domingo, 24 de julho de 2011

Curso de Empreendedorismo na Mealhada resulta em dez ideias de negócios

Os 12 formandos que terminaram o curso de Empreendedorismo promovido pela Câmara Municipal e a Universidade de Coimbra deram a conhecer os seus projectos finais, na passada sexta-feira, dia 15, na Escola Profissional da Mealhada. “Creche A Pekenada”, “Artes e Letras”, “Faça Você Mesmo”, “HP Invenções SA”, “Coimbra dos Doutores”, “Centro de Ciência Viva de Mira”, “Arte em Si”, “Kimikida – Móveis em Cartão”, “Dom Sabor” e “Tuk Tuk no Buçaco” são os nomes das propostas apresentadas. Ideias desenvolvidas durante a formação, que em Setembro próximo, em data ainda a definir, serão submetidas a um concurso de onde irá sair o conceito de negócio vencedor, que arrecadará um prémio de 5 mil euros.

O curso de Empreendedorismo, que arrancou no dia 8 de Abril no concelho da Mealhada, resultou de uma parceria entre a Câmara Municipal e a Universidade de Coimbra. A grande finalidade da formação, que contou com 12 participantes, foi capacitar os formandos de competências pessoais e ferramentas técnicas para a avaliação de oportunidades, a promoção do projecto, a definição de estratégias para um adequado posicionamento de mercado, a realização de uma análise financeira e a elaboração de um plano promissor.

O curso prático ficou concluído na sexta-feira passada, dia 15 de Junho, com a apresentação dos projectos dos formandos que frequentaram a acção, cujo objectivo foi abrir os horizontes a todos os que tivessem uma ideia de negócio e que pretendessem adquirir uma melhor noção de como a desenvolver. Filomena Pinheiro, vice-presidente da Câmara, congratulou todos os conceitos de negócio por se tratarem de “respostas concretas no âmbito do turismo e da gastronomia, bem com respostas sociais e de aproveitamento de recursos endógenos”.

Os projectos pautam pela diversidade e, do vasto leque de ideias, surgem: a instalação de uma creche em Mira que permita oferecer às crianças e aos seus pais um espaço de acolhimento de qualidade (Creche “A Pekenada”); o desenvolvimento de um espaço de lazer nocturno na Vila de Luso (“Artes e Letras”); o conceito que visa explorar o apoio, ao nível dos serviços e produtos, a um nicho de mercado de clientes que tenham um quintal abandonado, ou um jardim ou horta urbana (“Faça Você Mesmo”); o desenvolvimento de duas versões inovadoras e competitivas de almofadas de descanso continuando (“HP Invenções SA”); a comercialização de serviços de visitas guiadas temáticas em Coimbra subordinadas à vida e experiências académicas dos estudantes desta cidade (“Coimbra dos Doutores”); o desenvolvimento de um espaço de promoção da ciência para os estudantes do 1º,2º e 3º ciclos de ensino a desenvolver e em articulação com os Centros de Ciência Viva de Aveiro e Coimbra (“Centro de Ciência Viva de Mira”); a comercialização de artigos de bijutaria com elementos diferenciadores (“Arte em Si” ); a construção e venda de móveis em cartão reciclado com design exclusivo e adaptado a cada cliente, de elevada durabilidade e a baixos custos (“Kimikida – Móveis em Cartão”); o desenvolvimento de um espaço de restauração na Malaposta que aposta no mercado de gestores executivos e famílias, com oferta artística, cultural e gastronómica (“Dom Sabor”) e a realização de visitas guiadas em trilhos temáticos pela Serra do Buçaco e Vila de Luso, em veículo de transporte colectivo (Tuk Tuk no Buçaco”).

