quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Instituto Médio de Administração e Gestão promove semana do empreendedorismo

Luena - O Instituto de Administração e Gestão (IMAG) do Luena (Moxico) promove, em Setembro, a semana do empreendedorismo, com vista a incutir nos estudantes a necessidade da criação do auto-emprego e outras oportunidades de negócios.

A informação foi avançada hoje à Angop pelo director da instituição, José Januário Mateus, que falava a margem da realização das provas de frequência do segundo trimestre iniciadas dia 8 e com fim previsto para quarta-feira.

Sobre a semana do empreendedor, o especialista em matérias de gestão pública e empresarial salientou que a acção é de carácter científico e nele serão apresentados 13 projectos tecnológicos (monografias) de estudantes dos cursos de contabilidade geral, estatísticas e planeamento e informática de gestão.

Após a recolha de subsídios, informou, os projectos com maior notabilidade serão apresentados em Outubro na feira de amostra de aprendizagem dos institutos médios técnicos (Educa-Angola), com a finalidade de expor a capacidade criativa dos estudantes locais.

José Januário lembrou que os institutos médios técnicos surgem para suprir a carência que as instituições enfrentam nesta área e por se tratar de monografias de estudantes finalistas permitirá que vão ao mercado de trabalho com mais responsabilidade e noção do estudo de viabilidade para o sucesso.

Até ao final do ano lectivo 2011, o IMAG poderá lançar ao mercado 205 finalistas nas especialidades de contabilidade geral, estatística/planeamento e informática de gestão.


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Empreendedor Y

Um tema bastante em voga hoje é a tão badalada geração Y, jovens nascidos do final dos anos 70 para 80. Toda a repercussão causada por este grupo, gira em torno dos seus hábitos, costumes e atitudes que são totalmente diferentes das gerações passadas...

Um tema bastante em voga hoje é a tão badalada geração Y, jovens nascidos do final dos anos 70 para 80.

Toda a repercussão causada por este grupo, gira em torno dos seus hábitos, costumes e atitudes que são totalmente diferentes das gerações passadas.

Hoje uma grande quantidade de pesquisadores estudam a geração Y em diversos campos, um em destaque que vem ganhando bastante ênfase é o campo do empreendedorismo, mais particularmente falando, o empreendedor Y.

Por serem pessoas criativas, inovadoras, dinâmicas e não terem grande apreço por hierarquias, este grupo tem revolucionado o mercado com suas idéias e projetos mudando até mesmo nossos hábitos de consumo.

Perfil do Empreendedor Y

São pessoas mais flexíveis, abertas a mudança de caminho não se prendendo a apenas uma única opção ou saída, são mais voltados para o aprendizado, seja por meio de cursos formais como por meio de simples conversas com clientes. Outra característica importante é que eles não negam a importância de se fazer um planejamento, mas no entanto, dão mais ênfase a ação e a busca por resultados práticos. Aliás acredito que um dos principais entraves para se empreender é justamente o excesso de planejamento e o pouco foco na prática, o empreendedor acaba teorizando demais o seu projeto e esquece de obter uma vivencia real do seu produto com o mercado.

O setor que mais os atrai, é o tecnológico sem dúvida, isso, no entanto não quer dizer que não temos grandes empreendedores jovens em outras áreas.

Empresas jovens comandada por jovens

Projetos que começaram pequenos com apenas uma idéia e muita dedicação, nas mãos destes empreendedores, hoje ganham destaque mundo afora, veja alguns casos:

Empreendemia: Já falei uma vez aqui sobre o empreendemia, mas sou obrigado a falar dele novamente, comandado pelo: Luiz Piovesana, Mauro Shimizu Ribeiro e Millor Machado, a inovação do empreendemia dentro do segmento das redes sociais tem dado o que falar.

Começaram com apenas uma idéia e muita dedicação, o resultado disso é que graças a este projeto, a forma das empresas se relacionarem com seu mercado (seja ele B2B ou B2C) vem ganhando mais agilidade e dinamismo.

