Existe muita discussão por aí sobre como as pessoas começam a empreender. Uns dizem que a empresa nasce de uma necessidade. Outros afirmam que empreender está no sangue. E muitos informam que empreendedorismo pode ser ensinado. Eu tenho uma opinião muito distinta: é preciso ser muito louco para se tornar o dono do seu próprio negócio.
Eu já tive muitos negócios. E a maior parte deles nasceu, cresceu e morreu dentro da minha própria mente. Tenho uma característica inerente aos bons e aos maus empreendedores: sou uma sonhadora.
Se Lennon já tinha me ensinado que sonhadores não estão solitários, fico extremamente feliz de compartilhar a minha luta com centenas de milhares de loucos como eu.
Lembro-me com alguma dificuldade do meu primeiro negócio: uma banca móvel de doces em Peruíbe, litoral sul de São Paulo. O modelo de negócio era simples e, na minha cabeça, revolucionário. Eu e a minha sócia nessa empreitada, minha prima Tatiana, comprávamos delícias no mercadinho da esquina, acondicionávamos as guloseimas em um caixote e saíamos vendendo para as crianças do bairro.
O sucesso foi instantâneo! Os doces acabaram rapidamente e repusemos o estoque no mesmo dia. Como fomos felizes naqueles momentos! Compramos a um valor e revendemos a outro aproximadamente 50% inferior. O fato de o negócio não ser lucrativo era um mero detalhe. Pensávamos em conquistar a clientela com a nossa simpatia e preços baixos, para depois repassar nossas perdas para os amigos dos clientes, que nos indicariam como as “rainhas dos doces” – naquele quarteirão de Peruíbe. Dominaríamos o mundo em questão de dias.
Infelizmente, nossa jornada durou poucas horas. Minha tia descobriu a nossa prática de dumping e retirou imediatamente os nossos nada abundantes recursos financeiros do negócio: as nossas mesadas das férias de verão. Essa foi a minha primeira decepção empreendedora. Eu tinha entre 9 e 11 anos de idade. Eram os anos 80, sabe? Época difícil para novos empreendimentos.
Estudei em boas escolas, entrei na universidade, trabalhei muito e conquistei aquilo que esperavam de mim: uma boa garota de classe média, bem educada e com um emprego regular em uma grande empresa.
Foram 14 anos de equilíbrio. E, mesmo durante esse período, construí vários negócios que eu julgava geniais. Em 2002, eu investi em equipamentos para estampar e vender camisetas, pois tinha certeza absoluta de que eu estava pronta para um sucesso no mundo fashion. Ledo engano, pois, nessa época, conheci a minha primeira de muitas sociedades parasitas.
O ano em que eu enlouqueci e empreendi de verdade foi 2009.
Abandonei um baita emprego em uma grande empresa e abracei a ideia que me move nos últimos dois anos e meio da minha vida. Hoje eu sou a principal executiva, operadora, faxineira e escrava do meu próprio empreendimento, uma empresa de desenvolvimento de aplicativos para mídias sociais. A minha empresa é a minha vida, em toda a sua glória, fracasso, alegria e tristeza.
Eu não estou aqui para compartilhar com vocês uma história de sucesso. Antes de ter a minha própria empresa, eu escrevia no meu lindo e bem elaborado currículo que eu tinha 14 anos de experiência na área de informática. Hoje eu sei que tenho apenas três. Os 14 anos anteriores foram repetidos um a um, ano após ano, sem eu perceber. E os anos de empresária foram a minha experiência real: o meu MBA da vida.
Por essa empresa, sinto uma paixão doentia. Coisa de gente louca mesmo.
Maria Carolina Cintra é sócia-fundadora da Kingo Labs. É especialista em gerenciamento e análise da informação e coordena projetos de mobile e web 2.0, como o Sorteie.me.
domingo, 2 de outubro de 2011
4 dicas para uma reunião de sucesso
Reuniões com membros da equipe, clientes, sócios ou mesmo investidores são, muitas vezes, eventos temidos por empreendedores e diretores. Afinal, pelo fato de esses encontros discutirem assuntos relevantes para o negócio e culminarem com uma tomada de decisão, um erro pode ser fatal para o desenvolvimento de projetos. Para evitar problemas, é preciso que todos os participantes estejam preparados para esse tipo de encontro. Conversando com especialistas e lendo artigos sobre o tema, preparei abaixo quatro dicas que podem ajudar você, empreendedor, a obter sucesso nas famosas reuniões.
