quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

PME têm nova linha de crédito disponível


A Linha de Crédito PME Crescimento já está disponível com um valor global de 1500 milhões de euros, com dotações específicas para Micro e Pequenas empresas de 250 milhões de euros e para empresas exportadoras de 500 milhões de euros. Esta linha destina-se fundamentalmente a financiar novos investimentos em ativos fixos
corpóreos ou incorpóreos, ou ao reforço do fundo de maneio ou dos capitais permanentes.

Consultora Squadra lança oferta formativa em vendas


A Squadra, marca de serviços de consultoria na área de Marketing & Sales Management, vai ministrar um curso formativo em vendas, visando dotar as empresas e os profissionais de vendas das competências base para a função comercial.

O curso possui uma vertente prática, a qual permite que estas competências sejam adquiridas ou atualizadas de forma sustentada, com exemplos e partilha de casos reais.
Este workshop será ministrado no Porto a 16 de Fevereiro e a 23 seguinte em Lisboa. A formação é dirigida a Comerciais, Gestores de Clientes, Delegados Comerciais e a qualquer profissional que tenha interesse por esta temática. Este curso
intensivo é também direcionado a todos os que procuram a área comercial como uma saída profissional de futuro.

A primeira parte do programa incide no tema da importância da comunicação no contexto da venda. A segunda será sobre as técnicas de venda para o sucesso.

A Squadra é o novo projeto profissional liderado por Rafael Cerveira Pinto, à frente de uma equipa especializada e com uma vasta experiência profissional executiva nas áreas de Marketing e Vendas, em empresas de grande sucesso e prestígio.

O modelo de negócio está assente numa rede de capital humano e integra uma rede de parceiros independentes, especializadas em áreas como Estudos de Mercado, Relações Públicas, Design e Comunicação, Marketing Digital, Incentivos QREN, Internacionalização, entre outras, que permite ter acesso direto ao parceiro mais
adequado, para responder às necessidades de cada projeto.

Nonius investe 2,5 milhões de euros no mercado externo


A Nonius, empresa tecnológica portuguesa especializada em soluções tecnológicas para a hotelaria, vai investir 2,5 milhões de euros na internacionalização com o apoio da Caixa Capital, do Grupo Caixa Geral de Depósitos. Como refere a empresa em comunicado de imprensa, “o aumento dos capitais próprios, com a entrada do novo investidor institucional, vai permitir à Nonius a execução de um plano de investimento global de 2,5 milhões de euros com os objetivos de aumentar o volume de negócios atual de 2 milhões de euros para 10 milhões de euros e aumentar as exportações de 20% para 80% das vendas até 2015”.

Projeto inovador promove valorização dos resíduos florestais


Depois de uma experiência de 38 anos em gestão de negócios em ambiente multinacional,
Jorge Santos criou, em Agosto de 2011, a Greenfiber Tech, uma empresa a operar na área das cleantech.
Tendo como matéria-prima as fibras vegetais numa combinação inovadora com polímeros,a Greenfiber Tech desenvolveu uma fórmula que resulta num produto compósito, designado Smart Composite. Trata-se de uma gama de produtos inovadores mais sustentáveis do que a madeira e compósitos de madeira com termoplástico (WPC – Wood Plastic Composite).

A indústria de construção naval e civil dos EUA e Canadá são os principais mercados dos Smart Composite, que poderão ser aplicados em barcos,terraços, jardins, piscinas, spas, mobiliário de exterior, entre outros. Utilizando tecnologias de transformação já existentes, os Smart Composite inovam no processo de produção. Ao seleccionar e combinar propriedades específicas das fibras vegetais, detectadas e isoladas em laboratório sueco, com polímeros de propriedades singulares,
o resultado é uma alternativa de maior valor e mais eficaz.
Desta forma são valorizados “com mais eficácia os desperdícios da indústria da fileira florestal(coco, casca de arroz, sisal, cânhamo e outros),garantindo produtos com características únicas que reúnem um conjunto de benefícios”, referiu à VE o CEO e fundador da Greenfiber Tech, Jorge Santos.
Neste momento, a Greenfiber Tech está disponível para a entrada de capital de risco e outros investidores.