Boo-Box: Criado pelo jovem Marco Gomes, a Boo Box, revolucionou a forma de fazer marketing pela internet no pais sendo a pioneira no segmento de publicidade via mídias sociais.

De um começo nada fácil em Gama – DF, para São Paulo, onde em 2007 recebeu um investimento de US$ 300.000 dólares da Monashees Capital, e logo depois um outro aporte da Intel Capital, sendo a única empresa brasileira a receber apoio financeiro deste prestigiado grupo.

Zuggi: Seria um erro não dá crédito ao publico feminino não é mesmo? Até porque as jovens mulheres também tem sua parcela de contribuição na criação de empresas inovadoras.

Natália Andreoli Monteiro com certeza é uma ótima personagem para representar este grupo, cabe a ela os créditos de ter criado o primeiro buscador brasileiro voltado para crianças, o Zuggi.

O grande diferencial do projeto está no bloqueamento de conteúdos inadequados para nossos pequenos internautas.

A empresa foi tão bem aceita que chegou a ser uma das quatro ganhadoras do prêmio StartUp Chile 2011, um programa de incentivo e desenvolvimento tecnológico daquele pais, pegando essa deixa é necessário dizer que o governo brasileiro devia acordar e olhar para os empreendedores que estão perdendo, tenho certeza que além da Natalia há uma grande quantidade de jovens inovadores buscando abrir e desenvolver suas empresas no exterior.

Coincidências...

Escrevendo este artigo acabei identificando uma coisa em comum nas três histórias que caracteriza bem o espírito criativo e inovador da geração Y.

Todos os projetos foram pioneiros em seus respectivos segmentos aqui no país, um sinal de que empreender é arriscar por águas desconhecidas, encontrar oportunidades e principalmente fazer a diferença, como estes e tantos outros jovens estão fazendo...

Portimão: Millenium bcp assina acordo com autarquia local para dinamizar empreendedorismo

O Millennium bcp e a Câmara Municipal de Portimão estabeleceram um protocolo com o objetivo de “dinamizar o empreendedorismo junto da população” através do microcrédito.

O acordo em causa visa “divulgar e promover o microcrédito, como instrumento de apoio à criação do auto-emprego e de combate eficaz à exclusão social e à pobreza”.

Esta parceria pretende estimular o aparecimento de iniciativas empresariais no concelho de Portimão e, em especial, as que possam beneficiar dos sistemas de microcrédito.

No âmbito deste protocolo, serão realizadas sessões públicas de sensibilização e divulgação do microcrédito, em especial junto de pessoas com alguma experiência e formação profissional, em situação de desemprego e carências sociais, que possam vir a criar ou desenvolver o seu próprio negócio.

No distrito de Faro, a taxa de desemprego atinge os 13.4%, “acentuando-se este problema nos meses de Inverno”, lembra a entidade bancária, em comunicado.

Através do microcrédito, o Millennium bcp revela que já apoiou a criação de cerca de 2106 negócios, que geraram aproximadamente 3266 novos postos de trabalho.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

‘Desafio Ousar’ de volta para apoiar dez ideias de negócio

A segunda edição do concurso ‘Desafio Ousar’ regressa em Setembro para apoiar dez novas ideias de negócio inovadoras.
Este concurso de apoio ao empreendedorismo é promovido pela Associação Industrial do Minho (AIMinho), decorre entre 19 de Setembro e 16 de Dezembro e tem como objectivo “despertar a capacidade de iniciativa e criatividade dos potenciais empreendedores, assim como desenvolver competências empreendedoras e cimentar ideias de negócios”.

O projecto baseia a sua intervenção numa filosofia de apoio ao empreendedorismo, através de trabalho em rede com entidades da região.
‘Desafio Ousar’ proporciona aos participantes a passagem por situações que lhes permitirão aferir se possuem as capacidades para serem um empreendedor.

O concurso conta com o apoio de instituições de Ensino S uperior e outras ligadas ao financiamento, inovação, gestão e empreendedorismo.
Os dez projectos melhor classificados que pretendam avançar para a criação da própria empresa irão beneficiar de apoio na elaboração do plano de negócio, aconselhamento e assistência técnica ao arranque do negócio.

