias» tem, há 15 anos, aproximado jovens alunos de investigadores, definindo mesmo carreiras futuras na área das ciências e tecnologias.

O lançamento do programa deste ano teve hoje lugar no INESC-Porto (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores) com a apresentação de dois projectos de alunos que participaram na oficina de trabalho «À descoberta do meu lado empreendedor». Na oficina aprenderam a fazer um programa de negócios para um produto de base tecnológica.

Fazer um plano para a concepção, produção e comercialização de um determinado produto foi o que os alunos fizeram em apenas um dia e meio de trabalho no INESC. Um grupo apresentou um robô cortador de relva automático e o outro um projecto para comida auto-aquecida, uma espécie de “marmita para o século XXI”.

Os alunos apresentaram os projectos na presença da Rosalia Vargas, presidente do Ciência Viva, José Manuel Mendonça, presidente do INESC Porto, e Paulo Ferreira dos Santos, CEO da Tomorrow Options, empresa spin-off do INESC Porto/FEUP, com filial em Inglaterra, e que representa um exemplo de empreendedorismo nacional bem sucedido.

No lançamento do programa, Paulo Ferreira dos Santos falou da sua empresa, destacando a necessidade de se fazer mais investigação aplicada, “que tenha potencialidade comercial e capacidade de arriscar”. Na Tomorrow Options “trabalhamos com pessoas novas, com nova mentalidade, coragem e conhecimento técnico”, acrescentou.

Rosalia Vargas contou um pouco da história inicial do programa, referindo o encontro em Coimbra com o cientista Arsélio Pato de Carvalho. “Ele passou muito tempo nos EUA e disse-me logo que este programa não ia funcionar porque as coisas em Portugal são muito lentas. Disse também que detestava perder tempo. Eu disse que também detestava e que acreditava neste projecto”, contou. Quase 15 anos passaram e o projecto continua e “nem pode mesmo crescer mais”.

O presidente do INESC-Porto realçou que se deve apostar numa ciência com “relevância social e impacto económico”.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Câmara de Lisboa lança rede social de inovação para munícipes empreendedores

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai utilizar a nova plataforma da startup Inocrowd para lançar uma rede social de inovação dirigida aos seus munícipes empreendedores.

De acordo com o Fibra, a notícia foi avançada durante a apresentação oficial desta startup, que criou a primeira rede online portuguesa que permite às empresas procurar inovação e tecnologia junto de investigadores de universidades de todo o mundo.

A CML pretende, através desta ferramenta, promover o empreendedorismo ligado à inovação no município, aproveitando para agregar ideias para atrair e manter inovação e perceber qual o melhor modelo para a gestão desta rede social.

O prémio para a melhor ideia é de 5 mil euros, sendo que a autarquia pretende que o vencedor tenha um ano para implementar e criar a nova rede, a primeira no universo autárquico. Ou seja, até ao Verão de 2012.

Recorde-se que a Inocrowd é apadrinhada pela PT Inovação, Brisa Inovação, ERA Portugal e Câmara Municipal de Lisboa.

Fórum sobre empreendedorismo é uma acção no combate contra fome

Dundo - O governador da província da Lunda Norte, Ernesto Muangala, considerou nesta quinta-feira, no Dundo, que o Fórum de Empreendedorismo promovido pelo seu executivo é uma acção de grande importância no combate à pobreza e ao desemprego.

No seu discurso de boas vindas aos participantes, o governante disse que as autoridades decidiram realizar este evento com o objectivo de proporcionar uma reflexão profunda sobre importância do estímulo e incutir na sociedade uma nova mentalidade empreendedora.

Fez saber que a província precisa despertar a atenção da sua população para espírito empreendedor, tendo sublinhado que o empreendedorismo, enquanto motor das sociedades modernas, é um processo de construção de novas mentalidades e como tal é
processo continuado.