Quanto ao futuro do negócio, a curto prazo está prevista a abertura de uma fábrica no
distrito do Porto que empregará mão-de-obra qualificada. Para além disso, “há um conjunto vasto de outras aplicações que podem integrar as matérias- primas desenvolvidas pela Greenfiber Tech, o que garante uma maior longevidadeà empresa em termos de desenvolvimento. Novos mercados, novas aplicações, diferentes tecnologias e novos clientes”.
Para o primeiro ano, está prevista uma facturação na ordem de 1,5 milhões de euros. A partir daí, com o desenvolvimento dos diversos produtose a empresa a trabalhar a uma velocidade cruzeiro, estima-se chegar aos 18 a 20 milhões de euros por ano, só com exportações.

A Greenfiber Tech é uma empresa criada no âmbito do EIBTnet, programa que apoia a criação de empresas inovadoras e de base tecnológica promovido pela NET – Novas Empresas e Tecnologias S.A. (BIC Porto). A empresa encontra-se instalada no edifício Promonet, usufruindo dos apoios necessários nesta fase de arranque.

CRIANDO UMA VANTAGEM COOPERATIVA


O novo ambiente competitivo, as novas institucionalidades vigentes e a nova idéia do papel dos governos marcaram uma série de transformações que fizeram renascer o interesse sobre o papel que os pequenos produtores podem ter na reestruturação produtiva, assim como no desenvolvimento de regiões e países. Esse interesse coincide com o reconhecimento de sinergias coletivas geradas pela participação em cadeias produtivas que efetivamente fortalece as chances de sobrevivência no mercado cada vez mais competitivo.

As grandes mudanças ambientais, as incertezas, a complexidade e intensidade competitiva, têm levado ao surgimento de diferentes modelos e redes organizacionais. Nesse sentido, tais mudanças ocorrem simultaneamente, com a emergência de um novo paradigma tecnológico, que impõe um processo produtivo mais intensivo em conhecimento, alterando significativamente o ambiente competitivo e colocando novos formatos institucionais para as pequenas e médias empresas.

Na discussão atual, a capacidade de se articular cadeias produtivas competitivas, em espaços locais, depende da sobremaneira de sua inserção complementar as suas congêneres em nível local. As transformações que decorrem do processo de globalização, associadas a outras, tecnológicas e institucionais, impactam profundamente as formas de organização e as premissas de desenvolvimento de cada país ou região. As estratégias dos grandes agentes econômicos implicam em escolhas de regiões que se integram ou que possuem dificuldades para se convergirem, o que vem redefinindo hierarquias e dinâmicas de crescimento econômico de territórios em toda aldeia global.

Destaca-se, também, que a inserção dos empreendimentos no mundo dos negócios em nível global requer a percepção, por parte das instituições públicas e privadas dos Estados, de que a competição não só está mais acirrada como as vantagens competitivas passam a depender cada vez mais da interação sinérgica entre as dimensões empresarial, estrutural e sistêmica. A primeira dimensão tem a ver com a capacidade empreendedora dos agentes econômicos; a segunda, com a infra-estrutura (logística) local/regional e a terceira está relacionada às principais tendências em níveis nacional e internacional.

Cooperatividade sistêmica é uma expressão estranha! Cooperatividade sistêmica é o exercício da cooperação entre os agentes que compõem um determinado todo, beneficiando todas as partes que o constituem e o meio onde ele se insere. A cooperação, dependendo do seu grau, tem a capacidade de contabilizar ganhos sociais, econômicos, políticos, culturais e ambientais que podem advir da cooperação, entrando em contato com o conceito de vantagens cooperativas sistêmicas e tendo a oportunidade de verificar que elas decorrem da aplicação de estratégias cooperativas elaboradas e implementadas por agentes que se articulam em modelos organizacionais especiais.

A competitividade vem sendo tratada como se fosse à majestade absoluta de todos os processos de desenvolvimento. Com um discurso monofônico, seus pregadores alardeiam a necessidade de se sacrificar tudo: ignorar princípios, esquecer cresças, violentar-se, violentar os outros, desconsiderar tratos e contratos, danificar ambientes efetivos e físicos. A competitividade é mesmo essa panacéia? Qual seu verdadeiro papel nos processos sociais e econômicos? Quais os seus alcances e limites? Por que é dado esse tipo de tratamento ao fenômeno da competição? Qual a relação da competição com a cooperação?