Uma panóplia de ideias “excelentes” e “viáveis”, como adjectivou a vice-presidente da Câmara, Filomena Pinheiro, trabalhadas durante o curso de Empreendedorismo, que serão agora submetidas a um concurso de ideias que atribuirá um prémio de cinco mil euros ao projecto vencedor. A gestão operacional do concurso será coordenada por uma Comissão de Acompanhamento composta por dois elementos representantes da Câmara Municipal e da Universidade de Coimbra, respectivamente. Neste contexto, a avaliação das várias propostas será efectuada por um júri constituído por cinco elementos indicados por cada parceiro do concurso. As ideias serão avaliadas segundo quatro critérios: viabilidade, originalidade, promotores e capacidade de síntese. Cabe ainda aos organizadores do concurso diligenciar no sentido de encontrar parceiros interessados em apoiar a implementação dos conceitos de negócio ganhadores.

IPAM desenvolve pós-graduação em marketing & empreendedorismo

Com o objectivo de ajudar os empresários, profissionais, estudantes e desempregados a adoptarem uma atitude empreendedora, o Instituto Português de Administração de Marketing (IPAM) desenvolveu uma pós-graduação em marketing & empreendedorismo, com início previsto para Setembro.

O curso tem como objectivo desenvolver novos projectos para quem pretende trabalhar por conta própria ou para quem trabalha por conta de outrem.

“Esta pós-graduação adopta uma metodologia inovadora, desde logo por aliar o marketing e o empreendedorismo, e eminentemente prática que levará os alunos a elaborar um projecto, devidamente acompanhados por especialistas em diversas áreas. No final da pós-graduação, os alunos, se desejarem, poderão ainda apresentar o seu projecto a um grupo de business angels com interesse e vontade em investir em projectos sólidos e inovadores”, refere a instituição.

Com a coordenação de Paulo Morais e Marco Lamas, o curso inclui um programa diversificado e actual que agrega um conjunto de disciplinas que servirão de suporte para a realização do plano de negócio. Todo o processo está preparado para conjugar e integrar a teoria com a prática para que todos os conceitos possam ser aplicados em ambiente empresarial.

Questionado sobre a importância do marketing, Paulo Morais afirma: “o marketing começa muito antes de a empresa ter um produto ou serviço, incluindo a fase de levantamento de necessidades (diagnóstico de situação) e a sua transformação em oportunidades. O marketing permanece durante todo o ciclo de vida do produto e é uma disciplina cada vez mais imprescindível para o sucesso das empresas”.

Para Marco Lamas, “o actual momento em que vivemos, de crise, o aumento considerável de desemprego, aliado à contenção no consumo, torna ainda mais premente a aposta na promoção do empreendedorismo e o apoio à criação e sustentação de novos projectos empresariais que permitam contribuir para a dinamização do tecido económico visando valorizá-lo e criar emprego. Por outro lado, permite que ideias inovadoras se transformem em iniciativas empresariais com êxito”.

Escola Superior Agrária aposta em mestrados sobre produção de plantas medicinais e agricultura sustentável

Produção de plantas medicinais para fins industriais, agricultura sustentável e tecnologia alimentar são três dos mestrados que a Escola Superior Agrária de Santarém vai ter a funcionar no próximo ano lectivo.

Artur Amaral, responsável pelo mestrado em produção de plantas medicinais para fins industriais, disse à agência Lusa que esta é uma área com grande potencial de desenvolvimento em Portugal, já que existe uma procura crescente por parte das indústrias farmacêutica, cosmética e alimentar.

O mestrado, com disciplinas específicas e também relacionadas com o empreendedorismo e o marketing, inclui um estágio profissional, sublinhando Artur Amaral o facto de decorrer próximo das Serras d’Aire e Candeeiros, zona rica em plantas medicinais e onde se situa uma das principais empresas de transformação e comercialização destes produtos.

O mestrado em agricultura sustentável vem procurar dar resposta às crescentes preocupações com a protecção ambiental, a conservação dos recursos e as alterações climáticas, disse a responsável pelo curso, Ana Ambrósio Paulo.

O plano de estudos procura atender às exigências das políticas agrícolas actuais, visando, ao mesmo tempo, incentivar o empreendedorismo na criação de novos produtos que integrem medidas de protecção ambiental relativas às práticas agrícolas e ligados ao mercado de emissões e à florestação, afirmou.

