A Fundação da Juventude, com o apoio e parceria da Agência Nacional para a Gestão do Programa Juventude em Acção, vai realizar o «Roteiro do Empreendedorismo Jovem». Assim, durante o próximo trimestre, a Fundação pretende motivar os jovens, promover as suas competências empreendedoras e contribuir para o desenvolvimento do espírito de iniciativa.
Para ajudar na concretização destes objectivos, o roteiro proporciona a apresentação de oportunidades, recursos e fontes de financiamento para projectos a ser realizados no âmbito do Programa Juventude em Acção.
Todas estas finalidades serão trabalhadas sob a forma de objectivos gerais a serem atingidos pelos participantes no Roteiro, através de uma abordagem formativa e informativa, com a duração de um dia.
O «Roteiro do Empreendedorismo» vai passar por 15 distritos. A sessão de lançamento oficial decorre no próximo dia 11 de Outubro, pelas 15:30, no Auditório da Fundação da Juventude, no Porto. A participação é livre mas sujeita a inscrição.
Destinatários
O «Roteiro do Empreendedorismo» dirige-se a jovens com idades entre os 18 e os 25 anos, interessados no desenvolvimento do seu potencial empreendedor, estudantes universitários, recém-licenciados, desempregados e candidatos a primeiro emprego.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Programa Escolhas é referência na Europa na Educação para o Empreendedorismo
O Manual “Uma Escolha de Futuro”, criado em parceria entre o Escolhas e a Universidade Católica do Porto, foi selecionado pela Comissão Europeia como uma boa prática nesta área, num guia para educadores que acaba de ser lançado em Bruxelas “A Guide for Educators from the European Commission” (p.67).
Esta ferramenta de empreendedorismo social e económico adapta, pela primeira vez em Portugal, o tema do empreendedorismo a jovens de contextos vulneráveis, entre os 14 e os 24 anos.
O Manual destina-se simultaneamente a formadores e aos jovens e aposta na autonomia e na auto sustentação dos projetos e dos jovens, que tem caracterizado o trabalho do Programa Escolhas.
De uma forma estruturada, é potenciada a criação de auto emprego, através de regras simples que ensinam a desenvolver projetos de empreendedorismo. Num tempo de crise e de mudança, pretende-se ajudar os jovens a compreenderem, de uma forma prática, que está ao seu alcance serem empreendedores e ajudarem a construir o futuro das comunidades onde estão inseridos.
Dividido em dois instrumentos complementares, um orientado para formadores e outro dirigido mais diretamente aos jovens, o Manual tem vindo a capacitar também técnicos dos projetos Escolhas, dotando-os de conhecimentos que lhes permitam formar futuramente jovens nesta área de uma forma autónoma.
Disponível para download gratuito em http://empreende.programaescolhas.pt/, poderá ser também usado por professores, familiares ou educadores em geral que queiram desenvolver projetos com jovens na área do empreendedorismo.
Esta ferramenta de empreendedorismo social e económico adapta, pela primeira vez em Portugal, o tema do empreendedorismo a jovens de contextos vulneráveis, entre os 14 e os 24 anos.
O Manual destina-se simultaneamente a formadores e aos jovens e aposta na autonomia e na auto sustentação dos projetos e dos jovens, que tem caracterizado o trabalho do Programa Escolhas.
De uma forma estruturada, é potenciada a criação de auto emprego, através de regras simples que ensinam a desenvolver projetos de empreendedorismo. Num tempo de crise e de mudança, pretende-se ajudar os jovens a compreenderem, de uma forma prática, que está ao seu alcance serem empreendedores e ajudarem a construir o futuro das comunidades onde estão inseridos.
Dividido em dois instrumentos complementares, um orientado para formadores e outro dirigido mais diretamente aos jovens, o Manual tem vindo a capacitar também técnicos dos projetos Escolhas, dotando-os de conhecimentos que lhes permitam formar futuramente jovens nesta área de uma forma autónoma.
Disponível para download gratuito em http://empreende.programaescolhas.pt/, poderá ser também usado por professores, familiares ou educadores em geral que queiram desenvolver projetos com jovens na área do empreendedorismo.
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in www.programaescolhas.pt
Educação para o Empreendedorismo e para a Cooperação
Nos dias 5,
12, 19 e 26 de outubro terá lugar, na Universidade de Coimbra, uma ação de
formação no âmbito da Educação para o Empreendedorismo.