Gabinete de Apoio ao Empreendedor nasce em Aveiro

Nasceu no IPAM de Aveiro o BIZness Preview. Trata-se de um gabinete de apoio aos empreendedores da região e que nasce no âmbito do projeto “Aveiro Empreendedor”.
“A atividade do Gabinete BIZness Preview consiste num acompanhamento individualizado a todos os que pretendam perceber o potencial da sua ideia de negócio, de modo a identificar atempadamente os riscos associados à sua implementação, contribuindo assim para uma tomada de decisão mais ponderada e informada”, explica o presidente das Talent Universities New Leaders. Caetano Alves acrescenta que o principal objetivo é “observar, em janeiro de 2014, a sobrevivência de pelo menos 80% das sociedades constituídas por aconselhamento deste gabinete”.
Este novo gabinete adota uma metodologia ativa e personalizada, daí que programe cada acompanhamento em três sessões individuais com o promotor e uma sessão interna onde especialistas avaliam a ideia de negócio e a proposta de valor.

Caetano Alves recorda ainda que a taxa de sobrevivência, após dois anos, verificada em Portugal situa-se nos 54% contra os 70% registados nos países da OCDE.
Segundo o responsável isto acontece pela precipitação por parte dos promotores. “Raramente encontrámos um promotor de um projeto que tenha resposta efetiva para a pergunta básica: Quem compra o seu produto e quanto paga por ele?”. A mesma fonte adianta ainda que “ser empreender hoje é como ir às compras: é um
processo recheado de facilitismos, o que não é de todo mau, mas dadas as características da sociedade portuguesa, há certo tipo de incentivos que deixam muito a desejar e prejudicam muitas famílias, pois são poucos os empreendedores que procuram apoio de gestão antes de tomar a decisão de constituir uma sociedade”.

Mas que impacto tem o BIZness Preview para a região de Aveiro? “Este projeto tem como meta avaliar, no mínimo 300 potenciais empreendedores e as suas ideias de negócio em 17 meses. Se considerarmos que pelo menos 20/25 por cento das ideias têm potencial de se tornarem num negócio de sucesso estaremos a criar no mínimo quatro a cinco postos de trabalho por mês, que, por sua vez, irão gerar uma dinâmica na economia da região, através da contratação de serviços básicos, arrendamentos, entre outros.”

BetaStart lança quarta edição

Turismo e web mobile no centro de concurso de empreendedorismo

A Beta-i (Associação de Promoção da Inovação e Empreendedorismo), em parceria com o Billy the Group, abriu o prazo para as candidaturas à quarta edição do BetaStart, programa de aceleração de ideias. O objetivo desta edição – para além de ajudar os participantes a desenvolver ideias que num curto espaço de tempo resultem em verdadeiras ‘start-up’ – é sensibilizar os empreendedores para o potencial que a área da web-mobile e do turismo tem no atual contexto nacional e internacional.

As inscrições para a quarta edição do BetaStart estão abertas até ao dia 6 de fevereiro, seguindo-se o processo de seleção que acontece no dia 18 de fevereiro
através de um júri que ouvirá as ideias dos candidatos.
Serão selecionadas 10 projetos com o máximo de três elementos por projeto.

O programa é gratuito, existindo um ‘finders-fee’ de 5% quando o projeto seja selecionado por um investidor via Beta-i.
O BetaStart arranca no dia 25 de fevereiro para proporcionar aos empreendedores
uma plataforma que incentive e crie as condições necessárias para que desenvolvam as suas ideias de forma rápida e sustentada. Terminado este período, pretende-se que as ideias dos participantes atinjam um estado de maturação elevado para se transformarem em verdadeiras ‘start-up’ capazes de dar passos concretos no mercado, não só a nível nacional mas também a nível internacional.

No dia 30 de março os projetos acelerados serão apresentados a um grupo de 30 investidores constituído por empresas de capital de risco, business angels, financeiras, entre outras.