Também pela primeira vez, a ESAS vai disponibilizar no próximo ano lectivo um mestrado em tecnologia alimentar, que visa dotar os técnicos das áreas alimentar e nutricional de conhecimentos que permitam proceder ao controlo de riscos ao longo de toda a cadeia alimentar, desde a produção primária à transformação de alimentos, disse Marília Henriques.

“Há cada vez maior responsabilidade de toda a parte da produção e indústria perante a sociedade sobre a segurança alimentar”, afirmou, sublinhando a importância do mestrado na actualização de conhecimentos em áreas “novas” que não faziam parte das antigas licenciaturas.

Além da formação pós Bolonha, os mestrados destinam-se igualmente a antigos licenciados que queiram actualizar conhecimentos.

Empreendedorismo tecnológico é o futuro

O livro de Pedro Manuel Saraiva baseia-se em casos práticos de sucesso.

Raúl Santos sonhava criar uma empresa. Ganhou um concurso de ideias na Universidade de Coimbra (UC) e nasceu a Crioestaminal. Hoje a empresa conta com 40 mil clientes, emprega perto de 90 colaboradores altamente qualificados e tem uma facturação anual acima dos dez milhões de euros. Este é apenas um dos exemplos do empreendedorismo de base tecnológica, um tipo de empreendedorismo que faz todo o sentido em Portugal, segundo Pedro Manuel Saraiva, autor de "Empreendedorismo".

"Dentro das várias vertentes do empreendedorismo, todas elas sendo válidas, este [o empreendedorismos de base tecnológica] é aquele que pode ajudar-nos a caminhar mais rapidamente para o progresso que queremos percorrer: competitividade à escala global, incremento das exportações, mão-de-obra altamente qualificada", considera Pedro Manuel Saraiva.

Mas, para isso, Portugal tem ainda um longo caminho a percorrer. Uma das formas de crescer é apostar nas chamadas "empresas-gazela", ou empresas "jovens mas que estão a crescer muito rapidamente porque são intensivas em conhecimento e que trabalham, normalmente, em mercados à escala global", explica Saraiva. "Temos apenas cerca de 300 "gazelas" em Portugal e o número não tem crescido muito ao longo da última década", continua o autor e professor da UC. No entanto, defende, "se o país em vez de ter 300 "gazelas", tivesse 600, seríamos bastante diferentes em termos dos indicadores que queremos ver evoluir rapidamente, como o crescimento do PIB e criação de postos de trabalho qualificados".

E é também na criação destas empresas que as universidades podem ter um papel fundamental, sustenta Pedro Manuel Saraiva. "Falar do empreendedorismo, em 2011, obriga-nos a falar do papel vital que as instituições do ensino superior devem nele desempenhar. Desde logo, pela vertente da sensibilização e da formação na área", resume o autor.

Além do ensino e da produção de conhecimento, a universidade tem agora uma terceira missão: a de encorajar a inovação e o empreendedorismo. Esta é a visão de Pedro Manuel Saraiva e, já agora, também a do novo governo, que quer incentivar a educação para o empreendedorismo. Pedro Manuel Saraiva pensa sobretudo na universidade, onde defende que "não [devia] haver nenhum aluno a frequentar o ensino superior em Portugal, independentemente do curso, sem ter alguma exposição, através de um módulo ou outro tipo de experiência, que o tornasse mais conhecedor do que é o empreendedorismo".

Os portugueses são mais empreendedores do que eram há uma geração, mas ainda há questões a resolver, lembra Saraiva. "Temos de trabalhar aspectos de atitude, porque tudo passa por aí, somos ainda um país onde tipicamente não se gosta de arriscar muito e onde quem erra, por vezes, ainda que errando bem intencionalmente, é excessivamente penalizado e esses são traços culturais que gradualmente temos de combater", sugere.

