O Startup Pirates organiza entre 28 de Agosto e 4 de Setembro uma iniciativa que irá permitir aos participantes acederem às ferramentas e ao conhecimento necessários para criar uma empresa e serem bem sucedido ao fazê-lo.
Na prática, o Startup Pirates, escola de empreendedorismo criada em Julho, pretende ser um Movimento de promoção do empreendedorismo em Portugal e no mundo, através da realização de programas de empreendedorismo com a duração de uma semana destinados a universitários e recém-licenciados.
Estes programas cruzarão de uma forma perfeita os conhecimentos teóricos das mais diversas áreas como modelos de negócio, gestão de Recursos Humanos, marketing e desenvolvimento de plano de negócio, com uma componente muito prática que vai desde a estruturação de um modelo de negócio, ao desenvolvimento de um produto até à apresentação do plano de negócio a potenciais investidores. Todo o conhecimento é transmitido e complementado por experientes empreendedores e mentores.
Para mais informações sobre o Startup Pirates @ Porto pode visitar o site www.startuppirates.org/porto.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Mulheres empreendedoras beneficiam de crédito do BAI
Trinta mulheres empreendedoras da província do Moxico receberam hoje, quarta-feira, no Luena, um crédito bancário concedido pelo Banco Africano de Investimentos (BAI), no âmbito do Crédito de Campanha Agrícola, lançado pelo governo angolano em 2010.
Em declarações à Angop, o técnico nacional do BAI micro-finanças, Valdemir Gourgel, explicou que as mulheres contempladas vão receber 500 a cinco mil dólares americanos, que serão reembolsados num prazo de um a dois anos.
Segundo o responsável, numa primeira fase foram beneficiadas 30 mulheres do município sede, como experiência piloto e gradualmente estender-se-á para os restantes municípios e comunas da província do Moxico.
Valdemir Gourgel explicou que o objectivo principal desta política de micro financiamento é estabilizar a situação social das mulheres e melhorar as suas rendas.
Explicou que a sua instituição bancária está aberta para todas as pessoas com iniciativas de empreendedorismo, camponesas associadas e individuais que quiserem aproveitar os serviços dos BAI, para estabilizar e garantir os níveis de produtividade económica.
Maria da Conceição, uma das mulheres contempladas louvou o gesto do BAI e disse que ela e as suas companheiras vão empregar o montante disponibilizado na aquisição de inputs agrícolas, para melhorar a produtividade.
Sugeriu à gerência do banco e a outras instituições envolvidas no processo a abranger no microcrédito às mulheres rurais para igualmente melhorarem as suas condições sociais.
Em declarações à Angop, o técnico nacional do BAI micro-finanças, Valdemir Gourgel, explicou que as mulheres contempladas vão receber 500 a cinco mil dólares americanos, que serão reembolsados num prazo de um a dois anos.
Segundo o responsável, numa primeira fase foram beneficiadas 30 mulheres do município sede, como experiência piloto e gradualmente estender-se-á para os restantes municípios e comunas da província do Moxico.
Valdemir Gourgel explicou que o objectivo principal desta política de micro financiamento é estabilizar a situação social das mulheres e melhorar as suas rendas.
Explicou que a sua instituição bancária está aberta para todas as pessoas com iniciativas de empreendedorismo, camponesas associadas e individuais que quiserem aproveitar os serviços dos BAI, para estabilizar e garantir os níveis de produtividade económica.
Maria da Conceição, uma das mulheres contempladas louvou o gesto do BAI e disse que ela e as suas companheiras vão empregar o montante disponibilizado na aquisição de inputs agrícolas, para melhorar a produtividade.
Sugeriu à gerência do banco e a outras instituições envolvidas no processo a abranger no microcrédito às mulheres rurais para igualmente melhorarem as suas condições sociais.
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Conhecimento da concorrência é imprescindível

“Para se ter sucesso tem de ser ter um sonho muito grande e perseguir constantemente essa ideia”, revelou José Luis Alvim, durante o debate “Empreender à 5ª”, que teve como tema “Empreendedorismo e Estratégia de Negócio” e que decorreu na Fnac do Norteshopping.