"Formatamos este fórum de modo a podermos oferecer aos participantes todo um conjunto de conhecimentos estruturados especialmente dirigidos aos jovens licenciados e instituições, financeiras e empresários para desenvolvimento sócio económico
da nossa província, e do país em geral,"afirmou.

Exortou aos participantes no sentido de identificar os modelos necessários para proporcionar a população da Lunda Norte um futuro promissor, rico e desafios aliciantes.

"O Reforço do Sector Privado Agrícola e Industrial", "A Importância do Contributo das Empresas de Serviços, da Indústria Criativa e da Cultura para o Desenvolvimento Sustentável de uma Região" bem como "A Qualificação de recursos Humanos, Sistemas de Financiamentos e Benefícios Fiscais de Investimentos Sustentáveis", são, entre outros, temas em agenda.

Presidiu a cerimónia da abertura o ministro da Economia, Abraão Gourgel, testemunhada pelos ministros da Saúde, José Van-Dúnem, Assuntos Parlamentares, Norberto dos Santos "Kwata Kanawa", as ministras do Planeamento, Ana Dias Lourenço, da Cultura, Rosa Cruz e Silva, Tecnologias de Informação, Cândida Maria Teixeira, do vice ministro da indústria, Kiala Gabriel, da Governadora da Lunda Sul e Membros dos executivos da Lunda Norte e Sul.

Prof. Jorge Araujo - "Ser Excelente"

Importa desmistificar, de uma vez por todas, o mito que só é excelente quem possui determinados dons inatos. Não se nasce diferente, para melhor e só através de um treino intensivo, exigente e rigoroso, conseguiremos afirmarmo-nos como excelentes. Ser excelente, é, acima de tudo, uma questão de esforço e de uma preparação apontada para o alto rendimento. Por vezes interrogamo-nos, então e os Mozart e os Tiger Woods deste mundo?
Mozart foi iniciado pelo pai aos 3 anos de idade, num programa intenso de preparação e execução musical. Até à sua primeira obra reconhecida como verdadeiramente notável, passaram 18 anos! E, durante esse período de tempo, trabalhou arduamente!
Tiger Woods, aos 2 anos, já andava nos campos de golfe a aprender e a treinar! Mas só aos 19 anos emergiu como o grande e notável jogador que ainda hoje é! Ser excelente, não é uma questão de capacidades físicas, mentais, emocionais ou espirituais de excepção! O que, desde logo, suscita mais uma pergunta: Então, se a diferença não reside na experiência, na inteligência, na memória, nos traços de personalidade ou qualquer outro tipo de capacidades inatas, porque razão, uns são excelentes e outros não? Simplesmente pela auto-preparação, a eficiência e a eficácia do treino intensivo a que se dedicam ao longo de anos (no mínimo uma década). Também pela quantidade de trabalho que desenvolveram (volume de horas) e respectiva qualidade (intensidade, o rigor, a exigência), tal como pela presença constante de um treinador, um tutor, um facilitador. O “coach” que, afinal, cuida, observa, comunica e ajuda sempre com a assertividade necessária.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fasthelp nasce e prospera depois de duas experiências mal sucedidas

O empreendedorismo sempre foi um traço marcante na personalidade de Paulo Ribeiro. Filho de um comerciante e de uma cabeleireira/quituteira nas horas vagas, escolheu a faculdade de Informática em uma época em que a Tecnologia da Informação no Brasil era, com muita boa vontade, um universo incipiente.

Em 1985, seu primeiro ano como universitário, a profissão não tinha sequer reconhecimento formal. O único computador disponível na faculdade era o UNIVAC – uma geringonça de 13 toneladas, formada por 5200 válvulas, que começou a ser produzida nos Estados Unidos na década de 1950.

A insegurança de um mercado em formação, entretanto, mostrou-se como uma oportunidade para ajudar a criar uma carreira. Logo depois de se formar, em 1988, Paulo decidiu unir o agradável ao mais agradável ainda: montar seu próprio negócio na área de desenvolvimento de sistemas gerenciais.

