domingo, 28 de agosto de 2011

Autarquias viram-se para os empreendedores

Várias câmaras municipais do país estão a apostar numa nova estratégia: apoiar empresas e criar projectos de empreendedorismo. Numa altura de crise, em que os números do desemprego continuam a aumentar, estes projectos visam ajudar a criar emprego e proporcionar um retorno em termos de investimento.
Mais de 100 empresas criadas e uma captação de investimento superior a 15 milhões de euros são os números que o projecto de empreendedorismo da Câmara Municipal de Cascais exibe para mostrar qual o retorno que uma autarquia pode ter se decidir investir em projectos de empreendedorismo.

Chama-se DNA Cascais, nasceu em 2007 e é o projecto com maior dimensão do país, não só no âmbito de serviços e apoios prestados, mas também em investimento anual, cerca de 250 mil euros. No entanto, não é caso único. Várias outras autarquias estão a seguir os passos e a apostar cada vez mais numa área que, não dando um retorno imediato nem sendo um investimento tão visível como as Obras Públicas, acaba por proporcionar um retorno importante.

"As câmaras municipais recolhem uma parte importante dos impostos pagos pelos contribuintes, por isso, faz todo o sentido e é extremamente importante que esse dinheiro possa ser investido e semeado em desenvolvimento. Uma das formas de semear o desenvolvimento é apoiar as empresas e o empreendedorismo", explica o vereador João Orvalho, da Câmara Municipal de Coimbra, uma autarquia que também tem apostado no apoio ao empreendedorismo.

O responsável autárquico compara este investimento à área da Educação: "Demora o seu tempo, mas é um investimento a que não podemos fugir." E engloba esta aposta no âmbito de uma nova estratégia e imagem do poder local, "menos virada para as obras e para as rotundas" e mais voltada para "a questão da educação e do desenvolvimento."

E esta é uma estratégia que tem sido encarada com maior urgência pelo contexto de crise económica e financeira que o país atravessa e que se reflecte, sobretudo, em números elevados no desemprego. Sejam jovens licenciados que não conseguem emprego ou pessoas de faixas etárias em que é complicado regressar ao mercado de trabalho, as câmaras sentiram necessidade de fomentar iniciativas que levassem estas pessoas a criarem emprego. E a aposta no empreendedorismo tem sido uma das alternativas.

Foi este o caso, por exemplo, da Câmara Municipal da Amadora. Ao analisar as situações críticas vividas nos bairros problemáticos e de maior risco, os técnicos da autarquia perceberam que havia pessoas que tinham ideias com potencial de negócio e, desde que recebessem o apoio certo, podiam criar o seu próprio posto de trabalho e, até, o de outros.

O Amadora Empreende nasceu de uma equipa de trabalho criada dentro do departamento de Educação e Cultura da Câmara Municipal da Amadora, e ao qual se juntaram outros parceiros como o programa Audax, do ISCTE, e a Fundação Gulbenkian. A importância dos parceiros foi fundamental, diz Ana Moreno, chefe de divisão de Intervenção Social da Câmara Municipal da Amadora. Tem sido a equipa do Audax - um programa do ISCTE vocacionado para o apoio ao Empreendedorismo, nomeadamente através da formação - a responsável, por exemplo, por seleccionar as pessoas que em cada ano são escolhidas para fazer a formação em empreendedorismo, avaliando as competências e filtrando as ideias. Uma selecção que passa por etapas que incluem dinâmicas de grupo, mas também entrevistas pessoais.

A importância da formação
A formação em empreendedorismo - abarcando conteúdos sobre como fazer um plano de negócios, "marketing", contabilidade ou gestão financeira -, é a componente mais importante dos projectos de empreendedorismo das autarquias. Acontece nos casos de Cascais, da Amadora e de Coimbra. Mas não é só.

No caso do Amadora Empreende, em vigor desde 2008, ainda que o número de empresas apoiadas não seja muito elevado (quatro projectos em 2008, seis em 2009 e três em 2010), estes novos projectos sabem que podem contar com um acompanhamento próximo durante um ano.

O acompanhamento prevê a realização de várias reuniões para ajudar a desenvolver a ideia, criar os planos de negócio ou procurar financiamento. As empresas podem contar com espaços cedidos pela própria autarquia onde podem sediar os escritórios ou abrir lojas, pagando preços simbólicos. Nas incubadoras do Amadora Empreende, o espaço é gratuito durante um ano, pagando-se o preço simbólico de um euro por metro quadrado nos três anos seguintes.

