As empresas beneficiárias das linhas PME Investe podem, a partir de hoje, pedir a extensão do crédito por um período de 12 meses, pagando apenas os juros e sem amortizar capital, uma medida que agrada à banca nacional.
Em declarações à Lusa, o secretário de Estado do Empreendedorismo, da Competitividade e da Inovação, Carlos Oliveira, argumenta que «o Governo olha com particular preocupação para a falta de liquidez que o tecido empresarial português tem neste momento, bem como as dificuldades de acesso a crédito».
Carlos Oliveira explicou tratar-se de «uma medida transitória, no sentido de fazer um apoio indireto às empresas na sua tesouraria», ou seja, «é um apoio indireto no sentido em que as empresas que têm planeado os reembolsos das linhas de crédito para os próximos 12 meses, ou 12 meses após a adesão a esta extensão, poderão usar este capital para a continuação da sua atividade, em particular, para as empresas exportadoras».
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O Centro Atlântico acaba de editar «Uma Carta para Garcia», de Elbert Hubbard, obra inserida na Colecção Classicus. Nota para o prefácio de Raul Diniz
«Como é possível enquadrar a eficácia pessoal, a pró-actividade, o cumprimento eficaz de uma missão - por mais difícil ou impossível que ela possa parecer -, numa era em que a globalização, o trabalho de equipa ou até a força imparável das multidões exige a celeridade, o resultado imediato, a eleição do curto prazo? Numa época em que se exalta a urgência do empreendedorismo, será Rowan, o herói desta pequena história, a personificação de quem empreende, persevera e cumpre, simplesmente, a missão que escolhe como sua? Se, como afirma o autor do Prefácio, estamos perante uma situação de self-management cujo fundamento é o autoconhecimento, a ferramenta o autocontrolo, a alavanca a auto-estima, como fazer vingar estas características numa gestão que se quer colaborativa, onde o todo se sobrepõe à soma das partes? Uma Carta para Garcia faz o elogio somente de «aquele que faz o seu trabalho». E se, no ambiente empresarial do século XXI, se incentivam os esforços colectivos, talvez esteja na altura de se exaltar estas qualidades individuais que, depois sim, somadas, conduzirão ao todo. Ou à missão cumprida»
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