Casos práticos para seguir as pistas

O livro, editado pela Imprensa da Universidade de Coimbra, tem dois meses e já esgotou a primeira edição. Um dos motivos talvez seja os muitos casos práticos que vai apresentando, ou o site associado (www.uc.pt/imprensa_uc/empreendedorismo), que permite "navegar para aprofundar o que entender em cada um desses casos", segundo o autor. No entanto, não deixa de ser um livro técnico, um manual de "como fazer" para interessados em empreendedorismo, que já pressupõe algum interesse no tema. "Não quero dizer que, seguindo o livro passo-a-passo, uma ideia de negócio vai ser necessariamente [transformada numa realidade], mas ficam as pistas dadas, do ponto de vista técnico, para que essa transição seja eficaz e para que se diminua a probabilidade de insucesso", diz Pedro Manuel Saraiva. O autor é professor catedrático na UC e já criou várias empresas, a primeira das quais em 1993. Observou também de perto a realidade das ‘spin-offs" da UC

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Equipa da Universidade do Porto vence competição europeia

Seis estudantes da Universidade do Porto (UP) venceram a conceituada competição JA-YE Europe Enterprise Challenge 2011, organizado pela maior e mais antiga associação de empreendedorismo mundial, a Junior Achievement. Os participantes tinham que criar um projecto inovador e lançar uma empresa a ele associada.

No concurso internacional, onde participaram 14 equipas de diversas universidades de dez países diferentes, o projecto desenvolvido por Bruno Brandão, Filipe Nascimento, Joana Santos, Rita Neto, Sérgio Tavares e Sofia Esteves ficou em primeiro lugar.
A equipa portuguesa apresentou um projecto inovador de detecção eficaz de fogos florestais, e uma empresa, a FLICKS. A ideia foi a grande vencedora europeia, sendo reconhecida como a «Start-up Company of the Year» e tendo acumulado ainda o prémio «Intel Innovation Award».
É a primeira vez que uma equipa portuguesa vence a competição europeia desta organização de programas de educação em empreendedorismo e para tal, os alunos da UP usaram tecnologias de ponta a um preço competitivo para uma gama variada de aplicações.
A criatividade da empresa FLICKS, consiste em fornecer serviços avançados para detecção de incêndios numa vasta gama de aplicações, através de um sistema composto por sensores multi-espectrais.
O projecto reduz substancialmente o tempo de detecção dos incêndios através de um sistema integrado composto por unidades de detecção autónoma que comunicam entre si e com centrais via wireless. A equipa tem por objectivo ser líder no fornecimento de serviços e desenvolvimento de sistemas avançados para a detecção de incêndios.
A final europeia da competição realizou-se em Madrid e estiveram ao lado das melhores equipas nacionais de diversos países europeus, num total de 14 equipas, de países como Bélgica, Dinamarca, Reino Unido, Finlândia, Espanha, Roménia, Bulgária, Noruega e Holanda. A avaliação da ideia de negócio foi feita por 13 elementos do júri, gestores de topo de grandes empresas presentes no mercado europeu e internacional.
A missão da FLICKS está focalizada no desenvolvimento de soluções preventivas para proteger o planeta e fornecer um ambiente mais seguro e sustentável à comunidade e seu meio envolvente, que será alcançada através do desenvolvimento e fornecimento de serviços integrados de alta eficácia na detecção de incêndios numa vasta gama de aplicações.

"Espírito empreendedor" de Diogo Vasconcelos homenageado na Católica do Porto

Diogo Vasconcelos vai ser homenageado na próxima quinta-feira, 28 de Julho, na Universidade Católica do Porto. Pedro Passos Coelho será um dos presentes na cerimónia que vai decorrer a partir das 21h00.
A Universidade Católica do Porto, na próxima quinta-feira, 28 de Julho, pelas 21h00, vai homenagear Diogo Vasconcelos. A sessão vai realizar-se no Auditório Ilídio Pinho, no Campus Foz da instituição, e o actual primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, será um dos presentes.

A cerimónia, segundo comunidade da universidade, tem como objectivo "relembrar aquele que foi e continuará a ser considerado um espírito empreendedor e marcante". Para a Católica do Porto, é um "reconhecimento público e sentido" e uma "oportunidade para testemunhar a paixão, generosidade, empreendedorismo e criatividade legados por Diogo Vasconcelos às actuais e futuras gerações".