Segundo o docente universitário, é muito importante do ponto de vista empresarial não ter medo, até porque “quem quer ser empresário não pode estar à espera de ter uma boa vida”.
O planeamento, a organização, a liderança pelo exemplo foram algumas das funções de um gestor que o professor ressalvou durante a sua intervenção.
José Luis Alvim aproveitou ainda para referir que numa estratégia de negócio, “os objectivos devem ser simples, consistentes e a longo prazo”, sendo imprescindível “um profundo conhecimento do ambiente competitivo”.
Falando de estratégias de sucesso, o professor e consultor de empresas, salientou a importância da execução efectiva dos objectivos delineados, contudo isso exige “liderança, foco, alinhamento, comunicação e determinação”.
O professor ressalvou ainda a aposta na internacionalização, contudo realçou a importância de ter competências para gerar receitas. Para isso considera fundamental um empresário rodear-se de pessoas competentes e trabalhadoras.
Durante o debate, a assistência ficou a conhecer o caso do empresário Vitor Oliveira, que é actualmente director-geral da Ginfoplan, uma empresa de consultoria informática, especializada em soluções integradas de sistemas de informação.
Com 45 anos, o empresário reconhece que sempre foi muito engenhoso. Começou com sete anos a vender rifas aos vizinhos e ficou-lhe o gosto por criar riqueza, vender e empreender.
Mas nem sempre as coisas correram como Vítor Oliveira planeara. Como é o caso do Portal do Consultor Autárquico, um portal com toda a informação legal, classificada e pesquisável para os presidentes de Junta de Freguesia.
Contudo depois do lançamento, as Juntas de Freguesia contactadas, embora demonstrassem sempre receptividade à ideia, por um ou outro motivo, iam adiando a decisão de compra dos conteúdos disponibilizados.
Vitor Oliveira reconhece que uma das suas incompetências é na área dos recursos humanos: “A tendência é para pôr as mãos na massa e não para orientar a equipa”.
Mesmo que este projecto não tenha corrido como inicialmente planeado, Vitor Oliveira não desiste.
"Um portal de auxílio à gestão autárquica continua a ser uma boa ideia, a necessidade de concentração de informação relevante, conjugado com a melhoria dos processos de pesquisa será crucial para o futuro na utilização da internet", salienta.
O futuro passa por reformular o negócio que deixará de ter conteúdos pagos: “Deixará de ser um portal informativo para ser colaborativo”.
Com isto, Vitor Oliveira acredita que ainda é possível recuperar o portal do Consultor Autárquico e a médio prazo vir a ter algum retorno financeiro com ele.
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Autor: Patricia Flores - Jornalista
CRESCIMENTO SUSTENTADO

O maior desafio dos líderes empresariais de hoje é conseguir, ao mesmo tempo, crescimento e eficiência superior, aquilo que chamamos crescimento excepcional. A grande questão é que os caminhos para este crescimento excepcional estarão menos óbvios daqui para frente. Para alcançar esse objetivo, precisam não só extrair valor do negócio e capturar valor de seus concorrentes, mas precisam também, e acima de tudo, gerar novas fontes de valor. Esse é o potencial ilimitado da estratégia de crescimento sustentado.
O valor não é algo que existe por aí, esperando que as organizações apareçam para colhê-los. Antes de o valor poder ser apanhado, precisa ser criado. Criação de valor quer dizer todo o processo pelo qual um negócio cria valor que foi estabelecido para distribuir. A criação de valor começa com os clientes, que é a fonte original de todo o valor que as empresas podem distribuir a seus stakeholders. A capacidade da organização de levar valor de seus clientes para os stakeholders depende de sua capacidade de executar três competências fundamentais: extração de valor, captura de valor e geração de valor.