O investimento inicial foi um microcomputador 386, uma impressora matricial e muita vontade. Porém, as condições de trabalho não eram as ideais. Já responsável por uma família, não podia depender do faturamento do empreendimento recém-criado. Tinha que conciliar a vida de empresário com a de empregado na área de TI de uma grande indústria.

As visitas a clientes em potencial – na verdade, mais amigos do que prospects – só podiam ser realizadas fora do horário comercial. Tais dificuldades, aliadas à realidade do interior de Minas Gerais, onde o processamento de dados não era motivo de preocupação das empresas, redundaram do fechamento da empresa.

Em 1994, Paulo embarca no segundo empreendimento. Após mudar de cidade, resolveu mudar também de ramo. Inspirado no sucesso de empórios, rotisseries e similares em São Paulo, decide investir seus recursos no Empório Gerais, em Pouso Alegre (MG), direcionado ao público gourmet. Sem experiência no ramo, opta por contar com um sócio.

Inaugurado em outubro de 1995, o novo negócio teve seu pico de faturamento no primeiro Natal. O fim de ano bem sucedido dava sinais alvissareiros para o Empório Gerais, mas que não se confirmaram e o ano de 1996 foi de movimento baixo. Apesar da vasta gama de produtos, o negócio não emplacou no pequeno e calmo mercado pousoalegrense.

O sócio, que esperava fazer gordas retiradas do negócio, também se retira. Com isso, Paulo vê o empório naufragar, uma vez que, novamente, sua jornada de trabalho o impedia de se dedicar plenamente ao negócio.

Apesar de duas experiências mal sucedidas, a sanha de formar seu próprio negócio não arrefeceu. Depois de se mudar para Brasília, Paulo decide aplicar seu potencial empreendedor na área em que se destacou profissionalmente, a TI. Ao observar as deficiências da prestação de serviços em help desk na empresa em que trabalhava, decide novamente, montar sua própria empresa. Era o início da FastHelp.
Com base nas experiências vividas, resolve fazer diferente: aprofunda seus conhecimentos sobre prestação de serviço de TI, gestão de empresa, de clientes e de pessoas. Elabora um plano de negócio estruturado, planejando cada etapa deste novo negócio.

Em oito anos, a empresa, que abriu suas portas com apenas dois funcionários contratados e três estagiários, conta com 50 empregados. A causa do sucesso? Somar à intensa dedicação da equipe, estratégias inovadoras de negócio. ”Na prestação de serviços, não basta ser um ótimo técnico. Para realizar um bom trabalho, é preciso conhecer muito bem nosso o cliente. Além da eficiência, você será avaliado pela cordialidade e pelo comprometimento”, diz Paulo.

Com base nessa filosofia, Paulo investe continuamente tempo e recursos para contratar e treinar os profissionais de sua equipe. Entende, ainda, que reuniões periódicas são indispensáveis para a troca de experiência, análise dos resultados, compartilhamento de novas soluções e eventual redirecionamento das ações. “As escalas de trabalho são diferentes, os problemas técnicos são diversos, mas, no fundo, a forma de lidar com os clientes tem que ser a mesma”, comenta, lembrando que “continua a falar muito nesses encontros, mas, procura escutar mais ainda…”

domingo, 3 de julho de 2011

A arte de empreender – Empresas não nascem da noite para o dia.

Este artigo tem por objetivo auxiliar a todo o empreendedor a tomar cuidado na abertura de sua empresa, pois o mesmo deve estar com seu plano de negócio muito bem fundamentado, com seu sumário executivo bem definido apontando todas as variáveis do negócio em questão, tendo a real noção de que não é.