O apoio é facultado através de 70 horas de consultoria técnica especializada. Adicionalmente, terão acesso a um programa de mentoring, no qual lhes será atribuído um mentor com grande experiência e conhecimentos na área de negócio do projecto, que irá dar apoio no avanço da ideia de negócio. As dez ideias beneficiarão também de apoio na procura de financiamento.
Os cinco melhores projectos obterão apoio na incubação das empresas.
Os três melhores projectos do ‘Desafio Ousar’ receberão prémios pecuniários entre 1500 e 2 500 euros.




São precisos empreendedores, mas não só

Os empreendedores reconhecem que são bons inventores mas que não têm a capacidade comercial ou de gestão para passarem o negócio do laboratório para o mercado real. É esta a componente mais importante em todo o processo de investimento e não apenas o capital que se aplica.

Os investidores muitas vezes queixam-se que não existem projectos de qualidade. Em parte é certo, mas tal facto é motivado pelo tamanho do país que temos, o que torna difícil a existência de muitos projectos de qualidade, mas os poucos que temos, às vezes são de grande qualidade a nível mundial, inclusive reconhecidos e premiados lá fora, mas que cá dentro não lhe dão a devida importância, o que torna o país cada vez menos inovador e competitivo.

São precisos empreendedores, mas também são necessários investidores que saibam analisar convenientemente os projectos que chegam às suas mãos, para não perderem oportunidades, não desiludir quem afinal poderia ser uma referência nacional ou até mundial, e para não impedir que o país cresça e se modernize.

Pedir tudo isto a um investidor, e ainda que o mesmo assuma o risco do investimento, não é pedir pouco, e é por isso que temos de profissionalizar a forma em como se investe em empreendedores em Portugal, em especial através das capitais de risco públicas.

Depois de ver a "grande reportagem" da SIC, onde dois empreendedores mostravam soluções absolutamente inovadoras e até com a realização de investimento próprio, para provar que as mesmas não eram apenas teóricas, através de protótipos, fiquei chocado como é que ideias como a de um carro com energia ilimitada, com baterias auto-recarregáveis por via eólica (ou seja, quanto mais o carro se desloca, mais a bateria se carrega - uma ideia genial), ou um sistema que evita inundações, premiados no estrangeiro, ficam na gaveta, destruindo o sonho de quem quer inovar e revolucionar o mundo.

Mas o problema, não está apenas na falta de capacidade de análise, mas também na falha de uma verdadeira incubadora de start-ups. Para fazer crescer um negócio, não temos apenas de colocar dinheiro nele (já tinha referido isto em artigos anteriores), é necessário envolver o negócio numa rede comercial que funcione e que potencie o mesmo. É esta a parte mais complicada do processo, e que não está devidamente estruturada nas capitais de risco públicas, (desaproveitando a grande sinergia comercial que o próprio estado pode dar) acabando por atirar para o lixo grande parte dos investimentos, e culpabilizando o empreendedor do não sucesso.

Os empreendedores, como estes que dou como exemplo, reconhecem eles próprios que são bons inventores e realizadores da sua invenções, mas que ao mesmo tempo não tem a capacidade comercial ou de gestão para passar o negócio do laboratório para o mercado real. É esta a componente mais importante em todo o processo de investimento, e não apenas o capital que se investe.

Temos por isso de reformular por completo a forma em como o estado gasta dinheiro em empreendedores e no empreendedorismo. O novo ministro da economia, já disse mais de uma vez que é preciso apostar no empreendedorismo, e não posso estar mais de acordo, mas enquanto não se criar um centro incubador que seja facilitador de contactos e gerador de negócios a nível nacional e internacional (com a chancela do governo) difícil será rentabilizar os investimentos.