Quem são os participantes da reunião?
Conhecer o currículo e o perfil de todos os integrantes do encontro é fundamental para que o empreendedor consiga se preparar para o evento. Isso permitirá descobrir quais são os cargos e as características de cada um deles e fazer um estudo prévio de como argumentar com essas pessoas. É importante também escolher as pessoas certas para esse encontro. Uma boa reunião é aquela que permite o surgimento de novas ideias e o debate de importantes decisões para a expansão do negócio.
Qual a pauta da reunião?
Reuniões devem ser marcadas quando existem assuntos relevantes para serem discutidos. Isso fará com que os participantes envolvidos no evento se sintam motivados a estar presentes na hora certa e pelo tempo que for necessário. Para que todos conheçam o tema que será abordado ao longo da reunião, é necessário elaborar uma pauta para o encontro. Todos os integrantes devem ter acesso ao tema da reunião e estudar previamente a pauta para dar sugestões e opiniões consistentes e fazer indagações pertinentes.
Qual o período de duração da reunião?
A boa reunião é aquela que tem hora para começar e terminar. A definição e o cumprimento de horários são essenciais para que os participantes possam se programar com tranquilidade para o evento. Além disso, conhecer o tempo da atividade permite aos integrantes calcular o tempo médio que terão para expor suas ideias e comentários. Caso a reunião seja muito demorada, é de bom tom pensar em maneiras de descontrair os convidados e evitar o cansaço. Uma das formas é oferecer lanches e bebidas e alternar as falas com apresentações de vídeo ou slides, por exemplo.
Como registrar o conteúdo discutido?
Para poder colocar as ideias discutidas e elaboradas pelos participantes durante a reunião em prática, é essencial a presença de alguém cuja função seja a de registrar tudo aquilo que foi debatido. O ideal é que um dos participantes da reunião tenha apenas esse papel. Isso permitirá um registro total daquilo que foi discutido e evitará a perda de atenção dos demais membros do encontro.
Quem são os participantes da reunião?
Conhecer o currículo e o perfil de todos os integrantes do encontro é fundamental para que o empreendedor consiga se preparar para o evento. Isso permitirá descobrir quais são os cargos e as características de cada um deles e fazer um estudo prévio de como argumentar com essas pessoas. É importante também escolher as pessoas certas para esse encontro. Uma boa reunião é aquela que permite o surgimento de novas ideias e o debate de importantes decisões para a expansão do negócio.
Qual a pauta da reunião?
Reuniões devem ser marcadas quando existem assuntos relevantes para serem discutidos. Isso fará com que os participantes envolvidos no evento se sintam motivados a estar presentes na hora certa e pelo tempo que for necessário. Para que todos conheçam o tema que será abordado ao longo da reunião, é necessário elaborar uma pauta para o encontro. Todos os integrantes devem ter acesso ao tema da reunião e estudar previamente a pauta para dar sugestões e opiniões consistentes e fazer indagações pertinentes.
Qual o período de duração da reunião?
A boa reunião é aquela que tem hora para começar e terminar. A definição e o cumprimento de horários são essenciais para que os participantes possam se programar com tranquilidade para o evento. Além disso, conhecer o tempo da atividade permite aos integrantes calcular o tempo médio que terão para expor suas ideias e comentários. Caso a reunião seja muito demorada, é de bom tom pensar em maneiras de descontrair os convidados e evitar o cansaço. Uma das formas é oferecer lanches e bebidas e alternar as falas com apresentações de vídeo ou slides, por exemplo.
Como registrar o conteúdo discutido?
Para poder colocar as ideias discutidas e elaboradas pelos participantes durante a reunião em prática, é essencial a presença de alguém cuja função seja a de registrar tudo aquilo que foi debatido. O ideal é que um dos participantes da reunião tenha apenas esse papel. Isso permitirá um registro total daquilo que foi discutido e evitará a perda de atenção dos demais membros do encontro.