Sempre se ouve falar de grandes negócios que começaram da noite para o dia, em uma estrutura pequena na própria casa mais comumente em suas garagens, empresas que em pouco tempo se tornam referência que com muita facilidade conseguem ganhar mercado, temos sim exemplos realmente de sucesso como o de Steve Jobs, fundador da Apple, mas, o mesmo não entrou no ramo por acaso, ele já trazia uma boa bagagem, pois foi funcionário da Atari e HP, vale lembrar que quanto mais net work você tiver maior a chance de se dar bem, pois uma boa rede de relacionamento com contatos de clientes e fornecedores é fundamental para alavancar seu negócio e primordial para dar vida a ele, muitas ideias boas são desperdiçadas por estarem nas mãos de pessoas erradas ou pessoas que não se prepararam corretamente para executar a mesma, nos dias atuais em meio a tantas possibilidades é normal você ouvir alguém falar que abrirá seu próprio negócio, mas pouco comum é você ouvir alguém afirmar que fez uma pesquisa sobre a área de atuação de um determinado segmento ou produto e nota que há uma carência por determinado produto ou serviço. No Brasil é muito comum se ter a visão de que um negócio cresce por si só, mas para se construir um empreendimento de sucesso é preciso de muitos fatores, para ter um fracasso basta faltar um, acredito que todos os negócios, precisam de pontos estratégicos importantes e sólidos, os famosos diferencias competitivos, pois só assim a mesma poderá se destacar no mercado, não dá para achar que você vai vender um produto igual ao de todos ao mesmo valor e que você se sobressairá no mercado, qual a lógica para esta alegação? O carro chefe para um negócio dar certo é a informação, é fundamental que o empreendedor elabore um plano de negócio que esteja com todas as informações, ou seja, é imprescindível planejamento.

O PROCESSO EMPREENDEDOR

"O Empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o Século XXI, mais que a revolução industrial foi par o Século XX"

Jeffry Timmons 1990

O processo de empreender deve seguir quatro passos fundamentais:

Identificar e avaliar a oportunidade;Desenvolver o plano de negócios;Determinar e captar recursos necessários;Gerir a empresa criada.

Cabe aos empreendedores seguir cada passo para assim obter resultado, Dornelas (2005) diz que os empreendedores são pessoas diferenciadas, que possuem motivação singular, que são apaixonadas pelo que fazem, não se contentam em ser mais um na multidão, querem ser reconhecidos e admirados, referenciados e imitados, querem deixar um legado.

Muitos autores buscam definir a arte de empreender, alguns com mais romantismo, outros, com um pouco mais de dureza, mas vale lembrar que empreender é mais que se enquadrar em um perfil descrito, vai além de seguir as instruções do seu plano de negócio e muito mais que elaborar seu sumário executivo, para empreender é necessário um feeling, um sentimento mais apurado do ramo em que quer atuar, por isso vale ressaltar que uma rede de relacionamentos ligada ao seu produto e serviço faz toda a diferença, se deve buscar alianças e parcerias.

O EMPREENDEDORISMO NO BRASIL

Dornelas (2005) nos mostra que o movimento do empreendedorismo no Brasil começou a tomar forma na década de 1990, quando entidades como Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e Softex (Sociedade Brasileira para Exportação de Software) foram criadas. No Brasil havia pouca informação e pouco auxilio, vale lembrar que antes disso, praticamente não se falava em empreendedorismo e em criação de pequenas empresas. Um dos principais motivos era que os ambientes político e econômico do país não eram propícios, e o empreendedor praticamente não encontrava informações para auxiliá-lo na jornada empreendedora. O Sebrae é um dos órgãos mais conhecidos do pequeno empresário brasileiro, que busca junto a essa entidade todo o suporte de que precisa para iniciar sua empresa, bem como consultorias para resolver pequenos problemas pontuais de seu negócio. O histórico da entidade Softex pode ser confundido com o histórico do empreendedorismo no Brasil na década de 1990. A entidade foi criada com o intuito de levar as empresas de software do país ao mercado externo, por meio de várias ações que proporcionavam ao empresário de informática a capacitação em gestão e tecnologia.

Um grande exemplo de como o país começo a incentivar e motivar a arte de empreender foi com o programa Brasil Empreendedor, do Governo Federal, que foi dirigido à capacitação de mais de 6 milhões de empreendedores em todo o país, destinando recursos financeiros a esses empreendedores, totalizando um investimento de R$8 bilhões. Este programa vigorou de 1999 até 2002 e realizou mais de 5 milhões de operações de crédito.