A extração de valor é garantir que a empresa é eficiente o suficiente para não desperdiçar grandes quantidades do valor que captura antes de passá-los aos stakeholders (eficiência interna). A captura de valor é o processo pelo qual o valor é conquistado pela organização, ou seja, aumentando pelas alianças com terceiros, como fornecedores, revendedores e distribuidores. Finalmente a geração de valor envolve a criação de novos produtos ou serviços que os clientes valorizam o suficiente para se disporem a pagar por eles. A grande questão é que as organizações não podem extrair mais valor do que capturam, e não conseguem capturar mais do que geram. Na verdade, em algumas situações, as empresas descobrem que é mais fácil e mais rápido melhorar seus resultados concentrando-se em extração de mais valor de suas operações atuais do que gerando novas fontes de valor. No entanto, quando um negócio extraiu o último centavo possível com corte de custos, gestão da qualidade, 6 sigma e outras semelhantes, não existe mais valor para extrair.
O mesmo ocorre com a captura de valor. Nas últimas décadas, a estratégia das empresas foi dominada por um foco na captura de valor. Entretanto, assim como ocorre na extração de valor, o crescimento por captura é limitado, pois a concorrência tradicional é um jogo de soma zero, e em pouco tempo estará precisado de novas vantagens competitivas. A captura e a extração de valor são fundamentais para o modo como fazemos negócios hoje, mas as organizações estão lutando para se tornarem mais eficientes e competitivas há anos e muitas ainda enfrentam grandes desafios para produzir crescimento lucrativo e consistente. A grande questão é que não estão suficientemente alinhadas com a geração de valor para os clientes, algumas estão tão obcecadas com a extração de valor que praticamente estão cegas as possibilidades de crescimento.
Para captura valor é preciso concentrar na concorrência e nos parceiros. Para extrair valor, é preciso concentrar em seus próprios processos internos. Para gerar valor a fonte ilimitada é concentrar-se nos clientes, crie uma proposta de valor, uma oferta que seja irresistível. Expandir as barreiras da eficiência com base nos custos permite que as empresas aumentem seus lucros, mas, por si só, não consegue produzir crescimento sustentado.
Comentário do Autor:
Como autor deste artigo, me sinto na orbrigação de resgistrar os autores que me influenciaram. Pois as ideias não são originais, mas articuladas formam um conceito poderoso. Aqueles que querem aprofundar no tema, sugiro a leitura:
1) o tema crescimento excepcional é tratado pelo professor JC Lareche em O Efeito Momento;
2) captura de valor é uma grande contribuição dos professores Kim e Renne no livro A Estratégia do Oceano Azul;
3) para concluir, minha sugestão e que me influenciou muito foi o livro Migração de Valor de Adrian J. Slywotzky.
Evite o gigantismo e o nanismo em suas organizações, aprendam a realizar um crescimento realmente sustentado.
Atenciosamente,
Luis Lobão
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autor: Luis Augusto Lobão
“Num contexto de crise económica é importante uma oferta balanceada em diversidade e complementaridade”
Bom dia. Sou proprietário de um pequeno negócio de produtos de electrónica (baterias, lâmpadas, ar - condicionado, interruptores, etc.), mas tenho o sonho de criar um negócio de comercialização de soluções energéticas renováveis dirigidas ao segmento de particulares. No entanto, falta-me um conhecimento aprofundado do negócio, de forma a encontrar os aspectos indispensáveis ao seu sucesso. O que devo considerar?Os aspectos apontados são comummente designados de FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO (FCS), isto é, condições ou variáveis do negócio que determinam um impacto crucial na sua viabilidade. Para o caso específico serão os factores necessários ao sucesso da missão da sua empresa. Embora não a tenha revelado ficam a seguir alguns exemplos:
1. Sensibilização e aculturação do consumidor
Uma vez que o mercado de soluções energéticas renováveis assume uma expressão recente no mercado português, será crítico conquistar a confiança do consumidor pela satisfação da curiosidade natural em conhecer os novos equipamentos energéticos (como micro turbinas eólicas, caldeiras de biomassa, painéis solares, etc.). A conquista passa pela credibilidade na exposição sobre a sua funcionalidade, rentabilidade e impacto ambiental.