Etiquetas:
por Patricia Machado in papo de empreendedor
Quando a crise bateu, tirei a sorte grande e virei empreendedora
Costuma-se dizer que as pessoas empreendem por necessidade, vocação ou acidente. No meu caso, foram os três, e julgo que ter me tornado empreendedora foi o melhor passo que dei na minha vida até hoje.
Filha de mãe brasileira e pai francês, cresci com minha mãe e minha irmã no Rio de Janeiro, estudando no sistema escolar francês e visitando meu pai na França todos os anos. Fui criada em um universo internacional, multicultural e com um foco muito grande na importância da carreira para garantir não só a nossa independência financeira, mas, acima tudo, o poder da escolha. Optei por um diploma de engenharia civil com ênfase em produção na PUC-Rio. Fui aceita em cursos de marketing global na Universidade da Califórnia e em um estágio na área comercial da IBM. Fui trainee em uma empresa de engenharia civil na África do Sul e depois contratada como analista de marketing na L’Oréal.
As portas se abriam, de fato, mas, apesar das descobertas, faltava-me algo mais. Primeiramente, um bom salário. Aos 23 anos, aproveitei do grande benefício de ter um passaporte europeu e parti em busca de uma carreira mais internacional e de real independência financeira.
Na França, minha grande sorte foi falar inglês melhor do que a grande maioria dos franceses, o que me rendeu uma vaga na filial da Microsoft. Rapidamente passei para um posto de responsabilidade sobre produtos emergentes (novas tecnologias) na Europa, no Oriente Médio e na África. Cabia a mim fazer o necessário para aumentar a receita e o market share dos meus produtos nas regiões.
Ao término de quatro anos de Microsoft, sediada em Paris e depois em Munique, resolvi que era hora de passar para uma estrutura menor, de startup. Mudei-me para Londres, onde trabalhei por alguns meses em uma empresa de tecnologia de virtualização em forte crescimento na época. Percebi rapidamente que já não se tratava mais de uma startup, pois ela não tinha nenhum dos desafios típicos das empresas nascentes. Clientes e parceiros batiam à porta pedindo para comprar os produtos.
Senti na pele que nenhum funcionário, por mais eficiente e correto que seja, é indispensável para uma empresa. Tentei corrigir ineficiências, batendo de frente com gerentes. Fui demitida. Aprendi que somos todos substituíveis e devemos sempre escolher nossas batalhas (o famoso “pick your battles”).
Aos 28 anos, tirei a sorte grande. A crise mundial estourou exatamente quando eu ia aceitar um cargo em outra empresa de software. A paralisação do mercado de trabalho me salvou. Uni a necessidade à vocação e resolvi empreender. A crise me forçou a fazer o que sempre quis, sem poder me esconder atrás dos altos salários que havia conquistado. Com minha demissão e com a crise, entendi que ser empregado está longe de ser seguro. A única real segurança financeira e profissional está no equity, em ser não só dono do seu negócio, mas também ter poder de decisão dentro da empresa.
Joana Picq é engenheira civil de origem franco-brasileira. Em Londres, foi cofundadora do AchaLa.com.br e do Matchik.com. Agora está criando uma subsidiária do VoyagePrive.com no Brasil.
Filha de mãe brasileira e pai francês, cresci com minha mãe e minha irmã no Rio de Janeiro, estudando no sistema escolar francês e visitando meu pai na França todos os anos. Fui criada em um universo internacional, multicultural e com um foco muito grande na importância da carreira para garantir não só a nossa independência financeira, mas, acima tudo, o poder da escolha. Optei por um diploma de engenharia civil com ênfase em produção na PUC-Rio. Fui aceita em cursos de marketing global na Universidade da Califórnia e em um estágio na área comercial da IBM. Fui trainee em uma empresa de engenharia civil na África do Sul e depois contratada como analista de marketing na L’Oréal.
As portas se abriam, de fato, mas, apesar das descobertas, faltava-me algo mais. Primeiramente, um bom salário. Aos 23 anos, aproveitei do grande benefício de ter um passaporte europeu e parti em busca de uma carreira mais internacional e de real independência financeira.