Em matéria de locais criados para poderem receber as novas empresas, também Coimbra tem a vantagem de estar associada à incubadora de empresas do Instituto Pedro Nunes - um instituto que nasceu no âmbito da Universidade de Coimbra e que está vocacionado para o apoio à inovação e ao empreendedorismo sobretudo nas áreas mais tecnológicas.

No caso da DNA Cascais, a incubadora de empresas, que aposta nos baixos custos de instalação, está aberta a todas as pessoas, "desde que sejam titulares de ideias e projectos inovadores com potencial económico e que contribuam para o desenvolvimento local", lê-se no "site" da DNA Cascais.

O objectivo é o de que estas empresas permaneçam o mínimo de tempo possível nestes espaços, para ir dando lugar a outros projectos. No caso da iniciativa de Cascais, as empresas ficam em média dois a três anos, o tempo suficiente para "ganharem raízes e massa crítica", explica Miguel Luz, administrador da DNA Cascais. E explica: "As incubadoras não são lares onde as empresas podem ficar até morrerem. Não é isso que se pretende."

Diversidade de ideias e financiamentos
O tipo de empresas que acabam por ser criadas no âmbito dos projectos de empreendedorismo das câmaras municipais não assume um padrão. Até o tipo de financiamento acaba por ser diferente.

Dos três anos de experiência que já leva o Amadora Empreende, Ana Moreno sabe que neste tipo de casos, os negócios que nascem estão sobretudo ligados aos serviços de proximidade, caso, por exemplo, dos serviços na área da construção, eficiência energética, limpeza ou transportes especializados. E, para estes casos, o financiamento vem, sobretudo, do microcrédito, a solução que ainda resta numa altura em que o acesso ao crédito está cada vez mais dificultado. No caso de Coimbra, pela ligação ao Instituto Pedro Nunes, são as empresas de cariz tecnológico que predominam.

Já a DNA Cascais, para além de ser dada uma atenção especial ao empreendedorismo social (criação de empresas que colmatam deficiências sociais do concelho) há também uma forte aposta no cariz inovador das propostas, a única forma de poder atrair capital de risco ou o investimento de "business angels", que são uma importante alternativa às vias formais de financiamento.

"O nome que fomos capitalizando no mercado dá garantias de alguma mitigação do risco", afirma Miguel Luz, explicando o facto da DNA Cascais conseguir atrair este tipo de investimento, não só a nível nacional, mas também internacional. Contas feitas, a banca acaba por ser responsável apenas por 15% a 20% do financiamento disponibilizado no âmbito dos projectos da autarquia.

Aprender com a experiência
Apesar de serem programas com poucos anos de vida, a experiência já permite tirar algumas conclusões e até levar a correcções. No caso do Amadora Empreende, com pouco mais de três anos de vida, a formação vai deixar de ser padronizada e mais adequada às necessidades de cada pessoa. Chegou-se à conclusão que para algumas pessoas, com baixos níveis de escolaridade, era difícil perceber determinados conceitos.

Além disso, explica Ana Moreno, constatou-se que "muitas pessoas só queriam fazer a formação para obter um certificado e não avançavam com a ideia." As dificuldades em implementar o negócio ou o surgimento de um emprego acabaram muitas vezes por deitar as ideias por terra. Desta forma, as candidaturas vão estar abertas em permanência e não apenas numa determinada fase do ano.

Outra conclusão é a de que o empreendedorismo não pode ser uma política que se concentra apenas naqueles que querem avançar com uma ideia de negócio. Deve ser incutido desde os bancos da escola. "O ciclo de inovação é como um 'pipeline' que tem de ser alimentado constantemente", explica Miguel Luz da DNA Cascais, acrescentando, que "desde cedo é necessário incutir o espírito empreendedor."

Em Cascais, a formação começou por abarcar os professores. Hoje em dia, as escolas secundárias do país já incluem nos seus currículos esta matéria. Os jovens vão para a rua vender os seus produtos e habituam-se desde cedo a gerir o seu próprio negócio.