2. Oferta de mercado: actualização tecnológica permanente
Uma vez que grande parte das soluções energéticas poderá referir-se a equipamentos dotados de tecnologia, e que no contexto actual a inovação assume um papel fundamental no mercado, é crítica a capacidade de desenvolvimento tecnológico das soluções comercializadas, quer pela sua integração nos canais de compra, quer pela internalização em recursos próprios.
3. Diversidade e complementaridade da oferta
Num contexto de crise económica é importante uma oferta balanceada em diversidade e complementaridade, de forma a diluir o risco de comercialização e beneficiar da venda de soluções integradas. Exemplo: constituição de portfólio de serviços de certificação energética, equipamentos energéticos – painéis solares, micro turbinas eólicas caldeiras de biomassa, e de consumíveis – lâmpadas LED, pellets, etc.
4. Capital humano: competências técnicas e comportamentais
É critico que os recursos humanos tenham boas competências técnicas para efectuar um diagnóstico preliminar correcto da solução a implementar, uma vez que este aspecto determina todo o trabalho operacional à posteriori. A nível comportamental é crítica a relação de proximidade, comunicação e gestão de conflitos, de forma a fidelizar carteira de clientes.
5. Ponto de venda: localização e layout
Admitindo um ponto de venda ao público, uma vez que a intenção de compra é dirigida ao segmento particular / residencial, importa valorizar a sua atracão pela localização do estabelecimento e funcionalidade do respectivo layout, permitindo aos potenciais clientes contactar com os equipamentos num eventual showroom e moverem-se para os espaços de atendimento.
A análise dos FCS não deverá ser destacada, mas integrada no enquadramento estratégico da empresa, permitindo em primeira instância o alcance dos objectivos estratégicos e, em sequência última, o alcance da missão da empresa. Por isso, outros exemplos de FCS poderão ser dados, dependendo da missão da empresa dentro do mesmo sector de actividade. Pretende-se apenas a sua exemplificação para melhor elucidação do leitor. Em todo o caso, é certo que exigem uma atenção continuada e evolutiva, sob pena do seu negócio se perder.
Arrisque; transforme as suas ideias em negócios de sucesso!
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Consultório on line
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Faro: Autarquia assina acordo com Millenium bcp para estimular iniciativas de apoio a micro-empresas
A Câmara Municipal de Faro e o Millenium bcp assinaram na passada semana um acordo de cooperação pelo empreendedorismo, no sentido de “estimular o aparecimento” de iniciativas empresariais no concelho de Faro, em especial as que possam beneficiar dos sistemas de micro-crédito.
O acordo foi assinado entre o presidente da Câmara Municipal de Faro, Macário Correia, e a diretora do Millenium bcp para o micro-crédito, Helena Mena.
A aposta na concessão de micro-crédito a pessoas que perderam o seu posto de trabalho, ou que, querendo criar o seu próprio negócio, necessitam de montantes relativamente baixos de financiamento à instalação ou desenvolvimento do seu negócio “tem-se vindo a assumir como um instrumento bastante importante ao dispor das economias locais”, refere a autarquia.
Assim, ambas as entidades esperam também contribuir “para um estímulo ao auto-emprego, já que, claramente vocacionado para funcionar como um instrumento dirigido essencialmente a pessoas desempregadas ou sujeitas a situações de exclusão económica ou social”, esta linha de crédito poderá financiar “ideias de negócios viáveis, que apresentem, naturalmente, condições de exequibilidade e viabilidade”, com montantes que habitualmente rondam os 15 mil euros.
Para dar a conhecer este instrumento, serão realizadas sessões públicas de sensibilização e divulgação do sistema de incentivo, em especial junto de pessoas com alguma experiência e formação profissional, em situação de desemprego e carências sociais, que possam vir a criar ou desenvolver o seu próprio negócio.