Na França, minha grande sorte foi falar inglês melhor do que a grande maioria dos franceses, o que me rendeu uma vaga na filial da Microsoft. Rapidamente passei para um posto de responsabilidade sobre produtos emergentes (novas tecnologias) na Europa, no Oriente Médio e na África. Cabia a mim fazer o necessário para aumentar a receita e o market share dos meus produtos nas regiões.
Ao término de quatro anos de Microsoft, sediada em Paris e depois em Munique, resolvi que era hora de passar para uma estrutura menor, de startup. Mudei-me para Londres, onde trabalhei por alguns meses em uma empresa de tecnologia de virtualização em forte crescimento na época. Percebi rapidamente que já não se tratava mais de uma startup, pois ela não tinha nenhum dos desafios típicos das empresas nascentes. Clientes e parceiros batiam à porta pedindo para comprar os produtos.
Senti na pele que nenhum funcionário, por mais eficiente e correto que seja, é indispensável para uma empresa. Tentei corrigir ineficiências, batendo de frente com gerentes. Fui demitida. Aprendi que somos todos substituíveis e devemos sempre escolher nossas batalhas (o famoso “pick your battles”).
Aos 28 anos, tirei a sorte grande. A crise mundial estourou exatamente quando eu ia aceitar um cargo em outra empresa de software. A paralisação do mercado de trabalho me salvou. Uni a necessidade à vocação e resolvi empreender. A crise me forçou a fazer o que sempre quis, sem poder me esconder atrás dos altos salários que havia conquistado. Com minha demissão e com a crise, entendi que ser empregado está longe de ser seguro. A única real segurança financeira e profissional está no equity, em ser não só dono do seu negócio, mas também ter poder de decisão dentro da empresa.
Joana Picq é engenheira civil de origem franco-brasileira. Em Londres, foi cofundadora do AchaLa.com.br e do Matchik.com. Agora está criando uma subsidiária do VoyagePrive.com no Brasil.
Etiquetas:
in Mulheres Empreendedoras
Financiamento das empresas é um problema "urgente" do Ministério da Economia, diz secretário de Estado
O financiamento das empresas é um dos problemas de maior "urgência" do Ministério da Economia, admitiu esta manhã o secretário de Estado para o Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Nuno Oliveira.
"Muitas das iniciativas de financiamento que sabemos e achamos que temos que implementar têm, em face ao recente `downgrade` [abaixamento] em julho [da notação de risco] da República, encontrado problemas adicionais à execução destas medidas", admitiu o governante, na abertura do Fórum PME, promovido pela Associação Industrial Portuguesa -- Confederação do Comércio e Indústria (AIP-CCI).
Carlos Nuno Oliveira sublinhou, em contrapartida, a necessidade de as empresas encontrarem alternativas "criativas" ao financiamento bancário e anunciou que o Governo se prepara para apresentar "um conjunto de medidas" de financiamento às pequenas e médias empresas (PME).
O presidente da AIP-CCI, José Eduardo Carvalho, alertou também na abertura do evento para a necessidade de recapitalização do Fundo Contra Garantia Mútua, de forma a reforçar a intervenção das sociedades de garantias mútuas. Instado pela Lusa a responder a este repto concreto, o secretário de Estado apenas referiu que "repto é específico e as respostas específicas virão no momento específico também. Neste momento não é oportuno".
O problema dos financiamento das empresas, sublinhou José Eduardo Carvalho , "é o principal problema neste momento". "Nós conseguiremos sobreviver até 2013 se não houver reforma da Justiça. Se a reforma da administração púbica ou a reforma do Estado não se concretizarem como se pretende, as empresas também chegarão lá, [mas] tenho sérias dúvidas, sem resolver o problema do financiamento, se lá chegaremos", ilustrou.
José Eduardo Carvalho concedeu que as empresas têm que encontrar "formas mais criativas de recurso ao financiamento", como sugerido pelo governante, mas "a curto prazo é difícil que mecanismos alternativos de financiamento às empresas substituam o crédito bancário", sublinhou.
"Talvez seja necessário analisar o calendário de desalavancagem financeira dos bancos", sugeriu o presidente da AIP-CCI, de forma a permitir o acesso das empresas ao crédito bancário.
Outra das preocupações da AIP-CCI é que o crédito disponível dos bancos se concentre exclusivamente nas empresas exportadoras internacionalizadas. "A estratégia dos bancos caminha para aí e isso pode criar problemas no resto do tecido empresarial", considera o presidente da associação.