Lisboa acolhe grande evento internacional de empreendedorismo

Em Janeiro do próximo ano 250 empreendedores de todo o mundo irão reunir-se em Lisboa, no âmbito da realização do Sandbox Global Summit 2012, encontro interactivo e informal da maior comunidade mundial de jovens empreendedores com menos de 30 anos.De acordo com a consultora de Comunicação e Relações Públicas Corpcom, em Janeiro de 2012 terá lugar em Lisboa o Sandbox Global Summit 2012.

A Sandbox é a maior comunidade mundial de jovens empreendedores com menos de 30 anos, e "escolheu por unanimidade a cidade de Lisboa para a realização do Sandbox Global Summit 2012".

A candidatura foi liderada pela Beta-i, Associação para a Promoção da Inovação e Empreendorismo, e tem o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

Lisboa foi a cidade escolhida por unanimidade pelo júri face a outras duas cidades finalistas, Istambul e Singapura. O encontro irá decorrer entre os dias 20 e 22 de Janeiro de 2012 e terá lugar em Lisboa no MUDE, Museu do Design e da Moda.

"Durante três dias 200 membros da Sandbox e 50 líderes de excelência vão trabalhar em conjunto para partilhar e resolver os desafios de uns e outros, através dos vários cursos que vão decorrer ao longo deste evento", explica o comunicado da consultora.

Aos três dias do evento irá seguir-se uma viagem de dois dias a um local próximo de Lisboa, ainda por definir.

"Há muitos membros potenciais do Sandbox entre a juventude portuguesa, realizar em Lisboa este evento será uma oportunidade única para criar um grupo português da Sandbox", afirma João Figueirinhas Costa, 19 anos, seguidor de longa data da Sandbox e um dos mentores da candidatura de Lisboa a esta iniciativa.

A Sandbox conta com cerca de 600 membros, oriundos de 48 países, e todos eles têm um "histórico impressionante de sucesso", de acordo com a Corpcom.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Perfil do Empreendedor

Está cansado de ser colaborador? Tem ideias e não as pode concretizar no seu local de trabalho? Ou não consegue arranjar emprego porque o mercado está difícil e pensa em ter o seu negócio próprio?
Estas são algumas perguntas de partida para quem se quer tornar num empreendedor. Mas a decisão é mais difícil do que parece e não basta o "querer".

Ser o seu próprio patrão
Para ser um empreendedor de sucesso é essencial que tenha algumas características específicas. A garra, a força de vontade e a determinação são, talvez, as mais importantes, mas há outras a considerar.

Lidar com os riscos
Como actua perante os riscos? Nem todas as pessoas agem da mesma forma e se há aqueles que preferem evitá-los, há também quem os encare sem qualquer preocupação.
Como empreendedor, é essencial que tenha disposição para correr riscos, mas todo o cuidado é pouco. Arriscar é enfrentar desafios conscientemente porque disso depende o seu sucesso. Seja capaz de conviver e sobreviver a essa instabilidade. Os riscos fazem parte de qualquer actividade e só precisa de aprender a administrá-los.
Se alguma coisa não correr da melhor forma e estiver em situação de crise, não tome o fracasso como uma derrota. É apenas um resultado como qualquer outro. Reaja e aprenda com os erros.

Ter Iniciativa e ser optimista
Um empresário de sucesso deve ser criativo e fazer muita pesquisa. A iniciativa envolve decisões ousadas na procura de uma realização e independência. Determine os próximos passos do rumo da sua vida e seja optimista na sua concretização. Enfrente os obstáculos com confiança e tenha como meta o sucesso. A ambição é necessária porque a estabilidade de um empreendedor pode ser um caminho longo e difícil. Seja dinâmico e não se acomode.

Conhecer o ramo
É essencial que conheça o mercado e o ramo em que pretende actuar. Deste modo, é-lhe mais fácil perceber as hipóteses de sucesso e prevenir-se em relação a percalços que possam surgir.
Se não possui um bom conhecimento do ramo procure aprender tudo sobre o seu negócio com a ajuda de clientes, colaboradores, parceiros, etc. Faça algumas leituras e cursos. Lembre-se de que precisa manter-se actualizado e em constante aprendizagem.

Ser curioso
Se quer ser um empreendedor de sucesso prepare-se para pesquisar novos caminhos, seja nas férias ou no trabalho, nas revistas ou a ver televisão. Um empreendedor necessita de estar sempre atento às oportunidades de negócio e no altura certa em que surgem no mercado. Não se canse de procurar porque pode sempre surgir um empreendimento melhor.