Se definimos uma espécie de "selo de qualidade" em cada projecto investido por capitais de risco públicas, pode-se criar uma rede "ao estilo Cotec" que através de protocolos com grandes empresas internacionais e nacionais, possam vir a dar um empurrão significativo aos projectos. É preciso fazer este trabalho para termos uma boa "plataforma de lançamento" para os nossos inventores.

Este é um trabalho que ainda não foi feito, mas que é obrigatório se queremos ver o dinheiro do contribuinte bem investido, no futuro do país.

Se o estado, por exemplo, tem um acordo feito com a Auto Europa, neste centro incubador, permitindo que o protótipo do carro, passe para um cenário de aperfeiçoamento e comercialização, mais um acordo com o INPI para patentear o "estado da arte" deste projecto a nível global, todo o conceito ganharia muito mais força que apenas entregar capital a este empreendedor.

Mas quem investe no estado, em vez de criar esta "plataforma de lançamento" deixa tudo ao sabor do empreendedor, que muitas vezes não tem experiência, nem contactos, nem capacidade de tornar o seu protótipo num modelo comercializável.

É esta falta de consolidação da inovação com o mercado real, que deixa Portugal ao sabor do vento no que diz respeito a investimentos empreendedores. São os empreendedores que precisam deste apoio, não são as grandes empresas, por isso o estado tem de criar mecanismos para que seja possível juntar todas as peças e elevar o país a um nível de empreendedorismo e inovação nunca antes vivido.

Dedico este meu artigo aos dois empreendedores, e às suas excelentes ideias, lamentando que tenham ficado na gaveta. Contudo não pude de deixar de expressar a minha critica, e sugestão, na esperança de alguém retomar os referidos projectos e vir a integra-los numa "plataforma de lançamento" que os faça crescer.


Workshop de Empreendedorismo - ALGARVE - 14 de Setembro

Numa Parceria entre o NERA e a AIP-CCI realizar-se-á no âmbito da Conferência Internacional da ECCI XII, um Workshop sobre empreendedorismo, no qual serão apresentados casos exemplares de empreendedorismo no sector do Turismo.
Este Workshop é uma iniciativa do projecto Plataforma do Empreendedor (www.empreender.aip.pt), criado pela AIP-CCI e desenvolvido em parceria com o GEP (MTSS) e com o apoio do POAT/ FSE, que tem como objectivo principal levar a um público cada vez mais alargado a temática do empreendedorismo, criando diferentes dinâmicas de abordagem que visam a motivação e o despertar para novas oportunidades de saídas profissionais, como seja o auto-emprego.

Em 2010, realizaram-se com sucesso 9 workshops e uma sessão plenária com um orador internacional, na zona de Lisboa. O tema do empreendedorismo foi amplamente falado por diferentes sujeitos activos e com experiências diferenciadas: Professores, Peritos, Investigadores, Empreendedores, Financiadores, Consultores, entre outros.

Para 2011, a AIP-CCI apostou na realização de um roadshow, com a realização de workshops de empreendedorismo em diferentes regiões de Portugal continental, contando para o efeito com o contributo das diferentes Associações Empresariais Regionais, sendo que no Algarve a parceria foi estabelecida com o NERA, para a realização deste Workshop (gratuito):


TEMA: "Call for Action - EMP! Oportunidades e Desafios no Turismo Sustentável!"

DATA: 14 Setembro 2011

HORÁRIO: 13H30-16H30

LOCAL: Auditório da Esc. Sup. Saúde Univ. do Algarve (ESSUALG), Avª Dr. Adelino da Palma Carlos (FARO)


PROGRAMA:

13h30-14h00- Acreditação

14h30-14h45- Abertura: NERA e AIP-CCI

14h45-15h15- O Estado da Arte do Turismo em Portugal, que desafios para a região do Algarve – Vítor Neto, Presidente do NERA

15h15-15h45- Apresentação de 3 casos empreendedores:

Moderação: Frederico Carvalho Pinto, Docente Universitário na área do Empreendedorismo e Consultor AIP-CCI

15h45-16h30- EMPREENDER – O Jogo!