"Temos que sair deste impasse e as soluções não estão nos mecanismos e instrumentos alternativos ao crédito bancário. Estão no financiamento bancário", reforçou.
"Muitas das iniciativas de financiamento que sabemos e achamos que temos que implementar têm, em face ao recente `downgrade` [abaixamento] em julho [da notação de risco] da República, encontrado problemas adicionais à execução destas medidas", admitiu o governante, na abertura do Fórum PME, promovido pela Associação Industrial Portuguesa -- Confederação do Comércio e Indústria (AIP-CCI).
Carlos Nuno Oliveira sublinhou, em contrapartida, a necessidade de as empresas encontrarem alternativas "criativas" ao financiamento bancário e anunciou que o Governo se prepara para apresentar "um conjunto de medidas" de financiamento às pequenas e médias empresas (PME).
O presidente da AIP-CCI, José Eduardo Carvalho, alertou também na abertura do evento para a necessidade de recapitalização do Fundo Contra Garantia Mútua, de forma a reforçar a intervenção das sociedades de garantias mútuas. Instado pela Lusa a responder a este repto concreto, o secretário de Estado apenas referiu que "repto é específico e as respostas específicas virão no momento específico também. Neste momento não é oportuno".
O problema dos financiamento das empresas, sublinhou José Eduardo Carvalho , "é o principal problema neste momento". "Nós conseguiremos sobreviver até 2013 se não houver reforma da Justiça. Se a reforma da administração púbica ou a reforma do Estado não se concretizarem como se pretende, as empresas também chegarão lá, [mas] tenho sérias dúvidas, sem resolver o problema do financiamento, se lá chegaremos", ilustrou.
José Eduardo Carvalho concedeu que as empresas têm que encontrar "formas mais criativas de recurso ao financiamento", como sugerido pelo governante, mas "a curto prazo é difícil que mecanismos alternativos de financiamento às empresas substituam o crédito bancário", sublinhou.
"Talvez seja necessário analisar o calendário de desalavancagem financeira dos bancos", sugeriu o presidente da AIP-CCI, de forma a permitir o acesso das empresas ao crédito bancário.
Outra das preocupações da AIP-CCI é que o crédito disponível dos bancos se concentre exclusivamente nas empresas exportadoras internacionalizadas. "A estratégia dos bancos caminha para aí e isso pode criar problemas no resto do tecido empresarial", considera o presidente da associação.
"Temos que sair deste impasse e as soluções não estão nos mecanismos e instrumentos alternativos ao crédito bancário. Estão no financiamento bancário", reforçou.
Etiquetas:
in tv2.rtp.pt
ABERTAS INSCRIÇÕES WORKSHOP EMPREENDEDORISMO SOCIAL
Na actual situação económica do país criar emprego é cada vez mais uma saída para quem sai das universidades. Para tanto, dada a escassez da abordagem ao Empreendedorismo Social nas áreas das «ciencias sociais», realizar-se-á o WORKSHOP EMPREENDEDORISMO SOCIAL: Como resposta na Construção de uma Nova Cidadania.
Esta iniciativa procura completar os conhecimentos dos presentes, desenvolvendo capacidades e espírito de “empreendedorores sociais”, que aliás deve estar subjacente a qualquer técnico superior.
Deste modo, ao longo do Workshop irá aborda-se o empreendedorismo numa vertente social – criação de entidades com um cariz social e não apenas lucrativo, bem como, a possibilidade das empresas privadas associarem à sua actividade também um objectivo social.
Essencialmente pretende-se proporcionar um possivel caminho para a Inserção Profissional.