Diogo Vasconcelos morreu a 8 de Julho, aos 43 anos, em Londres, vítima de paragem cardíaca. A sua estadia na cidade inglesa estava relacionada com o emprego como responsável internacional pela área de consultoria para o sector público do grupo americano Cisco Systems. Diogo Vasconcelos nasceu em 1968, no Porto, e licenciou-se em Direito pela Universidade Católica, tendo sido uma figura importante na história da Federação Académica do Porto (FAP), que fundou e presidiu por três mandatos consecutivos. Apologista das novas tecnologias e defensor de uma relação de proximidade das pessoas com estas, foi mandatário digital da campanha eleitoral de Cavaco Silva, nas últimas eleições presidenciais, e vice-presidente da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE).

sábado, 16 de julho de 2011

ANTECIPANDO ÀS MUDANÇAS NO AMBIENTE


Nunca antes na história vivemos um momento tão instigante e ao mesmo tempo tão perigoso para se fazer negócios. Estamos diante de um cenário de rara complexidade, onde fenômenos econômicos, sociais e até tecnológicos são responsáveis pela reestruturação do ambiente de negócio. Para complicar, somamos a este cenário de grande transformação, as atividades táticas do dia-a-dia consomem toda a energia e dificultam as organizações na identificação de mudanças de longo prazo.
A detecção inicial de mudanças no ambiente, entretanto, é um pré-requisito da gestão estratégica do negócio, e habilita a organização a participar do próximo ciclo de crescimento, gerando lucros e recompensas. A detecção e reação tardia aumentam os custos de participação e reduzem as oportunidades. Logos períodos de estabilidade também podem piorar esta capacidade de observação. Os concorrentes tradicionais estão acostumados a se concentrarem uns nos outros, não conseguem enxergar o movimento de empresas novatas ou não-tradicionais, ficando à margem do campo de visão competitivo. A detecção se torna ainda mais difícil quando uma nova concepção de negócio surge longe do círculo de concorrentes tradicionais.
É fundamental estar em sintonia com o ambiente, algumas respostas deveriam ser objeto de constante preocupação dos executivos. Quanto vale a minha empresa hoje? Quanto valerá daqui a cinco anos? A concepção do meu negócio é obsoleta? Como de ser a próxima concepção de negócio? Que atitudes capturarão o próximo ciclo de crescimento do meu setor?
O fato de os produtos passarem por ciclos, do crescimento à obsolescência, é amplamente reconhecido. O que não se reconhece, entretanto, é que as concepções de negócio também passam por ciclos e chegam à obsolescência. Uma concepção de negócio (business model) é a totalidade de como uma empresa seleciona seus clientes, define e diferencia suas ofertas, define as tarefas que realizará e às que terceirizará, configura seus recursos, entra no mercado, criar utilidade para o cliente, define os canais de distribuição e seu modelo de relacionamento, estabelece parcerias e captura lucros. As empresas podem oferecer produtos, podem oferecer tecnologia, solução para o cliente, mas a oferta encontra-se dentro de um abrangente sistema de atividades e relacionamentos que representam a concepção do negócio da empresa.
O valor de mercado de uma organização é um indicador do poder de sua concepção do negócio no sentido de criar e capturar valor. Para vencer o este jogo, os executivos devem se perguntar: onde, em meu setor, eu poderei gerar lucros? Como isso estará mudando? O que está impulsionando a mudança? O que a minha empresa pode fazer a esse respeito? Por trás destas respostas está uma questão fundamental: qual é o padrão da mudança. O que os clientes desejam, e estão dispostos a pagar e que concepção de negócio corresponde de forma mais eficaz a esse padrão de mudança. O padrão está claro: quando as necessidades estão surgindo, o cliente procura desempenho. Quando as necessidades estão maduras, o cliente busca preços baixos. Essa transformação sistemática das necessidades e prioridades do cliente aplica-se a maioria dos setores.