A autarquia farense recorda em comunicado que já tinha assinado um acordo semelhante com o BES e espera “poder vir a ter o apoio de outras instituições bancárias”.
O acordo foi assinado entre o presidente da Câmara Municipal de Faro, Macário Correia, e a diretora do Millenium bcp para o micro-crédito, Helena Mena.
A aposta na concessão de micro-crédito a pessoas que perderam o seu posto de trabalho, ou que, querendo criar o seu próprio negócio, necessitam de montantes relativamente baixos de financiamento à instalação ou desenvolvimento do seu negócio “tem-se vindo a assumir como um instrumento bastante importante ao dispor das economias locais”, refere a autarquia.
Assim, ambas as entidades esperam também contribuir “para um estímulo ao auto-emprego, já que, claramente vocacionado para funcionar como um instrumento dirigido essencialmente a pessoas desempregadas ou sujeitas a situações de exclusão económica ou social”, esta linha de crédito poderá financiar “ideias de negócios viáveis, que apresentem, naturalmente, condições de exequibilidade e viabilidade”, com montantes que habitualmente rondam os 15 mil euros.
Para dar a conhecer este instrumento, serão realizadas sessões públicas de sensibilização e divulgação do sistema de incentivo, em especial junto de pessoas com alguma experiência e formação profissional, em situação de desemprego e carências sociais, que possam vir a criar ou desenvolver o seu próprio negócio.
A autarquia farense recorda em comunicado que já tinha assinado um acordo semelhante com o BES e espera “poder vir a ter o apoio de outras instituições bancárias”.
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in diario online
Figueira: CIMBM promove Jornadas do Empreendedorismo
A Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego (CIMBM) apresentou, no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro (Mais Centro) o projeto “Operação Imaterial de Promoção do Empreendedorismo – CIMBM”, que foi recentemente aprovado. Esta Operação tem como objetivo geral o reforço do potencial empreendedor da Região do Baixo Mondego, através de iniciativas em rede que garantam os necessários suportes à dinamização e apoio ao empreendedorismo local, com especial enfoque nos serviços de suporte às atividades turísticas e de lazer na Região.
A CIMBM pretende, desta forma, facilitar o acesso à criação de empresas na Região mobilizando um conjunto diversificado de atores locais que, trabalhando em rede e com base num modelo concertado regionalmente, sensibilizem e mobilizem a população para o empreendedorismo, criando serviços partilhados e complementares que garantam o apoio desde a identificação de oportunidades de investimento à criação de empresas e emprego.
Com o objetivo de constituir a rede regional de apoio ao empreendedor, integrada na elaboração do Plano de Ação Territorial para a Promoção do Empreendedorismo, a Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego promoveu as Jornadas do Empreendedorismo, no passado dia 26 de julho de 2011, no CAE da Figueira da Foz.
Nas Jornadas do Empreendedorismo foram debatidas temáticas relacionadas com as dinâmicas de apoio ao empreendedor na Região do Baixo Mondego e com o papel de diferentes agentes internos e externos.
A CIMBM pretende, desta forma, facilitar o acesso à criação de empresas na Região mobilizando um conjunto diversificado de atores locais que, trabalhando em rede e com base num modelo concertado regionalmente, sensibilizem e mobilizem a população para o empreendedorismo, criando serviços partilhados e complementares que garantam o apoio desde a identificação de oportunidades de investimento à criação de empresas e emprego.
Com o objetivo de constituir a rede regional de apoio ao empreendedor, integrada na elaboração do Plano de Ação Territorial para a Promoção do Empreendedorismo, a Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego promoveu as Jornadas do Empreendedorismo, no passado dia 26 de julho de 2011, no CAE da Figueira da Foz.
Nas Jornadas do Empreendedorismo foram debatidas temáticas relacionadas com as dinâmicas de apoio ao empreendedor na Região do Baixo Mondego e com o papel de diferentes agentes internos e externos.
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adaptado de artigo de cnoticias.net
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