Clube Literário do Porto
Rua Nova de Alfandega, n.º 22. 4050. 430 Porto (frente ao parque de estacionamento da alfandega do Porto)
CALENDARIZAÇÃO: As sessões decorrerão nas datas: 01 e 08 de Outubro de 2011, no das 14h00´ às 19h00, com uma carga horária total de 10 horas
OBJECTIVO GERAL: Criação de emprego/ novas iniciativas no domínio social
PONTO FOCAL: Conceber uma ideia e detectar a oportunidade subjacente
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
- NOVOS PARADIGMAS: Formar Empreendedores Sociais;
- EMPREENDEDOR SOCIAL: Características e Perfil;
- EMPREENDEDORISMO SOCIAL E OPORTUNIDADES DE CONSTRUÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO;
- EMPREENDEDORISMO SOCIAL E MARKETING PESSOAL;
- COMO ELABORAR UM PROJECTO DE EMPREENDEDORISMO SOCIAL: Transformar sonhos e ideias em realidade;
- EMPREENDEDORISMO SOCIAL E COMUNICAÇÃO;
- DESAFIOS DO EMPREENDEDOR SOCIAL: Estratégias, Criatividade e Atitude;
- COMO CRIAR UMA EMPRESA INOVADORA E FINANCIAR
O EMPREENDEDORISMO SOCIAL.
METODOLOGIA: Combinação de exposições teóricas com análise de casos práticos em todas as matérias.
DIPLOMA: Os presentes terão acesso a um Diploma da Formação e CD´ informatizado composto com o Manual da Formação.
Esta iniciativa procura completar os conhecimentos dos presentes, desenvolvendo capacidades e espírito de “empreendedorores sociais”, que aliás deve estar subjacente a qualquer técnico superior.
Deste modo, ao longo do Workshop irá aborda-se o empreendedorismo numa vertente social – criação de entidades com um cariz social e não apenas lucrativo, bem como, a possibilidade das empresas privadas associarem à sua actividade também um objectivo social.
Essencialmente pretende-se proporcionar um possivel caminho para a Inserção Profissional.
Clube Literário do Porto
Rua Nova de Alfandega, n.º 22. 4050. 430 Porto (frente ao parque de estacionamento da alfandega do Porto)
CALENDARIZAÇÃO: As sessões decorrerão nas datas: 01 e 08 de Outubro de 2011, no das 14h00´ às 19h00, com uma carga horária total de 10 horas
OBJECTIVO GERAL: Criação de emprego/ novas iniciativas no domínio social
PONTO FOCAL: Conceber uma ideia e detectar a oportunidade subjacente
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
- NOVOS PARADIGMAS: Formar Empreendedores Sociais;
- EMPREENDEDOR SOCIAL: Características e Perfil;
- EMPREENDEDORISMO SOCIAL E OPORTUNIDADES DE CONSTRUÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO;
- EMPREENDEDORISMO SOCIAL E MARKETING PESSOAL;
- COMO ELABORAR UM PROJECTO DE EMPREENDEDORISMO SOCIAL: Transformar sonhos e ideias em realidade;
- EMPREENDEDORISMO SOCIAL E COMUNICAÇÃO;
- DESAFIOS DO EMPREENDEDOR SOCIAL: Estratégias, Criatividade e Atitude;
- COMO CRIAR UMA EMPRESA INOVADORA E FINANCIAR
O EMPREENDEDORISMO SOCIAL.
METODOLOGIA: Combinação de exposições teóricas com análise de casos práticos em todas as matérias.
DIPLOMA: Os presentes terão acesso a um Diploma da Formação e CD´ informatizado composto com o Manual da Formação.
Etiquetas:
in programaescolhas.pt
Richard Branson abre centro de empreendedorismo em Montego Bay, Jamaica
Abriu este mês em Montego Bay, na Jamaica, o Branson Center, um centro de empreendedorismo lançado por Richard Branson através da Virgin Unite, uma fundação sem fins lucrativos.
A Jamaica pode não ser o primeiro país que nos vem à cabeça quando falamos de empreendedorismo, mas Richard Branson é conhecido, precisamente, por não tomar decisões de negócio convencionais.
A filosofia do Branson Center de Montego Bay é precisamente esta: com o apoio e os recursos certos, os negócios podem florescer em qualquer parte do mundo. Ou quase.
“Quando tinha 15 anos deixei a escola e comecei o meu próprio negócio” – começou por dizer Branson ao The Huffington Post. “Sabia um pouco de jornalismo, um pouco de publicidade e de distribuição. Era horrível com números mas tive sorte de encontrar um amigo da família que me ajudou. A mim e à minha dislexia. Ou seja, tive a sorte de encontrar um mentor que me ajudou a fazer com que a revista sobrevivesse. Como resultado desta minha sorte, o império Virgin cresceu e eu estou aqui”.