Saber organizar
A organização é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Entenda por organização possuir os melhores recursos, como a aplicação de recursos humanos, materiais e financeiros, e integrá-los de uma forma lógica, racional e harmoniosa.
Defina metas e garanta a execução dos trabalhos dentro do prazo estabelecido.

Ser líder
Para um empreendedor é necessário que tenha boas capacidades de liderança. Tem de organizar, redireccionar esforços e manter a motivação dos seus colaboradores. Eles estão sob a sua coordenação e por isso tem de criar uma filosofia de trabalho, definindo objectivos e métodos, ao mesmo tempo que implementa um bom relacionamento entre a equipa de trabalho.
Dê um pouco de liberdade para conseguir extrair o que há de melhor neles e estabeleça uma relação interpessoal expondo e ouvindo as suas ideias.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Nersant credenciada para prestar assistência técnica a empresas apoiadas pelo IEFP

A Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) é a única entidade do distrito credenciada pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) para prestar apoio técnico às empresas criadas no âmbito do Programa de Apoio ao Empreendedorismo e Criação do Próprio Emprego.

O apoio, gratuito, estende-se pelos dois primeiros anos de actividade das empresas e inclui acompanhamento personalizado, formação (comercial, de gestão e informática) e consultoria empresarial especializada, afirma a Nersant em comunicado.

A NERSANT apoia ainda todos os empreendedores que pretendam apresentar uma candidatura a este programa junto dos centros de emprego ou das entidades bancárias protocoladas, acrescenta.

Instituto Médio de Administração e Gestão promove semana do empreendedorismo

Luena - O Instituto de Administração e Gestão (IMAG) do Luena (Moxico) promove, em Setembro, a semana do empreendedorismo, com vista a incutir nos estudantes a necessidade da criação do auto-emprego e outras oportunidades de negócios.

A informação foi avançada hoje à Angop pelo director da instituição, José Januário Mateus, que falava a margem da realização das provas de frequência do segundo trimestre iniciadas dia 8 e com fim previsto para quarta-feira.

Sobre a semana do empreendedor, o especialista em matérias de gestão pública e empresarial salientou que a acção é de carácter científico e nele serão apresentados 13 projectos tecnológicos (monografias) de estudantes dos cursos de contabilidade geral, estatísticas e planeamento e informática de gestão.

Após a recolha de subsídios, informou, os projectos com maior notabilidade serão apresentados em Outubro na feira de amostra de aprendizagem dos institutos médios técnicos (Educa-Angola), com a finalidade de expor a capacidade criativa dos estudantes locais.

José Januário lembrou que os institutos médios técnicos surgem para suprir a carência que as instituições enfrentam nesta área e por se tratar de monografias de estudantes finalistas permitirá que vão ao mercado de trabalho com mais responsabilidade e noção do estudo de viabilidade para o sucesso.

Até ao final do ano lectivo 2011, o IMAG poderá lançar ao mercado 205 finalistas nas especialidades de contabilidade geral, estatística/planeamento e informática de gestão.


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Empreendedor Y

Um tema bastante em voga hoje é a tão badalada geração Y, jovens nascidos do final dos anos 70 para 80. Toda a repercussão causada por este grupo, gira em torno dos seus hábitos, costumes e atitudes que são totalmente diferentes das gerações passadas...

Um tema bastante em voga hoje é a tão badalada geração Y, jovens nascidos do final dos anos 70 para 80.

Toda a repercussão causada por este grupo, gira em torno dos seus hábitos, costumes e atitudes que são totalmente diferentes das gerações passadas.

Hoje uma grande quantidade de pesquisadores estudam a geração Y em diversos campos, um em destaque que vem ganhando bastante ênfase é o campo do empreendedorismo, mais particularmente falando, o empreendedor Y.

Por serem pessoas criativas, inovadoras, dinâmicas e não terem grande apreço por hierarquias, este grupo tem revolucionado o mercado com suas idéias e projetos mudando até mesmo nossos hábitos de consumo.