A ação de
formação Educação para o Empreendedorismo e para a Cooperação está
acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua e destina-se
a professores do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico.
A formação
decorrerá na Universidade de Coimbra (FPCE), durante o mês de outubro de 2013
(dias 5,12, 19 e 26).
Data limite de
inscrição: 25 de setembro
Fonte: DGE/16/09/2013
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in http://www.dgidc.min-edu.pt
Desenvolvendo potencial empreendedor
Desenvolver potencial empreendedor nos remete para o foco do empreendedorismo interno, porque é dentro da empresa que estão nossos melhores profissionais. Talvez seja difícil identificá-los, mas a flexibilidade, a autoconfiança e, em suma, muito da postura empreendedora está presente em nossos profissionais.
Mas não basta essas características é preciso mais para alcançar resultados!
Por exemplo, a inovação, fator de extrema importância, não ocorre facilmente dentro das empresas. Não ocorre porque as ideias podem existir, mas a inovação não se restringe às idéias. É necessário que idéias transformem-se em fato através da implementação. A idéia ou a invenção é parte da inovação. A ação e a implementação são o complemento indispensável do sucesso!
Ou seja, nada substitui o fazer! Precisamos de pessoas que façam!
Prestem muita atenção a esta afirmação: “uma boa idéia não sobrevive sem alguém apaixonado por ela!” Identifique os apaixonados porque eles perseguirão os objetivos, com prazer e tenacidade!
Em suma, as empresas precisam desenvolver os perfis empreendedores, mas para isso não é suficiente ter interesse e boa vontade. Temos que promover um ambiente propício e, assimilar que o perfil empreendedor mantém algumas manias difíceis de serem administradas no ambiente organizacional.
Estamos nos referindo ás características típicas de qualquer perfil empreendedor, como por exemplo:
- É conhecido o comportamento de “quebrador de regras” que o empreendedor manifesta. Na maioria dos casos esse comportamento é sinônimo de independência, persistência ou até, decorrência dos “dribles” que ele precisa dar nos entraves burocráticos das organizações para alcançar seus resultados. É uma característica muito especial que faz com que esses profissionais corram risco para conseguir seus objetivos. No entanto esta característica enfrenta muita rejeição, até por motivos lógicos.
- Outra questão recorrente refere-se à dificuldade do empreendedor (interno ou não) em depender de decisões hierárquicas. Esses profissionais requerem muita autonomia para ficar na dependência das liberações de suas chefias. Costuma-se até dizer que eles preferem pedir desculpas a pedir permissão, o pode ser explicado pelo fato de que até que suas visões se tornem reais, ninguém entende, perfeitamente, onde ele quer chegar. Sem dúvida uma das condições básicas para o desenvolvimento de perfis empreendedores é que recebam delegação para desenvolver o seu trabalho. O patrocinador do empreendedor (uma figura importante no processo de desenvolvimento de empreendedores) deve acompanhar á distancia o desenvolvimento das ações.
- Manutenção de uma visão de longo prazo é outra dificuldade. Isso decorre do fato de que a empresa pode mudar o foco de ação a qualquer momento fazendo com que o empreendedor perca a utilização livre de sua intuição. Eles nunca sabem se seus projetos não serão bloqueados por qualquer razão administrativa.
- Grande dificuldade, também, é a dificuldade de que os empreendedores internos reutilizem os ganhos de seus sucessos. É fato notório (em todas as pesquisas sobre o assunto) que os empreendedores, de maneira geral, encontram prioritariamente sua motivação na satisfação de uma necessidade pessoal de realização, mais do que com qualquer recompensa financeira. Eles têm noção de que o ganho financeiro é consequência do sucesso da ideia. Mas eles não conseguem reinvestir seus resultados em seus novos desafios. Isto pode levá-los a ser empreendedores de uma única idéia! E ainda, como trabalhar com os fracassos? Sabemos que não são todas as tentativas que serão bem sucedidas, mas não podemos nunca deixar de continuar tentando.
Percebam então que não basta dar oportunidade para que seus profissionais desenvolvam o perfil empreendedor que sua empresa tanto necessita. É necessário criar-se um ambiente que permita esse desenvolvimento. O “workshop” que temos realizado sobre esse tema detalha os passos essenciais para o desenvolvimento dos potenciais empreendedores.