“Nestes primeiros tempos, quase todos os negócios acabam. 19 de 20 negócios fracassam. Por isso, ao sermos mentores destas pessoas nas Caraíbas ou África, podemos ter a certeza que 10 em cada 20 projectos serão bem sucedidos. Ajudamos as pessoas nisso”, continuou Branson.
O Branson Center vai dar formação, educação e oportunidades aos jovens empreendedores desta região. O primeiro centro de empreendedorismo abriu em Joanesburgo, na África do Sul, em 2005, como parte do esforço do empresário a ajudar empreendedores, criar empregos e fazer crescer as economias locais.
Para já, o centro jamaicano tem 14 empreendedores, que esperam ser ajudados pelo empresário britânico, pela sua equipa no local e por outros empreendedores que irão contar-lhes a sua própria história e experiência.
“Como empreendedor, devo dizer que temos que lutar com todas as nossas forças para evitar o fracasso, mas eventualmente ele irá, por vezes, chegar. Sabemos quando chega esse momento. Nessa altura devemos olhar para a frente, aprender com os erros, começar outra vez e criar algo ainda melhor”, aconselha Branson, que diz ainda que 80% da aprendizagem dos empreendedores adquire-se “só de andar lá fora, na floresta”.
Curiosamente, Richard Branson também teve um mentor, o pioneiro das transportadoras aéreas Freddie Laker. “Ele foi à falência, mas consegui convencê-lo a almoçar comigo e a dar-me alguns conselhos. Um deles avisou-me que todos irão tentar fazer de tudo para acabar com o nosso negócio. Inclusive através de truques sujos. O seu conselho, para este caso específico, foi: processa esses sacanas”.
A Jamaica pode não ser o primeiro país que nos vem à cabeça quando falamos de empreendedorismo, mas Richard Branson é conhecido, precisamente, por não tomar decisões de negócio convencionais.
A filosofia do Branson Center de Montego Bay é precisamente esta: com o apoio e os recursos certos, os negócios podem florescer em qualquer parte do mundo. Ou quase.
“Quando tinha 15 anos deixei a escola e comecei o meu próprio negócio” – começou por dizer Branson ao The Huffington Post. “Sabia um pouco de jornalismo, um pouco de publicidade e de distribuição. Era horrível com números mas tive sorte de encontrar um amigo da família que me ajudou. A mim e à minha dislexia. Ou seja, tive a sorte de encontrar um mentor que me ajudou a fazer com que a revista sobrevivesse. Como resultado desta minha sorte, o império Virgin cresceu e eu estou aqui”.
“Nestes primeiros tempos, quase todos os negócios acabam. 19 de 20 negócios fracassam. Por isso, ao sermos mentores destas pessoas nas Caraíbas ou África, podemos ter a certeza que 10 em cada 20 projectos serão bem sucedidos. Ajudamos as pessoas nisso”, continuou Branson.
O Branson Center vai dar formação, educação e oportunidades aos jovens empreendedores desta região. O primeiro centro de empreendedorismo abriu em Joanesburgo, na África do Sul, em 2005, como parte do esforço do empresário a ajudar empreendedores, criar empregos e fazer crescer as economias locais.
Para já, o centro jamaicano tem 14 empreendedores, que esperam ser ajudados pelo empresário britânico, pela sua equipa no local e por outros empreendedores que irão contar-lhes a sua própria história e experiência.
“Como empreendedor, devo dizer que temos que lutar com todas as nossas forças para evitar o fracasso, mas eventualmente ele irá, por vezes, chegar. Sabemos quando chega esse momento. Nessa altura devemos olhar para a frente, aprender com os erros, começar outra vez e criar algo ainda melhor”, aconselha Branson, que diz ainda que 80% da aprendizagem dos empreendedores adquire-se “só de andar lá fora, na floresta”.
Curiosamente, Richard Branson também teve um mentor, o pioneiro das transportadoras aéreas Freddie Laker. “Ele foi à falência, mas consegui convencê-lo a almoçar comigo e a dar-me alguns conselhos. Um deles avisou-me que todos irão tentar fazer de tudo para acabar com o nosso negócio. Inclusive através de truques sujos. O seu conselho, para este caso específico, foi: processa esses sacanas”.