Para obter mais informações acerca desta iniciativa, sugerimos a consulta do www.empreender.aip.pt, onde poderá encontrar, no PONTO DE ENCONTRO, informação sobre os workshops já realizados.

Profissão: Empreendedor!

Imagine esta cena: depois de anos de estudos, uma jovem se prepara para a formatura no seu curso de odontologia. Vestido já escolhido, fotos tiradas, convites... Tudo pronto para a grande noite. Nome a nome, chega a sua vez e ela sobe ao palco solene para receber seu canudo... Desce e no dia seguinte é convidada para um novo palco, o palco da vida: a recém formada agora está no mercado. Um potencial imenso, mas com muitas dúvidas: estudar mais, arrumar um emprego, fazer um concurso...

E por que não empreender?

Tempos desses fui convidado para ministrar uma aula no Mestrado de Odontologia de uma universidade particular. Assunto? Empreendedorismo. Confesso que não é sempre que me deparo com este tipo de visão: uma instituição de ensino superior instigando seus alunos nas reflexões do universo empreendedor. Naquela oportunidade afirmei que não conheço profissão mais empreendedora que a de dentista. Até porque já fui sócio de um consultório odontológico e bem sei que para um recém formado a tarefa de abrir seu próprio negócio não é das mais fáceis. Reafirmo: não tem profissão mais empreendedora do que a de dentista! Pode ter parecida: advogado, arquiteto, médico, contador... Todas estas profissões se diferem nas técnicas aprendidas nos bancos universitários, mas são muito parecidas nos desafios do ato de empreender. E poucos são os cursos que vão além de formar o profissional operacional. Muitos esquecem que precisam formar estes jovens para o mercado, e que este mercado não tem emprego - seja público ou privado - para todo mundo.

Imaginemos esta outra cena: jovem dentista, recém formado, monta seu consultório em um prédio comercial. Primeira semana de trabalho e ele já tem pacientes: a mãe, o pai, a namorada e a sogra (o sogro não quis dar o cabimento!). Segunda semana? A madrinha, o irmão e três dos amigos mais chegados. E só! O resto do mês à míngua. Mas ele persiste, não desiste! Cartão de visitas no bolso, aproveita qualquer oportunidade para fazer seu nome: divulga entre os amigos, faz trabalho voluntário na comunidade carente, circula em festas, faz curso de gestão... E as coisas vão mudando: o amigo da prima que ele conheceu numa festa liga e marca consulta. O colega do curso indicou ele para a esposa... E de repente - mas não por acaso - sua agenda está cheia e ele, além de construir sua renda, está gerando emprego e riqueza para a secretária, a assistente de consultório dentário, o protético... Troque o personagem acima para o de um jovem engenheiro ou psicólogo e veja o quanto nossos cursos universitários poderiam estar gerando de novos empreendedores ano a ano: seriam centenas? Ou talvez milhares de empreendedores? Imagine o impacto positivo que tantos novos empreendedores, ano a ano, poderiam geram na economia?

Alguém já pensou sobre isto. Foi o economista francês Jean-Baptiste Say (1767-1832), um dos primeiros estudiosos sobre o impacto dos empreendedores na economia. Ele ensinava que um país estocado de empreendedores tem maior potencial de atingir prosperidade do que outros que não investem no empreendedorismo. Por isto, creio e milito na tese que quem cria emprego e renda, riqueza e prosperidade, para sua comunidade, sua cidade, seu estado e seu país, é somente um personagem: o empreendedor.

Por fim gostaria de formular algumas perguntas para os jovens estudantes desta miríade de profissões super empreendedoras que encontramos na atualidade: quantas horas por dia, por mês ou por ano você investe para pensar sobre coisas como:

- Quem é você?

- O que você quer para sua vida? Quais os seus sonhos, seus objetivos?

- Como você vai fazer para alcançar esses objetivos?Prepare-se para empreender conhecendo-se e sonhando, escreva planos e mãos à obra! Como já ensinava Shakespeare "Corra atrás dos seus objetivos. O dia não vai ser diferente se você não fizer diferente". Pense nisso. Bom trabalho. Sucesso!