Mas não basta essas características é preciso mais para alcançar resultados!
Por exemplo, a inovação, fator de extrema importância, não ocorre facilmente dentro das empresas. Não ocorre porque as ideias podem existir, mas a inovação não se restringe às idéias. É necessário que idéias transformem-se em fato através da implementação. A idéia ou a invenção é parte da inovação. A ação e a implementação são o complemento indispensável do sucesso!
Ou seja, nada substitui o fazer! Precisamos de pessoas que façam!
Prestem muita atenção a esta afirmação: “uma boa idéia não sobrevive sem alguém apaixonado por ela!” Identifique os apaixonados porque eles perseguirão os objetivos, com prazer e tenacidade!
Em suma, as empresas precisam desenvolver os perfis empreendedores, mas para isso não é suficiente ter interesse e boa vontade. Temos que promover um ambiente propício e, assimilar que o perfil empreendedor mantém algumas manias difíceis de serem administradas no ambiente organizacional.
Estamos nos referindo ás características típicas de qualquer perfil empreendedor, como por exemplo:
- É conhecido o comportamento de “quebrador de regras” que o empreendedor manifesta. Na maioria dos casos esse comportamento é sinônimo de independência, persistência ou até, decorrência dos “dribles” que ele precisa dar nos entraves burocráticos das organizações para alcançar seus resultados. É uma característica muito especial que faz com que esses profissionais corram risco para conseguir seus objetivos. No entanto esta característica enfrenta muita rejeição, até por motivos lógicos.
- Outra questão recorrente refere-se à dificuldade do empreendedor (interno ou não) em depender de decisões hierárquicas. Esses profissionais requerem muita autonomia para ficar na dependência das liberações de suas chefias. Costuma-se até dizer que eles preferem pedir desculpas a pedir permissão, o pode ser explicado pelo fato de que até que suas visões se tornem reais, ninguém entende, perfeitamente, onde ele quer chegar. Sem dúvida uma das condições básicas para o desenvolvimento de perfis empreendedores é que recebam delegação para desenvolver o seu trabalho. O patrocinador do empreendedor (uma figura importante no processo de desenvolvimento de empreendedores) deve acompanhar á distancia o desenvolvimento das ações.
- Manutenção de uma visão de longo prazo é outra dificuldade. Isso decorre do fato de que a empresa pode mudar o foco de ação a qualquer momento fazendo com que o empreendedor perca a utilização livre de sua intuição. Eles nunca sabem se seus projetos não serão bloqueados por qualquer razão administrativa.
- Grande dificuldade, também, é a dificuldade de que os empreendedores internos reutilizem os ganhos de seus sucessos. É fato notório (em todas as pesquisas sobre o assunto) que os empreendedores, de maneira geral, encontram prioritariamente sua motivação na satisfação de uma necessidade pessoal de realização, mais do que com qualquer recompensa financeira. Eles têm noção de que o ganho financeiro é consequência do sucesso da ideia. Mas eles não conseguem reinvestir seus resultados em seus novos desafios. Isto pode levá-los a ser empreendedores de uma única idéia! E ainda, como trabalhar com os fracassos? Sabemos que não são todas as tentativas que serão bem sucedidas, mas não podemos nunca deixar de continuar tentando.
Percebam então que não basta dar oportunidade para que seus profissionais desenvolvam o perfil empreendedor que sua empresa tanto necessita. É necessário criar-se um ambiente que permita esse desenvolvimento. O “workshop” que temos realizado sobre esse tema detalha os passos essenciais para o desenvolvimento dos potenciais empreendedores.
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por Bernardo Leite in administradores.com.br
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Área Metropolitana do Porto premeia projecto que adapta roupas para deficientes
Adaptable venceu o concurso de ideias lançado pelo Centro de Inovação Social Metropolitano no qual participaram 55 projectos.
A Área Metropolitana do Porto (AMP) atribuiu hoje o primeiro prémio do concurso de ideias promovido pelo Centro de Inovação Social Metropolitano (CIS-M) ao projecto “Adaptable”, da autoria de Nuno Monteiro, Pedro Guedes e Isabel Mendes.
A Área Metropolitana do Porto (AMP) atribuiu hoje o primeiro prémio do concurso de ideias promovido pelo Centro de Inovação Social Metropolitano (CIS-M) ao projecto “Adaptable”, da autoria de Nuno Monteiro, Pedro Guedes e Isabel Mendes.