VAMOS EMPREENDER

Seguindo a idéia de Druker (2008), para empreender é necessário nascer com o "gene" de empreendedor, como aquele do líder, pois alguns dizem que líder e empreendedor não podem ser formados ou moldados eles são natos – ou nascem com o "gene" ou não. Analisando esta situação de uma maneira diferente, quando temos a determinação, só precisamos estar motivados para aprender, aí, aprendemos a empreender, enfim, aprendemos a ser o que quisermos.

Mas para empreender não basta apenas motivação, é necessário planejamento, conhecimento, determinação, vocação, talento, iniciativa, sonhar e acreditar em seu sonho. O empreendedor possui características próprias, são elas:

Velocidade, na tomada de decisão, na visão de novos rumos, no atendimento ao cliente, na análise do mercado e principalmente na visão de uma oportunidade.Polivalência, ser um profissional de mil e uma utilidades – o famoso garoto bom bril – não ter medo ou vergonha de fazer o que for preciso para seu empreendimento dar certo, enfim ser um eterno aprendiz.Visão, para novos produtos, novos mercados, novas metodologias, novos paradigmas, novos conceitos, novas tendências, deve inovar e reinventar sempre e isso inclui a si próprio. Capacidade, para realizar, para agir, para delegar, para cobrar e principalmente a de gerar resultados e ainda a de transformar adversidade em oportunidade, não ficar lamentando as medidas políticas ou a situação do mercado, ou ainda as dificuldades, sejam elas quais forem.

E Por último, mas quem sabe o mais importante, entender de pessoas, como deve entender do negócio, do mercado, deve compreender que cada pessoa é diferente, e por isto deve ser tratado diferentemente seja ela seu colaborador, seu cliente, seu fornecedor. Deve trabalhar com empatia, tentar entender a situação de cada um tornando estes seus aliados, assim, fortalecendo ainda mais seu negócio.

"o empreendedor precisa buscar resolutamente as fontes de inovação, as mudanças e seus sintomas que indicam oportunidades para uma inovação de sucesso".

Peter Drucker 1998.


PLANO DE NEGOCIO

Segundo Salin (2005), Plano de Negócio é um documento que contém caracterização do negócio, sua forma de operar, suas estratégias, seu plano para conquistar mercado e as projeções de despesas, receitas e resultados financeiros.

Muitos identificam Oportunidades, mas poucos têm a capacidade de mostrar o real potencial delas, assim o plano de negócio é fundamental para dar base e credibilidade na apresentação de sua proposta, mas claro que dificilmente alguém queira perder tempo lendo todo o seu plano de negócios então para agilizar a compreensão e instigar a leitura, é fundamental que seja criado um sumário executivo.

Segundo o próprio Salin (2005) o Sumário Executivo é um extrato competente e motivante do plano de negócio, com objetivo de mostrar claramente o produto ou serviço, o mercado e que fatia desse mercado se quer obter, o investimento inicial e em quanto tempo iremos recuperar este investimento.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste mundo tão competitivo, mas que oferece inúmeras possibilidades os mais bem preparados se sobressaem, como discutimos neste artigo, empresas não nascem por si só e seu sucesso depende diretamente de seu empreendedor, cabe a este desenvolver todas as ferramentas necessárias para o êxito da sua operação, identificar a oportunidade, comprovar que a mesma existe através de uma pesquisa de mercado, elaborar seu plano de negócio, com seu sumário executivo bem detalhado e após o levantamento dos recursos necessários, se aplicar com trabalho e dedicação, pois assim sua empresa terá reais condições para dar certo, busque auxilio vá atrás de quem conhece do assunto, lembre-se que o Sebrae sempre está de portas abertas, faça alianças, fortaleça seu net work, assim você estará a poucos passos do sucesso.