Perfil do Empreendedor Y

São pessoas mais flexíveis, abertas a mudança de caminho não se prendendo a apenas uma única opção ou saída, são mais voltados para o aprendizado, seja por meio de cursos formais como por meio de simples conversas com clientes. Outra característica importante é que eles não negam a importância de se fazer um planejamento, mas no entanto, dão mais ênfase a ação e a busca por resultados práticos. Aliás acredito que um dos principais entraves para se empreender é justamente o excesso de planejamento e o pouco foco na prática, o empreendedor acaba teorizando demais o seu projeto e esquece de obter uma vivencia real do seu produto com o mercado.

O setor que mais os atrai, é o tecnológico sem dúvida, isso, no entanto não quer dizer que não temos grandes empreendedores jovens em outras áreas.

Empresas jovens comandada por jovens

Projetos que começaram pequenos com apenas uma idéia e muita dedicação, nas mãos destes empreendedores, hoje ganham destaque mundo afora, veja alguns casos:

Empreendemia: Já falei uma vez aqui sobre o empreendemia, mas sou obrigado a falar dele novamente, comandado pelo: Luiz Piovesana, Mauro Shimizu Ribeiro e Millor Machado, a inovação do empreendemia dentro do segmento das redes sociais tem dado o que falar.

Começaram com apenas uma idéia e muita dedicação, o resultado disso é que graças a este projeto, a forma das empresas se relacionarem com seu mercado (seja ele B2B ou B2C) vem ganhando mais agilidade e dinamismo.

Boo-Box: Criado pelo jovem Marco Gomes, a Boo Box, revolucionou a forma de fazer marketing pela internet no pais sendo a pioneira no segmento de publicidade via mídias sociais.

De um começo nada fácil em Gama – DF, para São Paulo, onde em 2007 recebeu um investimento de US$ 300.000 dólares da Monashees Capital, e logo depois um outro aporte da Intel Capital, sendo a única empresa brasileira a receber apoio financeiro deste prestigiado grupo.

Zuggi: Seria um erro não dá crédito ao publico feminino não é mesmo? Até porque as jovens mulheres também tem sua parcela de contribuição na criação de empresas inovadoras.

Natália Andreoli Monteiro com certeza é uma ótima personagem para representar este grupo, cabe a ela os créditos de ter criado o primeiro buscador brasileiro voltado para crianças, o Zuggi.

O grande diferencial do projeto está no bloqueamento de conteúdos inadequados para nossos pequenos internautas.

A empresa foi tão bem aceita que chegou a ser uma das quatro ganhadoras do prêmio StartUp Chile 2011, um programa de incentivo e desenvolvimento tecnológico daquele pais, pegando essa deixa é necessário dizer que o governo brasileiro devia acordar e olhar para os empreendedores que estão perdendo, tenho certeza que além da Natalia há uma grande quantidade de jovens inovadores buscando abrir e desenvolver suas empresas no exterior.

Coincidências...

Escrevendo este artigo acabei identificando uma coisa em comum nas três histórias que caracteriza bem o espírito criativo e inovador da geração Y.

Todos os projetos foram pioneiros em seus respectivos segmentos aqui no país, um sinal de que empreender é arriscar por águas desconhecidas, encontrar oportunidades e principalmente fazer a diferença, como estes e tantos outros jovens estão fazendo...

Portimão: Millenium bcp assina acordo com autarquia local para dinamizar empreendedorismo

O Millennium bcp e a Câmara Municipal de Portimão estabeleceram um protocolo com o objetivo de “dinamizar o empreendedorismo junto da população” através do microcrédito.

O acordo em causa visa “divulgar e promover o microcrédito, como instrumento de apoio à criação do auto-emprego e de combate eficaz à exclusão social e à pobreza”.

Esta parceria pretende estimular o aparecimento de iniciativas empresariais no concelho de Portimão e, em especial, as que possam beneficiar dos sistemas de microcrédito.

No âmbito deste protocolo, serão realizadas sessões públicas de sensibilização e divulgação do microcrédito, em especial junto de pessoas com alguma experiência e formação profissional, em situação de desemprego e carências sociais, que possam vir a criar ou desenvolver o seu próprio negócio.

No distrito de Faro, a taxa de desemprego atinge os 13.4%, “acentuando-se este problema nos meses de Inverno”, lembra a entidade bancária, em comunicado.

Através do microcrédito, o Millennium bcp revela que já apoiou a criação de cerca de 2106 negócios, que geraram aproximadamente 3266 novos postos de trabalho.