De acordo com informação disponível na internet, este projecto promete “promover a integração e a valorização das pessoas com necessidades especiais, através da adaptação de produtos e serviços disponíveis para o mercado em geral, tornando-os inclusivos”.
A ideia passa por “permitir o acesso de pessoas com necessidades especiais ao mercado de vestuário e dos acessórios em condições de igualdade, com a mesma liberdade de escolha no que respeita a marcas e a produtos”, tendo em conta que o “vestuário concebido especialmente para deficientes é praticamente inexistente, é discriminatório e não valoriza aspectos como a autoestima, a vaidade e o respeito pelas tendências de moda e design”.
Em declarações à Lusa, o presidente da Comissão Executiva da AMP, Lino Ferreira, anunciou que foram ainda atribuídas cinco menções honrosas aos projectos “CaoVida”, “Roldana - programa de capacitação da comunidade através da Intervenção com as famílias”, “RED+Ecosmile” e “Chat Analógico”.
Lino Ferreira afirmou ainda que se apresentaram a concurso “55 projectos, excedendo largamente as expectativas, o que levou a que se verificasse algum atraso no tempo previsto para análise, por parte do júri”.
O consultor da AMP para este concurso, Miguel Condesso, destacou hoje à Lusa o facto de o “Adaptable” nascer “de uma situação real do quotidiano” da autora Isabel Mendes, que tem uma deficiência física e aponta como um dos seus “grandes problemas o não ter o que vestir”.
Promovido pelo Centro de Inovação Social Metropolitano (CIS-M), este concurso de ideias teve como objetivo apoiar, acolher e desenvolver um projeto inovador que tivesse um “impacto social positivo e inclusivo”.
As candidaturas deveriam enquadrar-se “preferencialmente nas novas áreas de intervenção prioritária, consequentes do contexto macro económico e social”. Emprego, população sénior, cidadãos e famílias com necessidades específicas de funcionalidade, incapacidade e saúde, sem abrigo, alunos em risco de abandono, violência doméstica e novos fenómenos de pobreza foram áreas definidas.
O projecto vencedor será agora “incubado e apoiado no CIS-M, num dos seus polos de São João da Madeira ou de Santo Tirso, potenciando a captação do potencial criativo e empreendedor que traga respostas aos novos desafios na área social”.
O CIS-M nasceu na sequência do projecto de desenvolvimento para a área do empreendedorismo social da AMP, que arrancou em Janeiro. Cofinanciado pelo Programa Operacional do Norte - ON2, o projecto para a Promoção do Empreendedorismo e Inovação Social conta com a parceria da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, do Instituto do Empreendedorismo Social e da Firstep.
A ideia passa por “permitir o acesso de pessoas com necessidades especiais ao mercado de vestuário e dos acessórios em condições de igualdade, com a mesma liberdade de escolha no que respeita a marcas e a produtos”, tendo em conta que o “vestuário concebido especialmente para deficientes é praticamente inexistente, é discriminatório e não valoriza aspectos como a autoestima, a vaidade e o respeito pelas tendências de moda e design”.
Em declarações à Lusa, o presidente da Comissão Executiva da AMP, Lino Ferreira, anunciou que foram ainda atribuídas cinco menções honrosas aos projectos “CaoVida”, “Roldana - programa de capacitação da comunidade através da Intervenção com as famílias”, “RED+Ecosmile” e “Chat Analógico”.
Lino Ferreira afirmou ainda que se apresentaram a concurso “55 projectos, excedendo largamente as expectativas, o que levou a que se verificasse algum atraso no tempo previsto para análise, por parte do júri”.
O consultor da AMP para este concurso, Miguel Condesso, destacou hoje à Lusa o facto de o “Adaptable” nascer “de uma situação real do quotidiano” da autora Isabel Mendes, que tem uma deficiência física e aponta como um dos seus “grandes problemas o não ter o que vestir”.
Promovido pelo Centro de Inovação Social Metropolitano (CIS-M), este concurso de ideias teve como objetivo apoiar, acolher e desenvolver um projeto inovador que tivesse um “impacto social positivo e inclusivo”.