Etiquetas:
in greensavers.pt
Road Show sobre Empreendedorismo dedicado a poveiros
No Salão Nobre da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, decorre ao longo do dia um “Road Show de Empreendedorismo Integrado”, dirigido a jovens finalistas desempregados e empreendedores que pretendem criar o seu próprio emprego.
Numa organização da ANJE (Associação Nacional de Jovens Empreendedores), com apoio da Câmara da Póvoa e do Centro de Emprego, muitos preenchem a plateia para ouvir os diversos oradores.
A iniciativa “visa reabilitar um conjunto de valências de apoio quer a desempregados quer a finalistas e empresários, invocando um conjunto de conhecimentos, competências, para facilitar e apoiar, do lado dos empresários, a expansão e gestão do seu negócio, e do lado dos desempregados a criação ou obtenção de um emprego de sucesso”, disse José Fontes, coordenador da Unidade de EMpreendedorismo ANJE.
José Macedo Vieira, presidente da autarquia lembrou a importância de acções como a criação de uma empresa, para o desenvolvimento da sociedade. No mesmo sentido, defendeu que Portugal está muito dependente das importações, sublinhando o elevado valor do euro face ao dólar como motivo para termos deixado de poder competir, assim como a globalização.
O painel da manhã contou com as intervenções de João Abreu, da Academia das Emoções, que falou sobre “Como conquistar um emprego em tempos de crise”. Isabel Vieira referiu “A importância da formação na conquista de um emprego de sonho”, enquanto Mónica Veloso, do ANJE, falou da “Constituição legal de uma empresa, passo a passo”. José Manuel Ferreira do IEFP revelou “Programas de apoio ao empreendedorismo e emprego” e o Dr. Sérgio Almeida fechou este painel com o tema “Como vencer a crise”.
À tarde será dado um “Testemunho de um empresário de sucesso”, por Edite Amorim, da Thinkin Big, ao passo que Olga Machado, do ANJE, falará sobre “Como elaborar um plano de negócios de sucesso”. A fechar a sessão, Anabela Tomás, da CGD, falará sobre “Caixa Empreender – Financiamento em condições especiais” e Marta Mucha, ANDC, termina com “Como obter um Microcrédito”.
Numa organização da ANJE (Associação Nacional de Jovens Empreendedores), com apoio da Câmara da Póvoa e do Centro de Emprego, muitos preenchem a plateia para ouvir os diversos oradores.
A iniciativa “visa reabilitar um conjunto de valências de apoio quer a desempregados quer a finalistas e empresários, invocando um conjunto de conhecimentos, competências, para facilitar e apoiar, do lado dos empresários, a expansão e gestão do seu negócio, e do lado dos desempregados a criação ou obtenção de um emprego de sucesso”, disse José Fontes, coordenador da Unidade de EMpreendedorismo ANJE.
José Macedo Vieira, presidente da autarquia lembrou a importância de acções como a criação de uma empresa, para o desenvolvimento da sociedade. No mesmo sentido, defendeu que Portugal está muito dependente das importações, sublinhando o elevado valor do euro face ao dólar como motivo para termos deixado de poder competir, assim como a globalização.
O painel da manhã contou com as intervenções de João Abreu, da Academia das Emoções, que falou sobre “Como conquistar um emprego em tempos de crise”. Isabel Vieira referiu “A importância da formação na conquista de um emprego de sonho”, enquanto Mónica Veloso, do ANJE, falou da “Constituição legal de uma empresa, passo a passo”. José Manuel Ferreira do IEFP revelou “Programas de apoio ao empreendedorismo e emprego” e o Dr. Sérgio Almeida fechou este painel com o tema “Como vencer a crise”.
À tarde será dado um “Testemunho de um empresário de sucesso”, por Edite Amorim, da Thinkin Big, ao passo que Olga Machado, do ANJE, falará sobre “Como elaborar um plano de negócios de sucesso”. A fechar a sessão, Anabela Tomás, da CGD, falará sobre “Caixa Empreender – Financiamento em condições especiais” e Marta Mucha, ANDC, termina com “Como obter um Microcrédito”.
Etiquetas:
in povoa Semanario
Subscrever:
Mensagens (Atom)