As candidaturas deveriam enquadrar-se “preferencialmente nas novas áreas de intervenção prioritária, consequentes do contexto macro económico e social”. Emprego, população sénior, cidadãos e famílias com necessidades específicas de funcionalidade, incapacidade e saúde, sem abrigo, alunos em risco de abandono, violência doméstica e novos fenómenos de pobreza foram áreas definidas.
O projecto vencedor será agora “incubado e apoiado no CIS-M, num dos seus polos de São João da Madeira ou de Santo Tirso, potenciando a captação do potencial criativo e empreendedor que traga respostas aos novos desafios na área social”.
O CIS-M nasceu na sequência do projecto de desenvolvimento para a área do empreendedorismo social da AMP, que arrancou em Janeiro. Cofinanciado pelo Programa Operacional do Norte - ON2, o projecto para a Promoção do Empreendedorismo e Inovação Social conta com a parceria da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, do Instituto do Empreendedorismo Social e da Firstep.
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in www.publico.pt
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Crise acentuou inovação das micro e pequenas empresas rurais
A crise acentuou a dinâmica de inovação e de internacionalização das micro e pequenas empresas das áreas rurais, afirmou hoje a coordenadora do projeto Rur@l Inov, que está a ser desenvolvido pela Universidade de Vila Real.
Lívia Madureira, que falava à margem de um workshop de divulgação do projeto, referiu que o estudo desenvolvido permite concluir que há cada vez mais inovação nestes meios rurais e que, muitas vezes, essa inovação passa também despercebida.“A crise acentuou muito esta dinâmica de inovação e de internacionalização. As pessoas têm que sobreviver e é mais difícil de facto criar novos negócios que sejam sustentáveis”, salientou.
Neste workshop, que decorreu em Vila Real, foram também revelados alguns exemplos de empresas.
O responsável pela empresa Aromáticas Vivas, Alexis Simões, referiu que a “inovação vem da necessidade de ser melhor do que a concorrência”.
Neste sentido, a empresa, localizada em Viana do Castelo, implementou iluminação led que já permitiu reduzir, em dois anos, 20% do custo de eletricidade, bem como estufas em vidro, que permitiram também aumentar a eficiência energética.
Também em destaque neste encontro esteve o empreendimento turístico “Moinhos da Tia Antoninha”, no Douro Sul, que é completamente autónomo do ponto de vista energético, sendo a produção assegurada por um sistema hídrico solar e hídrico.
O Rur@l Inov é coordenado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em parceria com a Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR).
O projeto pretende conhecer e divulgar as inovações que são desenvolvidas e implementadas por diferentes tipos de organizações nas áreas rurais portuguesas, correspondentes a territórios de baixa densidade.
No âmbito deste trabalho foi efetuado um inquérito a 120 organizações de todo o país.
Lívia Madureira referiu que estudo destaca a diversidade das micro e pequenas empresas, em termos de dimensão, de produtos e serviços que são oferecidos, desde os hortofrutícolas, vinhos, azeites, sabonetes, turismo ou até mesmo caracóis.
Depois também se destaca a atitude empreendedora e a elevada qualificação dos empresários, que conseguem “recolher, mobilizar e integrar diferentes tipos de conhecimento”.
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in www.dinheirodigital.pt
Fundação Luso premiou trabalho da Associação de Apicultores
A Associação dos Apicultores do Litoral Centro venceu a quinta edição do Prémio de Empreendedorismo da Fundação Luso.
Um prémio de sete mil euros, ontem entregue no Luso pelo presidente da fundação, Nuno Pinto de Magalhães numa cerimónia que contou com os presidentes da câmara da Mealhada, Carlos Cabral e da Associação Comercial e Industrial, Carlos Pinheiro.
O prémio visa “reconhecer os projetos empreendedores e inovadores já desenvolvidos, neste caso em 2012, no concelho da Mealhada, com implementação no Luso, potenciadores do desenvolvimento económico da região”.
Um prémio de sete mil euros, ontem entregue no Luso pelo presidente da fundação, Nuno Pinto de Magalhães numa cerimónia que contou com os presidentes da câmara da Mealhada, Carlos Cabral e da Associação Comercial e Industrial, Carlos Pinheiro.
O prémio visa “reconhecer os projetos empreendedores e inovadores já desenvolvidos, neste caso em 2012, no concelho da Mealhada, com implementação no Luso, potenciadores do desenvolvimento económico da região”.
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in www.asbeiras.pt
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